Proposta Pedagógica

POR Portal 01/08/2011

Proposta pedagógica

01. JUSTIFICATIVA

 

No contexto pós-moderno onde vivemos, surge a necessidade de uma visão geral e total, de um saber global a respeito da sociedade, sua teia de relações, instituições e suas funções... Nestes novos tempos é preciso reconhecer a necessidade da busca da reconceitualização da Unidade Escolar, de sua função e de seu fazer específico.

Entendemos a Proposta Pedagógica como um situar-se num horizonte de possibilidades na caminhada, no cotidiano, imprimindo uma direção que se deriva de respostas a um feixe de indagações, tais como: que educação queremos e que tipo de cidadão desejamos para o projeto de sociedade? A direção se fará ao se entender e propor uma organização que se funda no entendimento compartilhado dos professores, dos alunos e demais profissionais. Surge aí, a necessidade de se ter na Proposta Pedagógica um permanente processo de discussão das práticas, das preocupações (individuais e coletivas), dos obstáculos aos propósitos da Unidade Escolar, da educação e de seus pressupostos de atuação.

02. HISTÓRICO DA MANTENEDORA

 

A Rede Educacional Adventista, instituída pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, teve sua origem num grupo de estudiosos da Bíblia. Estes se organizaram como igreja em 1863, com o propósito de oportunizar aos seus filhos o preparo acadêmico em conformidade com a Bíblica e com os princípios cristãos, este grupo decidiu estabelecer escolas que, no decorrer dos anos, expandiu sua clientela a todos aqueles que simpatizavam com sua filosofia e seus métodos.

A primeira instituição educativa formal da Igreja Adventista do Sétimo Dia data de 1872, no estado de Michigan nos Estados Unidos da América do Norte.

No Brasil, o início se deu em 1896, através do Colégio Internacional, em Curitiba, Paraná, hoje Colégio Curitibano Adventista Bom Retiro – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.

A Rede Educacional Adventista está presente em cerca de 160 países, contribuindo para a formação de crianças e jovens, oferecendo-lhes da Educação Básica ao Ensino Superior.

03. VISÃO

 

Todo ser humano, por ter sido criado à imagem e semelhança de Deus, é um ser único, digno e capaz. 

Tendo em vista a ação redentora, a Educação Adventista vê cada ser para além do que ele é, isto é, vê nele alguém por quem Cristo morreu. Isso reveste todo ser humano de dignidade, de importância e de valor.

04. MISSÃO

 

Tendo em vista que o pecado criou uma barreira entre o ser humano e Deus, a Educação Adventista visa a restaurar nele a imagem perdida, através da formação do caráter.

05. OBJETIVOS

 

  • Exercer a cidadania fundamentada num caráter sólido e irrepreensível. Isto significa que a formação do indivíduo deverá capacitá-lo a ser um cidadão pensante e transformador, capaz de construir seu próprio conhecimento e ser perseverante no exercício da cidadania.
  • Construir o conhecimento socialmente acumulado, tendo Deus como a fonte da verdadeira sabedoria. Ter uma visão consciente do patrimônio científico e cultural da humanidade, ancorado na sabedoria divina, concorrendo para o seu desenvolvimento harmônico.
  • ·         Compreender a íntima relação entre corpo, espírito e mente.
  • ·         Conhecer o próprio corpo e cuidar dele, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da melhoria da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à da coletividade.
  • Valorizar o pensamento crítico e reflexivo.
  • Raciocinar da causa para o efeito.
  • Conhecer as leis que regem a natureza, o corpo, a moral e a sua interdependência.
  • Ter na palavra de Deus o referencial maior de conduta.
  • Desenvolver a capacidade de raciocinar, julgar e escolher responsavelmente.
  • Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva, nas diferentes situações sociais e morais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.
  • Promover a educação permanente e global do indivíduo. Aprender a aprender para estar em permanente crescimento, para não restringir, ao período de escolarização, a construção do conhecimento, para saber onde encontrar a informação necessária, como processá-la e transformá-la em conhecimento para o exercício da cidadania terrestre e celeste.
  • Fortalecer o desenvolvimento de habilidades e competências, de forma integral e equilibrada.
  • Conhecer as capacidades individuais, respeitar seu potencial e contexto sociocultural.
  • Servir de maneira desinteressada e com dignidade. Compreender o sentido do amor que se concretiza no servir, alicerçado num senso de dignidade própria, que concorre para a construção da dignidade do outro.

06. MARCO REFERENCIAL

MARCO SITUACIONAL

Neste final de século a sociedade passa por uma crise de valores e parâmetros. Estamos às vésperas de um novo milênio marcado por grandes e profundas mudanças em todos os setores. É uma situação complexa, de desafios. Chegou o momento de entender, julgar e escolher novos caminhos ou de construir outros valores e paradigmas. No campo educacional, precisamos compreender e definir um novo papel para a educação nesta sociedade em intensa transformação.

 

Assim, considerando todo esse contexto atual, se faz necessário investir na busca constante de atualização, no pensar, no agir pedagógico, na promoção humana, enfim no aprimoramento das relações interpessoais, tanto na escola como na família.

MARCO DOUTRINAL

A Educação Adventista está baseada em uma cosmovisão oriunda da fé cristã. Esta visão parte de um Deus pessoal, eterno e amante que existe desde sempre, Todo-Poderoso e fonte de toda vida, verdade, beleza e valores cristãos.

 

Deus, através de Seu Filho Jesus Cristo, criou este mundo como parte do Seu universo perfeito e o mantém por Seu poder e por meio das leis naturais que instituiu. Embora o tenha criado perfeito, este planeta está corrompido pela desobediência, portanto é um mundo que não está em harmonia com o resto da criação. A pesar disso, Deus instituiu um plano para restaurar o mundo à sua perfeição original.

 

O homem foi criado, originalmente, à imagem de Deus: uma unidade de mente e espírito, dotado de inteligência, emoções e faculdade de escolha. A desobediência não só corrompeu o meio ambiente mas também o próprio homem. A imagem de Deus, apesar de ter sido distorcida, pode ser restaurada por uma resposta pessoal à doação feita por Cristo e pelo Espírito Santo, agentes que o homem não encontra em si mesmo, senão em comunhão com o Criador.

MARCO OPERACIONAL

Na Rede Educacional Adventista, a produção do conhecimento secular deverá estar ancorada no conhecimento verdadeiro. Todos os que exercerem a função de mediadores entre o aprendiz e o objeto do conhecimento, deverão pautar-se por uma postura de intervenção via linguagem. Isso estimulará as faculdades mentais, de modo que a individualidade – capacidade de pensar e agir – sejam construídos. Tal individualidade não tenderá para o individualismo, uma vez que estará alicerçada no princípio que defende a solidariedade e amor ao próximo como regra áurea.

 

Não há limite para o conhecimento que deve desenvolver o homem de forma harmônica: mente, corpo e alma. Nossa capacidade de raciocinar deve ser exercitada, para que a interação com Deus aconteça de forma adequada, isto é, para que tenhamos discernimento entre o que é certo e o que é errado.

07. DIMENSÕES

DIMENSÃO LEGAL

A LDB projeta uma nova sociedade, um novo homem brasileiro, capaz de pensar e de refletir como sujeito independente. Nessa sociedade será fundamental respeitar o pensamento do outro, a bem de ter o seu respeitado.

           

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394 de 20.12.96), em seu artigo 1º assim se expressa: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”.

 

As finalidades específicas da Educação encontram-se expressas na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) nos artigos 29, 32 e 35:

Art. 29 “A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementado a ação da família e da comunidade.”

Art. 32 “O ensino fundamental, como duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, ...”

Art. 35 “O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades:

  1. I.                a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;
  2. II.              a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
  3. III.            o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
  4. IV.           a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

DIMENSÃO FILOSÓFICA

A Filosofia Adventista de Educação fundamenta-se na crença em um Deus Criador, Mantenedor e Redentor.

 

Tal crença aponta para a seguinte trajetória do homem:

  • ·         Origem – criado à imagem e semelhança de Deus; (Gênesis 2:7 – “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhes soprou nas narinas o fôlego de vida; e o homem passou a ser alma vivente.”)
  • ·         Natureza – pecaminosa, uma vez que os primeiros seres humanos criados pecaram e perderam a natureza divina, que lhes fora atribuída pela criação; (Romanos 3:23 - “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”)
  • ·         Destino - em virtude de Seu infinito amor, Deus providenciou a restauração do homem através do sangue de Jesus Cristo, possibilitando-lhe assim a vida eterna. (João 3:16 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”).

 

“No mais alto sentido, a obra da educação e da redenção são uma; pois, na educação, como na redenção, ‘ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo’. (...) Os grandes princípios da educação são imutáveis. ‘Permanecem firmes para sempre’ (Salmos 111:8) visto que são os princípios do caráter de Deus. Deve ser o primeiro esforço do professor e seu constante objetivo auxiliar o estudante a compreender estes princípios e entrar com Cristo naquela relação especial que fará daqueles princípios uma força diretriz na vida. O professor que aceita este objetivo é em verdade um cooperador de Cristo, um coobreiro de Deus.” Educação página 30.

 

11 – FINALIDADES E OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO

 

  • As Unidades Escolares terão como objetivos da educação:
  • Auxiliar para a construção do caráter baseado nos princípios bíblico-cristãos;
  • Direcionar a educação de modo que o educando se conscientize de que ele é um agente transformador;
  • Oferecer oportunidades para que o educando desenvolva o respeito para com a pessoa humana, o Estado e a família e os diferentes grupos sociais é étnicos;
  • Concorrer para que o aluno desenvolva as relações inter e intra-pessoais coerentes com os princípios filosóficos da Unidade Escolar;
  • Promover atividades pedagógicas integradas, contínuas, progressivas e harmônicas, que atendam o desenvolvimento integral do educando;
  • Contribuir para que o indivíduo se integre à sociedade como um cidadão competente e solidário;
  • Promover a interação com os recursos científicos e tecnológicos que lhe permitam o exercício da cidadania;
  • Valorizar, respeitar, expandir e apropriar-se do patrimônio cultural da humanidade;
  • Criar condições para que o educando se habilite a buscar soluções para as constantes mudanças da sociedade contemporânea.

12 - OBJETIVOS DA UNIDADE ESCOLAR

 

OBJETIVOS GERAIS

  • ·         Oportunizar a construção do conhecimento como meio para o exercício da cidadania, norteado por valores bíblicos – cristãos.
  • ·         Desenvolvimento harmônico do educando, visando sua formação íntegra nas potencialidades físicas, mentais e espirituais.
  • ·         Orientar e capacitar os professores para promover em seus alunos por preceito e exemplo um caráter nobre que se assemelhe ao do Criador, uma verdadeira cultura, boa saúde, bons hábitos, que amem a Deus e ao próximo.
  • ·         Capacitar os estudantes para o gozo da cidadania nesta Pátria e na Pátria eterna com Deus.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • ·         Zelar pelo cumprimento da Filosofia Educacional Adventista.
  • ·         Estimular o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem.
  • ·         Interpretar e fazer executar as diretrizes assentadas pela Organização Superior, adaptando-as ao trabalho do professor e aluno da escola.
  • ·         Documentar de forma sistemática todo o trabalho que a Unidade Escolar realiza.
  • ·         Cumprir a legislação vigente.
  • ·         Manter os serviços de conservação e asseio nas melhores condições possíveis.
  • ·         Estimular o progressivo desenvolvimento da estrutura escolar existente, mediante o fortalecimento do senso cooperativo e do desenvolvimento profissional da parte de todos quantos realizam os serviços escolares.
  • ·         Fortalecer relações entre a Unidade Escolar e comunidade.
  • ·         Garantir estrutura e funcionamento da Unidade Escolar.
  • ·         Manter equilíbrio financeiro.

 

O Colégio Adventista Centenário – Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio oferece os cursos de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio com uma sistematização baseada nos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Preparamos alunos que sejam cidadãos conscientes da contemporaneidade e das tecnologias que cercam a atual sociedade, para que no domínio de seus conhecimentos estejam entre outras a capacidade crítica, a intuição, a criatividade e os valores éticos cristãos, essenciais ao cidadão do futuro.

 

OBJETIVO DOS CURSOS

 

DA EDUCAÇÃO INFANTIL

  • Possibilitar o desenvolvimento integral da criança, quanto aos aspectos cognitivos, sociais, psicomotores, emocionais e físicos, complementando a ação da família.

 

DO ENSINO FUNDAMENTAL

  • Oportunizar o convívio com atividades significativas e contextualizadas de modo que a construção do conhecimento concorra para que o aluno aprenda a ser, a conviver, a conhecer e a fazer.

 

DO ENSINO MÉDIO

  • Aprofundar e consolidar os conhecimentos do ensino fundamental, preparando-o para continuar aprendendo, com o objetivo de desenvolver sua capacidade de pensamento autônomo e criativo.
  • Compreender os fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos relacionando a teria com a prática no ensino de cada disciplina.

 

13 – ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA UNIDADE ESCOLAR

 

A Unidade Escolar está organizada para atender às necessidades sócio – educacionais e de aprendizagem dos alunos em prédios e salas com mobiliários, equipamentos e materiais didático – pedagógico adequado às diferentes faixas etárias, níveis de ensino e cursos ministrados.

O Ensino Fundamental está organizado de forma a oferecer, no mínimo 800 horas anuais distribuídas por, no mínimo 200 dias letivos.

Os turnos não terão duração inferior a 4 horas diárias.

A distribuição dos mínimos de dias de efetivo trabalho escolar coincidindo ou não com o ano civil consta do calendário escolar.

Consideram-se de efetivo trabalho escolar, os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações didático – pedagógicas, planejadas pela Unidade Escolar desde que contem com a presença de professores e a freqüência dos alunos.

Para cumprimento da carga horária prevista em Lei, o tempo de intervalo entre uma aula e outra, assim como o destinado ao recreio, serão considerados como atividades escolares e computados na carga horária diária da classe ou proporcionalmente, na duração de cada disciplina.

A gestão da Unidade Escolar deve ser entendida como um processo que rege o seu funcionamento, compreendendo a tomada de decisão, planejamento, execução, acompanhamento e avaliação referentes às metas estabelecidas na Unidade Escolar, com base na legislação em vigor e de acordo com as diretrizes filosóficas da Instituição.

 

A Unidade Escolar em sua organização administrativa valorizará os princípios da gestão participativa, oportunizando aos membros influenciar nos processos da vida institucional, considerando que:

I – a participação é uma das necessidades básicas do ser humano;

II – a formação integral do aluno, requer um conjunto de ações integradas e articuladas entre vários docentes e destes com suas famílias e comunidade para o êxito do processo ensino – aprendizagem;

III – nenhuma atividade e nenhum profissional isoladamente na escola, é capaz de alcançar os objetivos a que se propõe;

IV – a Unidade Escolar é um sistema social resultante da interação de uma pluralidade de agentes individuais, exigindo um intenso trabalho de articulação e integração para que as ações individuais se transformem em contribuições efetivas na consecução dos objetivos da escola;

V – a gestão participativa busca promover o alcance de níveis decisórios mais elevados, onde os indivíduos não apenas executam ações e constatam seus resultados, como também participam da formulação de objetivos e metas, elaboração de planos e projetos na Instituição.

 

PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS

  • Criar condições para que o sujeito se construa como cidadão, enquanto constrói o conhecimento.
  • Propiciar a relação do divino com o humano em cada área do conhecimento (Integração Fé e Ensino).  Quando se elege a Deus como fonte do verdadeiro conhecimento, Ciência e Religião não são antagônicas.  Todo esforço humano, no rumo das descobertas científicas, deve ser visto como atrelado ao poder criador de Deus, do qual o homem conserva a característica da individualidade.
  • Criar oportunidades para que o sujeito estabeleça relações: causa-efeito, conhecido-desconhecido, particular-geral, e outras.
  • Capacitar o sujeito para a ação consciente na construção de uma personalidade madura e bem integrada.
  • Promover a autonomia. Entenda-se aqui como a capacidade de autogovernar-se competência do sujeito para a ação consciente.  Isto se resume na construção de uma personalidade madura, bem integrada.
  • Estimular a pesquisa, o raciocínio lógico, a reflexão e a criatividade.  Tudo o que for pesquisado, servirá como banco de dados para a construção do conhecimento.
  • Proporcionar atividades significativas e contextualizadas.
  • Promover relações interpessoais positivas. Sendo que a aprendizagem se dá pela interação, que ativa as capacidades mentais, a sala de aula e o espaço escolar como um todo devem favorecer relações interpessoais positivas.

 

14- PEDAGOGIA ADVENTISTA

 

Está centrada nos princípios de que a educação é mais do que uma questão acadêmica e que a base para tal educação está no servir por amor. Tem como objetivo restaurar em cada ser humano a imagem do seu Criador – tarefa possível mediante a aceitação do sacrifício de Cristo e pela atuação do Espírito Santo como agente conscientizador, consolador e ensinante – tarefa a ser concretizada através da construção de um caráter cujas características estão expressas na Bíblia – a Palavra de Deus revelada ao homem – características essas que alcançam o seu exemplo máximo na vida de Cristo, que veio a esta terra fazer Deus conhecido.

Para que tal conhecimento seja construído, a obra da educação deve ser dirigida para a formação do ser pensante.

O papel do professor na Pedagogia Adventista é o daquele que não só detém o conhecimento acumulado historicamente pela humanidade, mas que sabe estar por detrás de todo conhecimento um agente mais que humano. Deve ser alguém que conhece a Deus por experiência própria e que sabe também que o conhecimento humano não pode ser visto como acabado e conviver com o conceito de que nossa mente é finita. Ao interagir com seus alunos para que estes se apropriem dos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, deve fazê-lo de forma que o conhecimento seja compartilhado e esteja contextualizado ao conhecimento verdadeiro.

O aluno deve ser visto como alguém capaz de aprender, com vontade própria que, uma vez colocada sob a guia do Espírito Santo (por sua própria escolha) pode transformar-se e transformar. Para tanto, precisa ter sua individualidade respeitada e estimulada. Ao interagir com o professor e colegas, na construção do conhecimento historicamente acumulado, deve situar-se de modo a interpretar a realidade circundante e, pautado pelo conhecimento particular que, como sujeito institucional, cultural, social e espiritual, tem de Deus, poder contribuir para sua própria transformação e a transformação da realidade.

Ressaltam-se, na Pedagogia Adventista, as relações sóciointeracionais que se tornarão realmente significativas, se amparadas pela relação individual do professor e/ou do aluno com Deus, só assim, reconhecer-nos-emos como seres únicos, mas ao mesmo tempo solidários; competentes para escolhas individuais, mas interessados no bem-estar do outro; cidadãos historicamente identificados com a cidadania terrestre, pautando-se na cidadania celeste.

Para que o processo ensino-aprendizagem, assim delineado, se efetue, há que seguir alguns princípios metodológicos, de modo que a parceria do divino com o humano aconteça.

 

PERFIL DO PROFESSOR

1. Ter o senso da Presença Divina

- Ser dependente de Deus

- Ter confiança em Deus

- Não confiar em sua própria sabedoria

- Ser estudioso da Bíblia

 

2. Estar sintonizado com os objetivos da Filosofia Adventista de Educação:

- Ser um auxiliar dos pais de seus alunos

- Não envolver-se em legítimos

- Ser uma influência para o bem

 

3. Estar em ascensão permanente:

- Estar aberto a receber conselhos

- Buscar e aplicar seus conhecimentos

- Ser um aprendiz permanente

- Ser capaz de auto avaliar-se

- Conhecer-se a si mesmo

 

4. Ser um imitador de Cristo:

- Tendo a Cristo como modelo

- Na humildade

- Na temperança

- No governo de si mesmo

- Controle das palavras

- Na dedicação e paciência

- Na gentileza

- Sendo solidário

- Sendo perseverante

- Sendo fiel e íntegro

 

5. Ter visão do alcance do seu trabalho:

- Possuindo espírito alegre

- Sendo esforçado

- Sendo otimista

- Demonstrando largueza de espírito

 

6. Agir com profissionalismo através de:

- Habilidade em relacionar-se

- Responsabilidade

- Uso correto do tempo

- Controle das palavras

- Entusiasmo

- Eficiência

- Uso dos talentos

- Cooperação

- Aparência pessoal

 

7. Ter senso crítico.

 

PERFIL DO SUJEITO

A Proposta Adventista de Educação se propõe formar o sujeito com as seguintes características:

  • Caráter íntegro. 
  • Pensante e dependente de Deus.
  • Ajustado, equilibrado, maduro e íntegro.
  • Empreendedor.
  • Competências e habilidades desenvolvidas.
  • Relacionamentos saudáveis.

 

15 - AVALIAÇÃO

 

AVALIAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR

A Unidade Escolar procede regularmente a avaliação global de suas atividades, cujos resultados servirão de base para a reelaboração da Proposta Pedagógica e fornecimento de dados para a avaliação realizada pela Entidade Mantenedora.

 

AVALIAÇÃO DO PROFESSOR

São avaliados todos os aspectos que envolvem o professor na Unidade Escolar: seu contato com os alunos, com os serviços, com os funcionários, enfim, com toda a comunidade escolar.

 

 

AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS

 

Da mesma forma, anualmente a Unidade Escolar realiza avaliação de todos serviços considerando objetivos, filosofia e finalidades expressas nesta Proposta Pedagógica e no Regimento, a fim de ajustar-se às reais aspirações da comunidade em que atua.

 

AVALIAÇÃO DO EDUCANDO

 

A avaliação é um dos aspectos de ensino pelo qual o professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio trabalho, com a finalidade de acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos educandos, bem como diagnosticar resultados e estabelecer-lhes valor.

 

 

 

A avaliação será um processo contínuo, permanente e cumulativo, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, realizada por meios de observação sistemática e diversas produções dos educandos.

 

 

 

Dar-se-á relevância à atividade crítica, à capacidade de síntese e à elaboração pessoal, sobre a memorização.

 

 

 

Na Educação Infantil, a avaliação terá característica diagnóstica e se processará através da observação sistemática, acompanhando o crescimento harmônico do educando, nos aspectos cognitivo, afetivo, social, físico e psicomotor, não tendo caráter de retenção nem de seleção.

 

 

 

A passagem do educando da Educação Infantil, de um nível para outro, é automática, atendendo às exigências da idade cronológica prevista para cada nível e da maturidade cognitiva e emocional.

 

 

 

No Ensino Fundamental e Médio, os resultados da avaliação serão computados bimestralmente, e expressos em notas, por disciplina, numa escala de “0” (zero) a 10,0 (dez vírgula zero), fracionados até uma casa decimal.

 

 

 

No primeiro (1º) ano do Ensino Fundamental a avaliação do educando será registrada sob a forma de parecer descritivo nos quatro bimestres e a aprovação será automática. No histórico escolar do aluno será registrado apenas “Progressão Automática”.

 

 

 

Os resultados das avaliações do segundo (2º) ao nono (9º) ano serão registrados nos Diários de Classe e na Ficha Individual e serão comunicados aos pais ou responsáveis através de Boletim Escolar.

 

 

 

O rendimento mínimo exigido para promoção é a nota 6,0 (seis vírgula zero) por disciplina.

 

 

 

A média anual do segundo (2º) ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio é obtida pela média aritmética das notas bimestrais.

 

 

 

MA =  1º B + 2º B + 3º B + 4º B

 

4

 

 

 

DA RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS

 

Serão submetidos a estudos de recuperação de conteúdos, no decorrer do ano letivo, os educandos que não alcançarem o padrão mínimo nas avaliações de aproveitamento.

 

 

 

A recuperação deverá ser entendida como um dos aspectos da aprendizagem no seu desenvolvimento contínuo, no qual o educando, com aproveitamento insuficiente, dispõe de condições que lhe possibilitem a apreensão dos conteúdos básicos.

 

 

 

A recuperação paralela realizar-se-á no transcorrer do período letivo, sendo incumbência do professor, assessorado pelo Coordenador Pedagógico, elaborar um programa de estudos.

 

 

 

Na recuperação de estudos o professor considera a aprendizagem do educando no decorrer do processo e, para aferição do bimestre, entre as notas de avaliação e as de recuperação.

 

 

 

A convocação dos educandos para a Prova Final será feita através de Edital.

 

 

 

DA PROMOÇÃO

 

Considerar-se-á promovido o educando que obtiver média anual igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) e freqüência igual ou superior a 75%;

 

 

 

Submeter-se-á à Prova Final o aluno que obtiver Média Anual inferior a 6,0 (seis vírgula zero);

 

 

 

A Média Final de todos os educandos submetidos à Prova Final, resultará do fracionamento da Prova Final por 4, e seu resultado acrescido à  Média Anual.

 

 

 

MF = MA + PF

 

4

 

 

 

Considerar-se-á promovido, após Prova Final, o educando que obtiver Média Final igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) e freqüência igual ou superior a 75%.

 

 

 

A autenticidade dos documentos escolares será certificada, pela presença das assinaturas do Diretor e do Secretário.

 

 

 

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

 

 

 

PRINCÍPIOS GERAIS

 

Havendo o aproveitamento de estudos, a Unidade Escolar transcreverá no histórico escolar a carga efetivamente cumprida pelo aluno, nos estudos concluídos com aproveitamento para fins de cálculo da carga horária total do curso.

 

 

 

DA CLASSIFICAÇÃO E DA RECLASSIFICAÇÃO

 

Classificação é o procedimento que o Estabelecimento adota, segundo critérios próprios, para posicionar o aluno na etapa de estudos compatível com a idade, experiência e desempenho, adquiridos por meios formais ou informais.

 

 

 

A classificação pode ser realizada:

 

  1. I.              por equivalência idade x ano/série;  
  2. II.             por promoção, para alunos que cursaram com aproveitamento, a série, etapa, ciclo, período ou fase anterior na própria escola;
  3. III.              por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas do país ou do exterior, considerando a classificação na escola de origem;
  4. IV.            independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série, ciclo, período, fase ou etapa adequada.

 

 

 

Parágrafo Único – Fica vedada a classificação para o ingresso na primeira série do Ensino Fundamental.

 

 

 

A classificação tem caráter pedagógico centrado na aprendizagem, e exige as seguintes medidas administrativas para resguardar os direitos dos alunos, das escolas e dos profissionais:

 

  1. I.                  proceder avaliação diagnóstica documentada pelo professor ou equipe pedagógica;
  2. II.                comunicar ao aluno ou responsável a respeito do processo a ser iniciado para obter deste o respectivo consentimento;
  3. III.              organizar comissão formada por docentes, técnicos e direção da escola para efetivar o processo;
  4. IV.            arquivar atas, provas, trabalhos ou outros instrumentos utilizados;
  5. V.              registrar os resultados no histórico escolar do aluno.

 

 

 

Reclassificação é o processo pelo qual a escola avalia o grau de experiência do aluno matriculado, levando em conta as normas curriculares gerais, a fim de encaminhá-lo à etapa de estudos compatível com sua experiência e desempenho, independentemente do que registre o seu histórico escolar.

 

 

 

Caberá ao órgão competente da Secretaria de Estado da Educação, acompanhar durante dois anos, o aproveitamento escolar do aluno beneficiado por processo de reclassificação, nos casos que julgar necessários.

 

 

 

Ficam vedadas a classificação ou reclassificação para etapa inferior à anteriormente cursada.

 

 

 

DAS ADAPTAÇÕES

 

Adaptação de estudos é o conjunto de atividades didático-pedagógicas desenvolvidas, sem prejuízo das atividades previstas na Proposta Pedagógica da Unidade Escolar em que o aluno se matricular, para que este possa seguir o novo currículo.

 

§ 1.º - A adaptação far-se-á, pela base nacional comum.

 

§ 2.º - A adaptação de estudos poderá ser realizada durante os períodos letivos ou entre eles, a critério da escola.

 

 

 

Para efetivação do processo de adaptação, o Diretor, Coordenador Pedagógico e Secretário deverão comparar o currículo, especificar as adaptações a que o aluno estará sujeito, elaborar um plano próprio, flexível e adequado a cada caso e, ao final do processo, elaborar a ata de resultados e registrá-los no Histórico Escolar do aluno e no Relatório Final encaminhado à Secretaria de Estado da Educação.

 

 

 

DA REVALIDAÇÃO E EQUIVALÊNCIA DE ESTUDOS FEITOS NO EXTERIOR

 

Para revalidação de certificados e diplomas ou reconhecimento de estudos completos realizados em estabelecimento situado no exterior, devem ser credenciados pelo Conselho de Educação do Estado, estabelecimentos de ensino reconhecidos da rede pública.

 

A equivalência de estudos incompletos do Ensino Fundamental e Médio cursados em escolas de país estrangeiro será realizada por estabelecimento de ensino reconhecido.

 

§ 1.º - Ao NRE compete acompanhar e supervisionar o processo executado pelo estabelecimento de ensino.

 

§ 2.º - O estabelecimento de ensino deverá observar:

 

I - as precauções indispensáveis ao exame da documentação do processo, quando realizado no exterior, devem ser autenticadas pelo cônsul brasileiro da jurisdição do local onde foram realizados os estudos ou, na impossibilidade disso, pelo cônsul do país de origem no Brasil, exceto dos países pertencentes ao Mercosul.

 

II - existência de acordos e convênios internacionais;

 

III - todos os documentos escolares originais, à exceção dos de língua espanhola, deverão conter tradução para o português por tradutor juramentado;

 

IV - as normas para transferência e aproveitamento de estudos constantes na Deliberação.

 

 

 

Cabe ao Conselho Estadual de Educação decidir sobre a equivalência de estudos ou de curso que não tenha similar no Sistema de Ensino do Brasil.

 

 

 

Ao estabelecimento de ensino onde tiver sido realizada a equivalência ou revalidação de estudos compete a emissão da respectiva documentação.

 

 

 

Efetuada a revalidação ou declarada a equivalência, o ato pertinente será registrado no órgão competente e os resultados integrarão a documentação do aluno.

 

 

 

O aluno oriundo de país estrangeiro que não apresentar documentação escolar e condições imediatas para classificação, deverá ser matriculado na série compatível com sua idade, em qualquer época do ano, ficando a escola obrigada a elaborar plano próprio para o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades necessárias para o prosseguimento de seus estudos.

 

 

 

DA REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR

 

No caso de denúncia ou suspeita de irregularidade na vida escolar do aluno, a Secretaria de Educação procederá à verificação mediante processo adequado.

 

§ 1.º - Uma vez assegurado o direito de ampla defesa aos implicados e confirmada a irregularidade, serão impostas aos responsáveis as sanções cabíveis.

 

§ 2.º - Caberá ao Conselho Estadual de Educação, determinar a forma de regularização da vida escolar, salvo nos casos expressamente delegados.

 

§ 3.º - Provada culpa ou dolo por parte da direção do estabelecimento, serão impostas aos responsáveis, de acordo com a natureza da infração, as sanções previstas na legislação.

 

 

 

O encaminhamento dos processos de regularização de vida escolar é responsabilidade do Estabelecimento que detiver a matrícula do aluno mesmo nos casos de transferência com irregularidade.

 

 

 

Os Estabelecimentos integrantes do Sistema Estadual de Ensino são autorizados a proceder à regularização de vida escolar dos alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, conforme disposto em seu regimento escolar, atendida a presente deliberação.

 

 

 

O processo de regularização de vida escolar será de responsabilidade do Administrador Escolar do Estabelecimento, sob a supervisão do Núcleo de Educação competente.

 

§ 1.º - O Diretor, constatada a irregularidade, dará imediatamente ciência ao Núcleo Regional de Educação.

 

§ 2.º - O Núcleo Regional de Educação acompanhará o processo pedagógico e administrativo, desde a comunicação do fato até a sua conclusão.

 

§ 3.º - Ao Núcleo Regional de Educação cabe a emissão do ato de regularização.

 

§ 4.º - Quando se tratar de transferência com irregularidade, caberá ao Administrador Escolar registrar os resultados do processo na documentação do aluno.

 

 

 

No caso de irregularidade detectada após o encerramento do curso, o aluno deverá ser convocado para Exames Especiais a serem feitos na escola em que concluiu o mesmo, sob a supervisão do Núcleo Regional de Educação.

 

 

 

§ 1.º - No caso de não haver possibilidade de serem efetuados os Exames Especiais na escola em que o aluno concluiu o curso, deverá ser credenciado, pelo Núcleo Regional de Educação, estabelecimento de ensino devidamente reconhecido.

 

 

 

§ 2.º - Em nenhuma hipótese a regularização escolar deverá acarretar ônus financeiro para o aluno.

 

 

 

No caso de insucesso nos Exames Especiais, o aluno poderá requerer nova oportunidade, decorridos, no mínimo 60 (sessenta) dias, a partir da publicação de resultados.

 

 

 

É de competência exclusiva do Conselho Estadual de Educação, manifestar-se sobre a regularização de vida escolar no caso de:

 

 

 

I -   documentos escolares com suspeita de falsificação;

 

II -  aluno proveniente de Estabelecimento não autorizado;

 

III - aluno que ingresse com idade inferior à permitida pela legislação.

 

 

 

O ato de regularização e os resultados finais do processo deverão constar do histórico escolar do aluno e do relatório final do estabelecimento.

 

16 - METAS E COMPETÊNCIAS

 

DO DIRETOR

 

METAS

 

  • Coordenar, dirigir e fazer executar todas as atividades previstas possibilitando ampla atuação de todos os membros da Unidade Escolar;
  • Convocar e presidir reuniões;
  • Realizar reuniões administrativas semanalmente;
  • Administrar todos os departamentos da Unidade Escolar para que estes alcancem seus objetivos;
  • Promover o marketing educacional junto a comunidade escolar;
  • Assinar, juntamente com o secretário, toda a documentação relativa à vida escolar dos educandos e da Unidade Escolar;
  • Manter a conservação do Ambiente Escolar;
  • Manter o ambiente alegre e acolhedor aos alunos, professores e pais;
  • Incentivar os professores na realização dos projetos pedagógicos;
  • Promover eventos especiais tais como: coral de alunos, atividades de combate ao tabagismo, drogas e alcoolismo, palestras e cursos aos pais;
  • Organizar formaturas;
  • Acompanhar o rendimento dos alunos e buscar soluções para os possíveis problemas;
  • Divulgar a Proposta Pedagógica e Regimento Escolar.
  • Dirigir o conselho de classe;
  • Ser o elo de ligação entre a Mantenedora e a Unidade Escolar.

 

 

 

 

 

 

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Elaborar o plano de ação anual de forma detalhada, para uma melhor organização das atividades ao decorrer do ano e enviar uma cópia para a Mantenedora, englobando todos os setores da Unidade Escolar;
  • Acompanhar o funcionamento diário da escola, dando apoio e orientação a cada funcionário para que realize com sucesso as suas funções;
  • Administrar todos os departamentos da Unidade Escolar para que estes alcancem seus objetivos;
  • Dar atendimento aos pais, alunos, professores ou qualquer pessoa que venha procurar a administração da Unidade Escolar;
  • Assinar, juntamente com o secretário, toda a documentação relativa à vida escolar dos educandos e da Unidade Escolar;
  • Assinar, juntamente com a coordenação pedagógica, bimestralmente os diários de classe;
  • Acompanhar o rendimento dos alunos e buscar soluções para os possíveis problemas;
  • Fazer cumprir as determinações previstas no regimento e calendário escolar;
  • Promover o marketing educacional junto a comunidade escolar;
  • Estabelecer cronograma de visitas junto a pais e alunos e fazer o acompanhamento;
  • Administrar a Unidade Escolar a fim de suprir com recursos para que a aprendizagem se dê de forma mais prática e prazerosa;
  • Manter em dia a documentação legal junto ao Núcleo Regional de Educação e Mantenedora;
  • Preparar o material de matrícula e organizar o cronograma de atividades;
  • Manter a conservação do prédio;
  • Organizar e realizar as formaturas;
  • Estar presente em todas as atividades da Unidade Escolar;
  • Observar a entrada e saída dos alunos;
  • Acompanhar o trabalho da Disciplina e demais atividades e setores da Unidade Escolar;
  • Promover e trabalhar nas atividades de matrículas;
  • Assistir as reuniões pedagógicas;
  • Assistir as reuniões do Conselho Escolar, fazer atas e secretariar o mesmo;
  • Sempre que possível, estar com os professores nos recreios;
  • Acompanhar as semanas especiais;
  • Visitar mensalmente todas as turmas;
  • Fazer convênios visando matrículas: pré-escolas, empresas, imobiliárias, igrejas, etc;
  • Organizar campanhas para o crescimento da Biblioteca;
  • Realizar reuniões com professores e funcionários;
  • Organizar reuniões de Pais e Mestres;
  • Fazer atendimento aos pais;
  • Disciplinas graves: compatibilizar Regimento Escolar e Conselho Tutelar, fazendo o encaminhamento quando necessário;
  • Organizar e acompanhar excursões para os formandos;
  • Zelar pelo uso do uniforme padrão;
  • Zelar pela apresentação pessoal dos professores e dos funcionários;
  • Assinar os documentos oficiais da Unidade Escolar;
  • Zelar pela limpeza e conservação da Unidade Escolar;
  • Criar um Banco de Palestras para vários fins;
  • Organizar o plantão de férias;
  • Assinar os documentos oficiais da Unidade Escolar;
  • Buscar de profissionais competentes para o quadro de pessoal da Unidade Escolar;
  • Presidir o conselho de classe.

 

 

 

DO ADMINISTRADOR FINANCEIRO

 

 

 

METAS

 

  • Responsável pelas finanças e preservação do patrimônio da Unidade Escolar;
  • Reduzir a inadimplência para que a Unidade Escolar possa manter-se equilibrada financeiramente;
  • Manter um bom relacionamento com todos os setores da Unidade Escolar;
  • Envolver-se nas atividades pedagógicas com o objetivo de apoiar os seus investimentos;
  • Fazer controle das despesas gerais: papel, telefone, água, luz, limpeza, vale transporte,...;
  • Buscar recursos financeiros para serem aplicados na Unidade Escolar.

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Elaborar o plano de ação anual, submetendo-o a apreciação e aprovação da Administração Escolar;
  • Conhecer a Linha Pedagógica e participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  • Fazer o orçamento anual da Unidade Escolar e suas adequações, buscando o funcionamento eficiente e adequado de todos os serviços prestados;
  • Atuar como responsável por todos os valores e equipamentos pertencentes à Unidade Escolar e ter em dia o registro dos mesmos;
  • Dirigir, controlar e fiscalizar as receitas e despesas, tendo em vista a aplicação correta e necessária ao bom funcionamento de todos os serviços da Unidade Escolar;
  • Verificar junto a Mantenedora e ter cópia em pasta própria, responsabilizando-se por todos os pagamentos de impostos, taxas e contribuições, tendo sempre documentos atualizados que estejam sujeitos às atividades escolares bem como: alvará de funcionamento, corpo de bombeiros, vigilância sanitária, planta completa do prédio, planta hidráulica, averbação do prédio junto ao cartório de imóveis, escritura do terreno registrada no cartório de imóveis;
  • Efetuar a cobrança das mensalidades escolares;
  • Manter o Diretor sempre informado das inadimplências ou outras situações ao seu âmbito de atendimento;
  • Responsabilizar-se por todas as tarefas e rotinas administrativo-financeiras de pessoal, conservação e manutenção da Unidade Escolar, fazendo controle de todos os recursos financeiros, suas aplicações e prestação de contas de acordo com as normas e prazos estabelecidos e manter os registros e contábeis em dia;
  • Movimentar, junto com o Diretor, a conta bancária da Unidade Escolar e executar a conciliação dos extratos bancários;
  • Controlar os registros de ponto e arquivar.
  • Manter a cobrança atualizada das mensalidades;
  • Enviar o nome dos alunos inadimplentes para empresa de cobrança depois de 60 (sessenta) dias;
  • Manter equilíbrio entre entradas e saídas;
  • Manter em dia o caixa fixo;
  • Manter em dia os pagamentos e compromissos da Unidade Escolar, tais como água, luz, telefone, etc..;
  • Zelar pela austeridade e economia na realização do orçamento escolar;
  • Acatar as orientações do programa da Mantenedora, bem como da Administração da Unidade Escolar;
  • Exigir documentação legal e hábil nos pagamento e transações realizadas pela Unidade Escolar tais como: notas fiscais devidamente preenchidas, recibos, etc..;
  • Não fornecer sobre nenhum pretexto adiantamento para funcionários via caixa da Unidade Escolar;
  • Arquivar organizadamente toda a documentação contábil e trabalhista;
  • Emitir recibo de toda e qualquer importância eventualmente recebida na Unidade Escolar;
  • Orientar os pais ou responsáveis financeiros para que paguem as mensalidades, taxas, livros, inscrições, etc., no banco designado pelo programa;
  • Não permitir que nenhum funcionário inicie suas atividades na Unidade Escolar antes que sua situação esteja regularizada no departamento pessoal da Mantenedora;
  • Controlar o registro ponto de todos os funcionários informando ao sistema as faltas, atrasos e qualquer procedimento anormal neste controle;
  • Controlar férias, horário de trabalho, aviso prévio, carga horária e seguir estritamente as orientações do sistema de recursos humanos da Mantenedora;
  • Inventariar todos os bens móveis e imóveis da Unidade Escolar fazendo a contagem física pelo menos uma vez por semestre e enviar sempre relação atualizada ao programa, sempre arquivando cópia desta listagem para futura conferência;
  • Verificar e acompanhar junto ao Departamento de Educação da Mantenedora a situação e os valores segurados da Unidade Escolar (roubo, incêndio, vendaval, responsabilidade civil, etc.);
  • Manter em dia o pagamento das taxas municipais, registro na prefeitura e isenção do ISS junto a prefeitura municipal.
  • Acompanhar a manutenção e conservação do prédio e arredores.
  • Acompanhar na Unidade Escolar a equipe responsável pela limpeza.
  • Impedir qualquer movimento financeiro paralelo ao programa estabelecido pelo Departamento de Educação da Mantenedora;
  • Ter formação acadêmica na área em que atua (Ciências Contábeis, Administração, etc.)
  • Conhecer os aspectos pedagógicos que norteiam a filosofia da educação adventista;
  • Acatar as orientações do programa de tesouraria da Mantenedora, bem como da administração da Unidade Escolar;
  • Acompanhar os fatos contábeis ocorridos mensalmente, elaborando análises financeiras e econômicas para administração da Unidade Escolar e do Departamento de Educação da Mantenedora;
  • Propor de forma criativa, soluções que otimizem os gastos da Unidade Escolar;
  • Estar sempre focado na diminuição dos custos desnecessários;
  • Auxiliar o trabalho de secretaria no que diz respeito ao cadastro de alunos e envio para o Controle Financeiro Escolar (CFE) da Mantenedora;
  • Dirigir e participar da comissão que estuda as concessões de gratuidade aos alunos carentes;
  • Conferir mensalmente a folha de pagamento, conferindo salários, carga horária, qüinqüênios e funções;
  • Acompanhar e gerir os recursos das atividades externas, tais como: excursões, passeios, formaturas e eventos;
  • Em conjunto com o Administrador Escolar, movimentar a conta bancária, zelando sempre para que os fundos sejam suficientes para a movimentação financeira da Unidade Escolar.

 

 

 

DO SECRETÁRIO

 

METAS

 

  • Participar das matrículas quanto aos registros, escrituração e arquivo de documentos dos alunos para entregar em dia todos os relatórios solicitados;
  • Fornecer dados aos setores que necessitarem;
  • Fazer as atas e planilhas de resultados finais da Unidade Escolar;
  • Receber e expedir documentos escolares, registrando os devidos protocolos;
  • Manter atualizados, em ordem e completos os registros e arquivos da Unidade Escolar, docentes e discentes;
  • Manter contato direto com a Mantenedora e Órgãos Estaduais (Núcleo Regional de Educação e Secretaria Estadual de Educação), entregando os documentos solicitados em dia e participando de todas as reuniões propostas;
  • Apoiar os professores e coordenação pedagógica quanto aos diários, conferindo-os e arquivando;
  • Zelar pelos equipamentos à disposição;
  • Atender bem aqueles que se dirigirem ao setor;
  • Manter os registros ativo, passivo e sistema de secretaria em dia;
  • Encadernar todos os diários ao final de cada ano letivo conforme o padrão da Mantenedora;
  • Enviar em dia os relatórios finais ao Núcleo Regional de Educação;
  • Enviar os relatórios de abertura e encerramento para a Mantenedora até o dia quinze de março e quinze de outubro;

 

 

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Elaborar o plano de ação anual, submetendo-o a apreciação e aprovação da Administração Escolar e enviar uma cópia para a Mantenedora;
  • Participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  • Conhecer a Linha Pedagógica Adventista;
  • Manter-se atualizado de modo a desempenhar satisfatoriamente suas funções;
  • Expedir documentos ou transferências, assinando-os juntamente com o Diretor;
  • Realizar o serviço de escrituração e registro escolar e de arquivo ativo e passivo;
  • Articular-se com os setores técnico-pedagógicos para que, nos prazos previstos, sejam fornecidos todos os resultados escolares dos alunos;
  • Manter atualizadas as pastas e os registros individuais dos alunos e de pessoal, quanto à documentação exigida;
  • Manter atualizadas as cópias da legislação em vigor;
  • Evitar o manuseio, por pessoas estranhas ao serviço, bem como a retirada do âmbito da Unidade Escolar, das pastas, livros, diários de classe e registros de qualquer natureza, salvo quando oficialmente requeridos e protocolados;
  • Participar do planejamento geral da Unidade Escolar e demais reuniões, com vistas ao registro da escrituração escolar e arquivo;
  • Adotar medidas que visem a preservar toda a documentação sob sua responsabilidade;
  • Executar outras tarefas delegadas pelo Diretor no âmbito de sua competência;
  • Lavrar atas;
  • Cuidar do recebimento de matrículas, transferências e respectiva documentação;
  • Cuidar da comunicação interna e externa da Unidade Escolar com a comunidade escolar e com terceiros.

 

 

 

DA EQUIPE ADMINISTRATIVA

 

 

 

Constituir-se-ão direitos:

 

I. utilizar-se das dependências, das instalações e dos recursos materiais da unidade escolar necessários ao exercício de sua função;

 

  1. I.             requisitar todo o material necessário à sua atividade, dentro das possibilidades da unidade escolar;
  2. II.            sugerir aos diversos setores da unidade escolar, medidas que viabilizem um melhor funcionamento de suas atividades.

 

 

 

Constituir-se-ão deveres:

 

  1. I.             cumprir e fazer cumprir os horários e calendário escolar;
  2. II.            agir com ética  e respeito no seu relacionamento com os membros da comunidade escolar;
  3. III.           manter assiduidade, comunicando com antecedência, sempre que possível, os atrasos e faltas eventuais;
  4. IV.          planejar e executar com eficiência o seu trabalho;
  5. V.           praticar em classe ou fora dela os princípios de ética em consonância com a filosofia da unidade escolar;
  6. VI.          atuar como professor conselheiro e/ou coordenador, quando convidado;
  7. VII.         cumprir e fazer cumprir as disposições do presente Regimento, no seu âmbito de ação;
  8. VIII.        o diretor deve assinar, juntamente com o secretário toda a documentação escolar;
  9. IX.          resolver os casos omissos a este Regimento.

 

 

 

Constituir-se-ão proibições:

 

  1. I.              ausentar-se do ambiente escolar sem comunicar;
  2. II.             utilizar-se de sua função para aplicar sansões a alunos e funcionários sem fundamento ou certeza de seus atos

 

 

 

Constituir-se-ão sansões:

 

  1. a.            advertência verbal ou escrita através da Mantenedora;
  2. b.            a Comissão Interna da Mantenedora decidirá em voto e ata os atos da equipe administrativa.

 

 

 

 

 

DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA

 

 

 

METAS

 

  • Estar preparado para assumir a turma na ausência do professor;
  • Apoiar todos os eventos da Unidade Escolar;
  • Realizar avaliações com os professores para fazer um acompanhamento mais detalhado das atividades desenvolvidas;
  • Manter o material pedagógico organizado;
  • Organizar grupos de estudos sobre: planejamento, avaliação, ...

 

 

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Elaborar o plano de ação anual, submetendo-o a apreciação e aprovação da Administração Escolar;
  • Acompanhar e fazer cumprir o calendário escolar;
  • Convocar professores para as atividades pedagógicas e participar;
  • Apoiar e participar do planejamento de todos os eventos promovidos pela Unidade Escolar;
  • Trabalhar em consonância com a Orientação Educacional;
  • Fazer avaliação e auto-avaliação com professores para que haja sempre crescimento no aspecto pedagógico;
  • Conhecer a linha pedagógica e participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  • Trabalhar em consonância com as orientações emanadas do Departamento de Educação da Entidade Mantenedora;
  • Orientar os professores na elaboração, execução e avaliação em todo o seu fazer pedagógico;
  • Estimular o contínuo aperfeiçoamento do pessoal docente;
  • Participar da elaboração do regulamento da Biblioteca Escolar, juntamente com o seu responsável;
  • Orientar o funcionamento da biblioteca, para garantia do seu espaço pedagógico;
  • Participar junto à Administração Escolar e à Orientação Educacional da composição de turmas, distribuição de carga horária, sistema de verificação do rendimento escolar e sistema de recuperação; 
  • Avaliar, sugerir e acompanhar o uso do material didático-pedagógico;
  • Assessorar a administração nas questões pedagógicas emitindo parecer e propondo medidas para melhorar o fazer pedagógico;
  • Estabelecer inter-relações positivas com os diversos segmentos da comunidade, promovendo o enriquecimento das atividades pedagógicas;
  • Assessorar a Administração Escolar na seleção do pessoal técnico-pedagógico;
  • Analisar, emitir parecer, planejar e acompanhar a operacionalização das adaptações de resultados, classificação, reclassificação e revalidação de estudos decorrentes do recebimento de transferência de alunos, junto à secretaria;
  • Participar e apoiar as prerrogativas do conselho de classe;
  • Manter controle do diário de classe, assinando-os ao final de cada bimestre e observando-os para que não tenham rasuras, estejam completos e com os fechamentos feitos;
  • Colaborar com a Orientação Educacional, buscando junto aos professores a solução de possíveis problemas de aprendizagem;
  • Participar da avaliação da Unidade Escolar com vistas a melhoria do processo educacional;
  • Auxiliar no planejamento, implementação e avaliação dos projetos promovidos pela Unidade Escolar;
  • Ser responsável pela informação interna da Unidade Escolar (murais e circulares);
  • Acompanhar e assistir aulas dadas pelos professores;
  • Verificar o processo de avaliação;

 

 

 

DA ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

 

METAS

 

  • Organizar a pasta dos alunos com registros e acompanhamentos, bem como entrevistas realizadas;
  • Acompanhar as necessidades educacionais;
  • Incentivar e promover projetos em consonância com a coordenação pedagógica;
  • Promover escola de pais buscando profissionais para as palestras e fazer a divulgação;
  • Promover semanas especiais;
  • Acompanhar as agendas dos alunos e disponibilizar uma agenda modelo para ficar à disposição dos pais;
  • Realizar entrevistas com pais e alunos e orientá-los quanto a proposta da Unidade Escolar.

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Elaborar o plano de ação anual, submetendo-o a apreciação e aprovação da Administração Escolar;
  • Trabalhar em consonância com as orientações emanadas do Departamento de Educação da Entidade Mantenedora.
  • Participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  • Conhecer e nortear as atividades escolares em conformidade com a Proposta Pedagógica;
  • Organizar e manter atualizado o dossiê individual dos alunos e das turmas;
  • Participar da ação de normas acerca de composição de turmas, distribuição de carga horária, sistemas de avaliação e recuperação;
  • Ser o elo entre a Unidade Escolar e a família objetivando o desenvolvimento integral do educando;
  • Interagir com pessoas e instituições que concorram para a concretização dos objetivos da Orientação Educacional;
  • Planejar e coordenar o processo de sondagem de interesses (aptidões e habilidades) visando despertar no educando a valorização do trabalho e a necessidade de uma escolha profissional consciente;
  • Manter-se constantemente atualizado, de modo a desempenhar satisfatoriamente suas funções;
  • Sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos, encaminhando a outros profissionais aqueles que necessitem acompanhamento especial;
  • Participar das reuniões de caráter pedagógico;
  • Acompanhar, permanentemente o processo de avaliação;
  • Atuar em sintonia com o Coordenador Pedagógico, estimulando o desempenho de atividades pedagógicas que atendam às necessidades individuais dos alunos;
  • Organizar e assessorar as atividades pertinentes ao Conselho de Classe;
  • Manter relações interpessoais de caráter profissional de modo a suscitar o engajamento de forma que concorra para a realização plena das atividades pedagógicas;
  • Estabelecer inter-relações positivas com os diversos segmentos da comunidade promovendo o enriquecimento das atividades pedagógicas;
  • Auxiliar no planejamento, implementação e avaliação dos projetos promovidos pela Unidade Escolar;
  • Desenvolver Projetos Educacionais fundamentados no planejamento geral como parte da proposta pedagógica da Unidade Escolar, como idéia clara e definida, abrangendo a área educacional, vital, familiar e vocacional.
  • Promover projetos de hábitos de estudos durante o ano letivo, palestras, painéis, questionários e recursos audiovisuais e orientar o aluno na organização de suas atividades escolares através do uso correto da agenda;
  • Acompanhar o rendimento escolar buscando incentivar o melhor aproveitamento do ensino e colaborando ao levantar as causas que possam interferir no desempenho do aluno.  Isto pode ser realizado através de aconselhamento educacional e comunicação aos pais;
  • Colaborar com o aluno na formação da cidadania considerando os aspectos pessoais e sociais através de projetos inseridos no planejamento de várias disciplinas e pelo Serviço de Orientação Educacional: semana da cortesia / amizade, educação sexual, higiene e saúde, incluindo hábitos alimentares, projeto de alerta às drogas, projeto auto-estima,...
  • Contribuir com várias atividades a fim de reforçar os valores da família cristã e sua relação com a escola: aconselhamento familiar, palestras de temas específicos, programações especiais, ...
  • Facilitar o desenvolvimento e busca de auto-conhecimento do educando, maturação vocacional,  exploração de fontes de informação sobre a grande variedade de profissões, atualização quanto ao mercado e as mega-tendências e na valorização do trabalho com os alunos de 8ª série e ensino médio, dentro do conteúdo programático globalizado, interagindo e sensibilizando a coordenação pedagógica, professores, pais e comunidade como co-participantes do processo. Usar várias técnicas de abordagens, testes de sondagens de interesses e de auto-conhecimento, palestras e participação dos pais;
  • Participar e assessorar as atividades do conselho de classe;
  • Colaborar nos projetos da unidade escolar;
  • Elaboração, com o conselheiro da turma, do espelho de classe;
  • Organizar quadros murais de interesse informativo aos alunos.

 

 

 

DOS SETORES DE APOIO

 

Os Setores de Apoio são destinados às atividades que viabilizem a qualidade do processo educativo.

 

 

 

DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

 

Neste espaço os alunos tem acesso a equipamentos e têm oportunidade de estarem em contato direto com todo este maquinário e as aulas possuem caráter prático e de utilidade nas áreas acadêmicas, estando interligado às demais disciplinas.

 

Os alunos também podem acessar a internet neste ambiente para aumentar os seus conhecimentos.

 

 

 

DA BIBLIOTECA (Biblioteca para a Educação Infantil, Brinquedoteca, Mini Centro White, Xerox)

 

Cônscios do benefício que a leitura e a investigação proporcionam ao indivíduo, a Biblioteca da Escola Adventista, busca estratégias para incentivar o hábito da leitura e orientar o desenvolvimento de pesquisas nos vários suportes de informação, tendo assim a expectativa de formar alunos críticos, criativos e independentes de forma a ampliar o seu vocabulário e desenvolver a escrita, levando-o a uma identificação e preservação do verdadeiro legado da humanidade, o conhecimento.

 

 

 

METAS DA BIBLIOTECA

 

  • ·         Participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  • ·         Manter a biblioteca atualizada de modo a desempenhar satisfatoriamente suas funções;
  • ·         Atender a comunidade escolar nos horários indicados;
  • ·         Organizar, descrever, classificar e indexar todos os suportes de informação para apoio ao currículo escolar;
  • ·         Elaborar relatório de utilização do acervo;
  • ·         Promover campanhas de incentivo à leitura e à pesquisa;
  • ·         Assistir o usuário em suas necessidades de informação;
  • ·         Submeter à aprovação da Coordenação Pedagógica o plano de ação da biblioteca;
  • ·         Participar da avaliação da unidade escolar com vistas à melhoria do processo educacional;
  • ·         Guardar e organizar todos os materiais e fotos produzidos pela Unidade escolar;
  • ·         Realizar atividades como a hora do conto que estimule os alunos menores a usarem a biblioteca;
  • ·         Orientar os alunos e professores no desenvolvimento de trabalhos escolares;
  • ·         Disponibilizar equipamentos para uso dos diversos suportes de informação;
  • ·         Incentivar a presença do professor na biblioteca apresentando materiais de seu interesse;
  • ·         Criar base de dados para divulgação do acervo.

 

 

 

COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO

 

  • Realização do diagnóstico da unidade escolar para conhecer a comunidade;
  • Participação no planejamento geral da unidade escolar e estabelecimento dos objetivos e as prioridades da biblioteca;
  • Coordenação das atividades e serviços da biblioteca;
  • Supervisão e orientação de auxiliares das bibliotecas sob sua responsabilidade;

 

 

 

  • Seleção de materiais para inclusão no acervo;
  • Preparo técnico dos materiais para informatização(descrição, classificação e indexação)
  • Estabelecer mecanismo de avaliação;
  • Elaborar instruções relativas à organização e funcionamento da biblioteca;
  • Elaborar relatórios das atividades desenvolvidas;
  • Atender a consultas;

 

  • Participação nos planejamentos da unidade escolar nos diversos níveis (administrativo e pedagógico) para promover a integração da biblioteca no processo de aprendizagem;

 

  • Elaboração do planejamento da biblioteca juntamente com os auxiliares;
  • Compatibilizar as atividades da biblioteca com o planejamento geral da unidade escolar;
  • Manter contato com autores, editoras, livrarias e bibliotecas da região;

 

 

 

  • Fornecer aos professores listas dos materiais referentes a sua disciplina;
  • Encaminhar sugestões de materiais ao professores e coordenadoras;
  • Fazer indicações de leituras ao usuário;
  • Participar de reuniões da unidade escolar;
  • Manter-se atento quanto às solicitações dos usuários;
  • Fixar o horário de atendimento o mais flexível e amplo;

 

 

 

  • Orientar quanto a limpeza da biblioteca e desinfecção do acervo;
  • Manter-se atualizado quanto às técnicas de ensino, tendência e materiais atuais na área educacional;
  • Sinalizar a biblioteca para facilitar o acesso aos materiais;
  • Orientar a pesquisa em novas tecnologias;

 

 

 

  • Registro dos materiais no programa da USB;
  • Preparo físico dos materiais (carimbo, etiquetas, contact);
  • Organização do acervo de acordo com a CDD;
  • Fazer levantamentos estatísticos (diário, mensal, bimestral) dos empréstimos, pesquisas e frequência dos alunos;
  • Atender as consultas locais e empréstimos;
  • Fazer cobrança semanal dos empréstimos;

 

 

 

  • Receber materiais de doação e pré-selecionar;
  • Conferir os materiais adquiridos por compras;
  • Desenvolver as atividades da biblioteca (hora do conto, uso de materiais, feiras, murais e outros projetos);
  • Fazer pequenos restauros;
  • Controlar a disciplina da biblioteca e das turmas com atividades juntamente com o professor;

 

 

 

 

 

  • Manter a biblioteca limpa e em ordem;
  • Controle dos materiais de escritório para uso da biblioteca e desenvolvimento de atividades;
  • Assistir os usuários em suas pesquisas escolares;
  • Elaborar lista dos periódicos para controle (Título, código do assinante, telefone)

 

 

 

DA EQUIPE PEDAGÓGICA

 

 

 

Constituir-se-ão direitos:

 

  1. I.              terão seus direitos, prerrogativas e deveres emanados das leis trabalhistas;
  2. II.             utilizar livros da Biblioteca, dependências e instalações da Unidade Escolar necessários ao exercício das suas funções;
  3. III.            opinar sobre programas e sua execução, planos de cursos, técnicas e métodos utilizados e adoção de livros didáticos;
  4. IV.           propor medidas que objetivem o aprimoramento de métodos de ensino, avaliação e disciplina.

 

 

 

Constituir-se-ão deveres:

 

  1. I.          acompanhar o planejamento e execução do fazer pedagógico;
    1. II.         cumprir e fazer cumprir os horários e calendário escolar;
  2. III.        implementação da nova Proposta Pedagógica através de grupos de estudos semanais com os professores da Pré-Escola e Ensino Fundamental;
  3. IV.       assessorar o administrador escolar, acompanhando o planejamento, execução e avaliação do fazer pedagógico da Unidade Escolar, tendo em vista o aprimoramento, ao mesmo tempo em que mantém a unidade do pessoal docente em consonância com as diretrizes da Proposta Pedagógica;
  4. V.        observar e auxiliar os professores quanto a sua postura e uso dos meios metodológicos;
  5. VI.          estimular o contínuo aperfeiçoamento do pessoal docente;
  6. VII.         participar da elaboração do regulamento da Biblioteca Escolar, juntamente com o seu responsável;
  7. VIII.        orientar o funcionamento da Biblioteca Escolar, para garantia do seu espaço pedagógico;
  8. IX.          participar junto à administração escolar e à orientação educacional da composição de turmas, distribuição de carga horária, sistema de verificação do rendimento escolar, sistema de recuperação;
  9. X.           avaliar, sugerir e acompanhar o uso do material didático-pedagógico;
  10. XI.          auxiliar o planejamento, implementação e avaliação dos projetos promovidos pela Unidade Escolar;
  11. XII.         observar e cumprir as atividades requisitadas no calendários escolar;
  12. XIII.        realização de semanas especiais;
  13. XIV.       acompanhamento dos conteúdos, linha de ação e processo de avaliação;
  14. XV.        manter-se constantemente atualizado de modo a desempenhar satisfatoriamente suas atividades;
  15. XVI.       assessorar a administração escolar na seleção do pessoal técnico-pedagógico;
  16. XVII.      analisar, emitir parecer, planejar e acompanhar a operacionalização das adaptações de estudos, classificação, reclassificação e revalidação de estudos decorrentes do recebimento de transferência de alunos junto à Secretaria;
  17. XVIII.     participar e apoiar as prerrogativas do Conselho de Classe;
  18. XIX.       manter o controle do diário de classe, particularmente relacionado aos conteúdos ministrados e aspectos legais de ensino, aulas previstas e dadas, freqüência e anotações, assinando-os juntamente com o professor.

 

 

 

Artigo 124 – Constituir-se-ão proibições:

 

  1. I.     tomar medida de avaliação em casos especiais tais como: classificação, reclassificação ou adaptação sem o consentimento do conselho de classe e equipe administrativa;
  2. II.    permitir passeios ou atividades pedagógicas fora do ambiente escolar sem o prévio consentimento dos pais ou responsáveis;
  3. III.   compartilhar informações sigilosas.

 

 

 

 

 

Artigo 125 – Constituir-se-ão sansões:

 

  1. I.          advertência verbal e por escrito quanto ao não cumprimento de seus deveres ou realização de proibições pela equipe administrativa;
  2. II.         encaminhamento a Comissão Interna da Mantenedora.

 

 

 

DA MONITORIA (Responsabilidade pelo Almoxarifado, Sala de Educação Física e Ginásio de Esportes)

 

 

 

METAS

 

  • Monitorar as atividades discentes desde o momento da entrada.  Deverão observar e zelar para que os alunos estejam devidamente uniformizados, movimentem-se com segurança nos pátios e espaços internos, brinquem de forma amistosa e segura nos recreios, entrada e saída;
  • Desenvolver nos alunos o senso de respeito mútuo e cordialidade;
  • Coibir qualquer atitude ou ação agressiva ou discriminatória;
  • Cuidar para que os alunos estejam em sala nos horários de aula, aguardando o professor sentado e em silêncio;
  • Manter a disciplina nos pátios, corredores, e nas salas de aula durante a ausência do professor;
  • Monitorar todas as atividades dos alunos, não devendo restringir sua atenção a um único aluno ou grupo por muito tempo;
  • Manter em alerta a todo e qualquer perigo que se ofereça aos alunos por pessoas estranhas ou pelos colegas;
  • Não permitir brincadeiras, jogos e ou atividades que estimulem a agressividade, violência, desrespeito ou todos os tipos de preconceitos. Tais atitudes devem ser consideradas pelo monitor como falta grave, e os envolvidos encaminhados imediatamente à Orientação Educacional;
  • Encaminhamento do aluno à Orientação Educacional quando não conseguirem resolver o problema ou mesmo for além de sua competência;
  • Ficar atento ao acesso e uso correto dos sanitários masculino e feminino, zelando para que não haja desperdício de água, sabonete, papel higiênico e toalhas, promovendo a conscientização dos alunos;
  • Estar em plena sintonia com os demais setores e nas atividades de cada um, haverá cooperação mútua;
  • O monitor deverá demonstrar amizade, cordialidade, gentileza e autoridade no trato com os alunos, pais e visitantes;

 

 

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Deverá ter sempre postura exemplar;
  • Não fazer comentários sobre os demais colegas de trabalho perante os alunos, pais ou visitantes;
  • Não usar gíria;
  • Não apelidar nem aceitar ou permitir apelidos entre alunos e colegas;
  • Não adotar em hipótese alguma postura preconceituosa;
  • Atender ao professor sempre que solicitado para transportar, retirar ou trazer material didático para a aula, (vídeo, DVD, TV, retroprojetor, giz...);
  • Encaminhar alunos aos setores da Unidade Escolar;
  • Saber que o professor é autoridade máxima em sala de aula não desautorizando o mesmo, nem fazendo qualquer comentário publicamente, ainda que a seu julgamento o professor esteja errado;
  • Adotar postura ética com todos os colegas da equipe e quando for necessário, fará suas observações com quem de direito;
  • Caso o monitor se sinta constrangido, ofendido ou agredido por qualquer outro profissional, deverá procurar o administrador escolar.

 

 

 

DA ZELADORIA (Responsável pela Cozinha, Refeitório e Serviços Gerais)

 

 

 

METAS

 

  • Concluir satisfatoriamente todas as tarefas sob sua competência.

 

 

 

COMPETÊNCIAS

 

  • Oferecer os ambientes da Unidade Escolar limpos e com boa aparência para as atividades do dia-a-dia;
  • Ao início das aulas todos os espaços e acessos da escola deverão estar rigorosamente limpos e com boa aparência;
  • Os corredores, escadas e banheiros deverão ser limpos constantemente;
  • O pátio deverá ser lavado semanalmente assim como as calçadas externas;
  • A sala de professores deverá ser limpa duas vezes ao dia nos momentos fora dos horários de recreios;
  • A Administração, coordenação, secretaria e tesouraria serão limpas diariamente em horários previamente combinados;
  • As zeladoras se farão respeitar pelos alunos e colegas de trabalho, não permitindo qualquer atitude desrespeitosa e/ou preconceituosa, nesses casos deverão se dirigir ao Administrador Escolar;
  • Manter bebedouros rigorosamente limpos constantemente;
  • Manter a limpeza de salas especiais e laboratórios;
  • Atender prontamente sempre que solicitadas.

 

 

 

DO CORPO DOCENTE

 

 

 

Artigo 126 – Constituir-se-ão direitos, além dos que lhe são assegurados pela convenção, em acordo com a legislação vigente:

 

  1. ser tratado com respeito pelos alunos, funcionários e colegas;
  2. conhecer, em tempo útil, as deliberações dos órgãos de direção, administração e gestão e dos órgãos e estruturas de orientação educativa;
  3. ser informado por todos os setores da escola, sobre todos os assuntos que lhe dizem respeito, individualmente ou em função do seu estatuto profissional;
  4. ter a sua disposição material didático em condições de poder ser utilizado;
  5. beneficiar-se e participar em ações de formação que concorram para o seu enriquecimento profissional;
  6. dispor de um espaço com condições para a preparação de aulas ou atividades;
  7. dispor de armários para guardar o seu material;
  8. conhecer com antecipação razoável, alterações no seu horário habitual (reuniões, interrupções de aulas, etc) sob pena de aplicação das normas contidas na CLT;
  9. utilizar equipamentos e serviços nas condições regulamentadas;
  10. ausentar-se do trabalho mediante justificativa de suas faltas com documentos próprios e nos prazos legais (atestados);
  11. circular com segurança na escola, sem que seja posta em risco a sua integridade física e moral;
  12. requisitar todo o material didático que julgar necessário às aulas, dentro das possibilidades do estabelecimento;
  13. utilizar livros da biblioteca, dependências e instalações do estabelecimento necessários ao exercício de suas funções, desde que combinado previamente;
  14. opinar sobre programas e sua execução, planos de cursos, técnicas e métodos utilizados;
  15. propor a direção e coordenação pedagógica medidas de avaliação, de  administração e de disciplina;
  16. todas as determinações contidas na legislação vigente.

 

      

 

Artigo 127 – Constituir-se-ão deveres:

 

  1. I.              o professor enquanto coordenador do plano de trabalho da turma, é particularmente responsável pela adoção de medidas tendentes a melhoria das condições de aprendizagem e a promoção de um bom ambiente educativo, competindo-lhe articular a intervenção dos pais e encarregados de educação e colaborar com estes no sentido de prevenir e resolver problemas comportamentais ou de aprendizagem;
  2. II.             ser assíduo e pontual;
  3. III.            usar de lealdade para com a mantenedora, colegas, funcionários e alunos, respeitando-os como pessoas nas suas idéias, bens e funções;
  4. IV.           contribuir para que se estabeleça um clima de liberdade e de cordialidade, de modo a propiciar espaços de crítica e de reflexão dentro dos princípios da mantenedora;
  5. V.            desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, com vista a sua formação integral moral e incutir-lhes a idéia de respeito pela pessoa humana e pelo meio ambiente;
  6. VI.           resolver com bom senso e com espírito de tolerância e mansidão os problemas que surjam no contato com os alunos ou com os outros membros da comunidade escolar;
  7. VII.          responsabilizar-se pela sua conduta;
  8. VIII.         justificar as suas faltas em consonância com a legislação em vigor, não esquecendo de o fazer, no dia anterior, no próprio dia, ou no dia seguinte ao seu retorno;
  9. IX.           comunicar a direção da escola, a ausência ao serviço no dia anterior, para que esta possa providenciar a respectiva substituição, não esquecendo de dispor para a administração escolar o plano de aula respectivo ao(s) dia(s) de falta;
  10. X.            respeitar o horário de entrada e de saída da sala de aula;
  11. XI.           ser o primeiro a entrar na sala de aula e o último a sair. Uma vez terminada a aula deverá verificar que a sala fica arrumada;
  12. XII.          cumprir as normas éticas e morais inerentes a sua atividade profissional, designadamente a não dar aulas particulares aos próprios alunos, com fins lucrativos;
  13. XIII.         no início de cada aula, marcar faltas aos alunos ausentes;
  14. XIV.        fornecer ao administrador escolar e equipe pedagógica, as informações que estes lhe solicitarem acerca do aproveitamento e comportamento dos alunos. Toda falta por comportamento incorreto, exige a elaboração de uma advertência;
  15. XV.         proceder o registro do conteúdo programático relativo a cada aula ou sessão de trabalho;
  16. XVI.        fazer da avaliação uma atitude consciente, responsável, permanente e participativa seguindo os critérios gerais de avaliação de escola;
  17. XVII.       comunicar qualquer anormalidade na sala de aula ao monitor em serviço no local;
  18. XVIII.      solicitar autorização a direção, para ministrar a aula fora do recinto escolar;
  19. XIX.        cumprir as regras de funcionamento estabelecidas pela mantenedora dos serviços que utiliza;
  20. XX.         sensibilizar os alunos e colaborar com eles na conservação do edifício, do mobiliário e do material escolar, tanto na sala de aula como em qualquer dependência da escola;
  21. XXI.        não permitir que, por razão alguma, os alunos tenham acesso aos livros de ponto e as chaves;
  22. XXII.       não permitir que os alunos ingiram alimentos na sala de aula salvo casos excepcionais;
  23. XXIII.      não permitir que os alunos permaneçam na sala de aula durante os intervalos;
  24. XXIV.     sempre que, por motivo de força maior , tenha que ausentar-se da aula, deve chamar um funcionário de modo a que os alunos não fiquem sozinhos;
  25. XXV.      não permitir que os alunos se façam acompanhar, na sala de aula, por objetos que perturbem o desenvolvimentos das atividades letivas. Caso tal se verifique, o aluno deverá guardar os mesmos num local indicado pelo professor;
  26. XXVI.     desligar celulares durante o período de funcionamento das aulas;
  27. XXVII.    promover medidas de caráter pedagógico que estimulem o harmonioso desenvolvimento da educação, quer nas atividades na sala de aula quer nas demais atividades da escola;
  28. XXVIII.   participar da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica;
  29. XXIX.     opinar, juntamente com a Coordenação Pedagógica na seleção de livros e materiais didáticos coerentes com a Proposta Pedagógica da Unidade Escolar;
  30. XXX.      acompanhar o processo de avaliação, tendo em vista a apropriação ativa e crítica do conhecimento pelo educando;
  31. XXXI.     comparecer as reuniões do Conselho de Classe;
  32. XXXII.    participar de reuniões de estudos, encontros, cursos, seminários e outros eventos, visando seu constante aperfeiçoamento profissional;
  33. XXXIII.   entregar pontualmente a secretaria, nas datas determinadas, freqüências, conteúdos e avaliações;
  34. XXXIV.  assegurar que, no âmbito escolar, não ocorra tratamento discriminado de qualquer tipo;
  35. XXXV.   estabelecer processos de ensino-aprendizagem resguardando sempre o respeito humano ao educando;
  36. XXXVI.  manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho, com seus colegas, com educandos, pais e com os diversos segmentos da sociedade;

 

XXXVII. participar da elaboração dos planos de recuperação de estudos a serem proporcionados aos educandos com baixo rendimento escolar;

 

XXXVIII. zelar no sentido de que as relações humanas, na área em que participa como educador, sejam as melhores, facilitando dessa forma o desenvolvimento do processo educativo em meio ao clima de aproveitamento integral e perfeita tranqüilidade.

 

  1. XXXIX.  e os demais previstos na lei.

 

 

 

Artigo 128 – Constituir-se-ão proibições:

 

  1. I.              discriminar educandos;
  2. II.             entrar com atraso em classe ou sair antes de findar a aula;
  3. III.            servir-se da função para divulgar idéias contrárias aos ideais nacionais e filosóficos da entidade mantenedora;
  4. IV.           aplicar penalidades aos alunos sem que estas estejam regimentadas e com o consentimento da equipe administrativa;
  5. V.            deixar de comunicar a equipe administrativa qualquer medida disciplinar a ser aplicada aos alunos.

 

 

 

Artigo 129 – Constituir-se-ão sansões:

 

  1. I.              advertência verbal ou por escrito quanto ao não cumprimento de seus deveres ou realização de proibições pela equipe pedagógica;
  2. II.   encaminhamento para a equipe administrativa;
  3. III.  encaminhamento a comissão interna da comissão interna da mantenedora.

 

 

 

Parágrafo Único - Não será considerado como parte do uniforme: cabelos compridos para os meninos, uso de bonés, tamancos, jóias, bijouterias, penteados excêntricos, piercings e pinturas,uso de celulares.

 

 

 

 

 

CAPÍTULO IV

 

DO CORPO DISCENTE

 

 

 

Artigo 130 – Constituirão direitos:

 

  1. I.     tomar conhecimento no ato da matrícula das disposições do regimento escolar, da Proposta Pedagógica e do Código de Ética Escolar;
  2. II.    receber educação que vise seu conhecimento como pessoa, o seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o trabalho;
  3. III.   participar em igualdade de condições das atividades escolares, sociais, cívicas e recreativas, destinadas a sua formação e promovidas pela unidade escolar;
  4. IV.  solicitar orientações acadêmicas aos professores e demais técnicos da educação da unidade escolar, sempre que julgar necessário;
  5. V.   apresentar sugestões relativas ao melhoramento da vida escolar, tanto aos professores como a administração;
  6. VI.  tomar conhecimento, através do boletim escolar, de sua freqüência e aproveitamento, ao final de cada bimestre;

 

VII. solicitar revisão de notas, dentro do prazo de 48 horas de dias úteis, a partir da divulgação das mesmas;

 

  1. VIII.        ser tratado com respeito, atenção e ética pela administração, professores, e funcionários da unidade escolar;
  2. IX.  requerer transferência através do pai e/ou responsável;
  3. X.   utilizar as instalações da unidade escolar para atividades extra classe desde que previamente autorizado, pesquisa ou experiência, em horário compatível com as demais atividades acadêmicas, segundo o programa da unidade escolar.
  4. I.             colaborar com a administração e demais serviços da unidade escolar, inserindo-se na dinâmica do processo educacional e consequentemente, da vida escolar;
  5. II.            ter postura compatível com o código de ética escolar e demais regulamentos e determinações da unidade escolar;
  6. III.           apresentar-se uniformizado em todas as atividades escolares;
  7. IV.          freqüentar com assiduidade, pontualidade e interesse as aulas e demais atividades escolares;
  8. V.           dirigir-se com ética e respeito a administração, professores, autoridades de ensino, funcionários e colegas;
  9. VI.          valorizar sua escola concorrendo para elevação do seu conceito, apenas fazendo uso do seu nome em manifestações com licença expressa da administração;
  10. VII.         cooperar com a ordem, o asseio e a preservação de tudo o que diz respeito a unidade escolar, responsabilizando-se pelos danos causados;
  11. VIII.        participar das comemorações cívicas e demais eventos da unidade escolar;
  12. IX.          participar de forma responsável das atividades acadêmicas, utilizando o material solicitado, responsabilizando-se pela guarda e cuidado de todos os seus pertences;
  13. X.           responsabilizar-se pela entrega de comunicados e documentos enviados pela unidade escolar aos pais e responsáveis legais;
  14. XI.          devolver a Biblioteca, em tempo hábil, os materiais emprestados para consulta;
  15. XII.         responsabilizar-se por sua condição de aprendiz, não permitindo que terceiros realizem as tarefas que lhe são pertinentes;

 

 

 

Artigo 131 - Constituir-se-ão deveres:

 

 

 

Parágrafo Único - Não será considerado como parte do uniforme: cabelos compridos para os meninos, uso de bonés, tamancos, jóias, bijouterias, penteados excêntricos, piercings e pinturas,uso de celulares.

 

 

 

Artigo 132 – Constituir-se-ão proibições:

 

  1. I.             ausentar-se da unidade escolar sem a permissão da administração;
  2. II.            envolver-se, durante a permanência na escola ou eventos extra classe, com atividades alheias a eles ou portar material estranho aos mesmos;
  3. III.           portar ou fazer uso de cigarros, bebidas alcoólicas ou substâncias tóxicas, bem como participar de brigas ou tomar atitudes incompatíveis com o adequado comportamento social, no interior, na frente, ou nas imediações da unidade escolar, ou quando se encontrar uniformizado;
  4. IV.          promover eventos de qualquer natureza nas dependências ou imediações da unidade escolar ou em quaisquer outros lugares envolvendo seu nome, sem autorização da administração;
  5. V.           impedir a entrada de colegas às aulas ou incitá-los a ausência coletiva.
    1. VI.   portar qualquer tipo de arma, quer seja ela considerada branca ou não.

 

 

 

Artigo 133 – Constituir-se-ão sansões:

 

  1. I.             advertência verbal ou escrita;
  2. II.            entrevista com a Administração ou a Orientação Educacional;
  3. III.           entrevista com os pais;
  4. IV.           retratação;
  5. V.            retirada da sala de aula, com realização de atividades pedagógicas complementares, determinada pelo professor, com permanência na unidade escolar, passível de avaliação;
  6. VI.           encaminhamento ao Conselho de classe;
  7. VII.           encaminhamento ao Conselho Escolar;

 

VIII. encaminhamento ao Conselho Tutelar e/ou Ministério Público em casos de ato infracional pelo educando menor de dezoito anos;

 

IX. na prática de conduta descrita no Código Penal ou Contravenção Penal, o educando maior de dezoito anos, deverá ser encaminhado à autoridade policial.

 

Artigo 134 – Esgotados todos os recursos de solução, a Administração Escolar poderá oferecer a transferência ou encaminhamento para atendimento especial ao educando que não se integrar ao processo educativo da Unidade Escolar.

 

 

 

CAPÍTULO V

 

DOS PAIS E RESPONSÁVEIS

 

 

 

Artigo 135 - Constituir-se-ão direitos:

 

  1. I.             solicitar, sempre que necessário, esclarecimentos sobre os planos educacionais e demais assuntos pertinentes a atividade escolar;
  2. II.            informar-se sobre a Proposta Pedagógica da unidade escolar e o desempenho alcançado pelo educando e o seu processo de aprendizagem durante e ao final do período letivo.

 

 

 

71.1.      Artigo 136 - Constituir-se-ão deveres:

 

  1. I.             fornecer todas as informações necessárias ao bom desempenho acadêmico do educando, por ocasião da matrícula;
  2. II.            ser co-responsável com o educando pelos atos praticados pelo mesmo;
  3. III.           apoiar as medidas pedagógicas tomadas pela unidade escolar, concorrendo para que as mesmas contribuam para o crescimento do educando;
  4. IV.          manter em dia os pagamentos dos encargos educacionais.

 

 

 

Artigo 137 – Constituir-se-ão suas proibições:

 

  1. I.              entrar no ambiente escolar sem permissão;
  2. II.             tumultuar o ambiente escolar;
  3. III.            entrar em desacordo com educandos dentro do ambiente escolar.

 

 

 

Artigo 138 – Constituir-se-ão sansões:

 

  1. I.              advertência verbal ou escrita;

 

encaminhamento aos órgãos ou setores competentes, de acordo com a necessidade

 

 

 

PLANO DE FORMAÇÃO CONTINUADA (Lei nº 9.394/96 Art.61 - inciso III)

 

 

 

 

 

A formação continuada é um dos direitos do professor e uma atividade altamente necessária para um bom desempenho de seu trabalho, sendo assim, o Departamento de Educação da Instituição Adventista Sul-Brasileira de Educação e Assistência Social, Mantenedora das Escolas Adventistas, na medida do possível e dentro das necessidades, tem dado auxílio a professores nos cursos de Graduação, Pós-graduação e Mestrado.

 

 

 

Existe a preocupação por parte da administração e da coordenação pedagógica, em que o professor se atualize sempre, para isso tem oportunizado aos profissionais da educação, cursos e encontros com objetivo de aperfeiçoar a prática pedagógica. No início do ano letivo, a Mantenedora convoca todos os educadores para um encontro geral de capacitação com o objetivo de rever a missão, objetivos, filosofia e aspectos metodológicos do processo ensino e aprendizagem.

 

 

 

Durante o ano letivo também são organizados grupos de estudos com profissionais da rede e de outras instituições de ensino superior para debater e refletir temáticas de interesse de cada grupo.

 

 

 

Cursos oferecidos: A importância do hardware na educação; Como tornar a aprendizagem rápida e eficaz; A educação física e o aprendizado; Distúrbios de aprendizagem; Educação matemática; Como construir uma nova História, Parecer descritivo e ainda cursos por áreas e disciplinas ministradas e para isso, são os autores dos livros didáticos são convidados a ministrares os cursos.

 

 

 

Dentro do âmbito escolar também são realizados grupos de estudos, escolhe-se um livro por semestre, divide-se em grupos e é feito uma leitura dinâmica.

 

 

 

Além de capacitação para professores, os demais setores da escola também são capacitados durante o ano, visando um envolvimento total da unidade escolar e melhor aperfeiçoamento na área em que desempenha.

 

 

 

Datas das capacitações com professores serão em: fevereiro, maio, julho e novembro.

 

 

 

Datas das capacitações com coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais: fevereiro, abril, junho, agosto e novembro.

 

 

 

Demais grupos serão capacitados ao decorrer do ano.

 

 

EDUCAÇÃO INFANTIL

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

“Os pequeninos devem ser educados com uma simplicidade infantil. Devem ser ensinados a estar contentes com os pequenos e úteis deveres e com os prazeres e experiências próprios de sua idade. As crianças correspondem à erva da parábola, e a erva tem uma beleza toda peculiar. As crianças não devem ser forçadas a uma maturidade precoce, mas tanto quanto possível, devem reter a frescura e graça de seus tenros anos. Quanto mais calma e simples a vida da criança, isto é, mais livre de excitações artificiais e mais de acordo com a Natureza, mais favorável é para o vigor físico e mental e para a força espiritual”.[1]

 

 

 

  • Descobrir e conhecer seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, valorizando hábitos de saúde.
  • Estabelecer e ampliar as relações sociais, promovendo atitudes de solidariedade e do respeito ao bem comum.
  • Vivenciar situações práticas de direitos e deveres de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.
  • Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades, como forma de aprender, adquirindo, de maneira significativa e prazerosa, os conhecimentos.
  • Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, matemática, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido.
  • Expressar suas idéias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva.
  • Reconhecer a natureza como obra criadora de Deus, observando, explorando e interagindo com o meio ambiente, manifestando curiosidade, interesse e respeito, percebendo-se como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente.
  • Conhecer manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
  • Desenvolver uma imagem positiva de si própria, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações.
  • Relacionar o conhecimento científico e cultural com o conhecimento bíblico.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

  • Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo.
  • Expressar sua criatividade através da linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, valorizando sua produção respeitando e valorizando a dos outros.
  • Ampliar gradativamente a capacidade de expressar o seu pensamento, participando de diversas situações de intercâmbio sociais nas quais possa contar suas experiências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas.
  • Manifestar interesse e curiosidade pelo mundo social e natural, criado por Deus, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias.
  • Reconhecer Deus como autor e mantenedor do Universo.
  • Aceitar a Jesus como Salvador e reconhecer Seu amor e bondade para com todas as pessoas.
  • Apropriar-se gradativamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo.
  • Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

1)     CORPO E MOVIMENTO

 

O trabalho com movimento é um estímulo que faz com que venham à tona todas as possibilidades do ato motor, proporcionando um grande desenvolvimento de aspectos inerentes à motricidade das crianças, incluindo neste prisma uma reflexão a respeito das posturas corporais que são postas em prática no dia-a-dia, assim como ações que visem ao enriquecimento da cultura corporal da criança.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Agir sobre o meio físico.

 

Brincar, jogar, imitar, criar ritmos e movimentos.

 

Desenvolver o equilíbrio, a locomoção, além da percepção integral da imagem corporal e expressividade.

 

2)     OS DISCURSOS E AS PALAVRAS

 

As atividades que envolvem linguagem são vértices fundamentais da Educação Infantil, visto sua relevância para formação da criança, sua interação com a sociedade, construção de muitos conhecimentos e ampliação progressiva do pensamento.

 

Objetiva dar condições para:

 

Desenvolver as funções básicas de linguagem.

 

Ampliar o vocabulário significativo em adequação ao desenvolvimento articulatório.

 

Ampliar a linguagem de acordo com estruturas gramaticais.

 

Utilizar a linguagem como meio de ampliação do pensamento.

 

Utilizar a linguagem como meio de comunicação.

 

 

 

3)     O ESPAÇO, A ORDEM E A MEDIDA

 

O mundo em que a criança vive, desde seu nascimento, está impregnado de situações nas quais o conhecimento matemático é parte integrante, se não fundamental. Estas situações abrangem números, relações entre quantidades, noções sobre o espaço.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Observar e explorar o ambiente que a cerca como um todo e em seus elementos.

 

Manipular, classificar elementos observados, levando em consideração seus atributos.

 

Classificar figuras geométricas segundo sua forma, verbalizando com seu vocabulário adequado.

 

Seriar segundo critério próprio e a partir de critério dado.

 

Ordenar fatos, ações ou gravuras numa seqüência temporal.

 

Reconhecer, como conjunto, uma coleção de objetos com uma propriedade comum.

 

Agrupar e desagrupar de diferentes maneiras.

 

 

 

4)     AS COISAS, O TEMPO E A NATUREZA

 

O universo onde as crianças interagem é uma mescla de acontecimentos naturais, sociais e indissolúveis que despertam sua curiosidade e capacidade de investigação, a respeito das mudanças ocorridas no espaço pela ação do homem. Faz parte deste eixo os Temas Transversais de Meio Ambiente e Ecologia.

 

Objetiva dar a criança condições para a:

 

Reflexão dos efeitos negativos da interferência predatória no equilíbrio ambiental; mostrar que podemos usar recursos naturais sem provocar esses desequilíbrios.

 

Conscientização a respeito da melhoria da qualidade de vida no planeta.

 

Percepção dos elementos que compõem a paisagem do lugar onde vive, transformação em função das necessidades humanas.

 

Estabelecimento de relações entre diferentes espécies de seres vivos, suas características e necessidades vitais.

 

Conhecimento dos cuidados básicos de alguns animais e do cultivo de plantas.

 

 

 

5)     HIGIENE E SAÚDE

 

Higiene, nutrição e saúde constituem-se em pontos importantes do aspecto biológico que asseguram o desenvolvimento integral, objetivando por esta proposta. Para um viver saudável faz-se necessário conhecer as leis de saúde e praticá-las no dia-a-dia. Fazem parte deste eixo os Temas Transversais de Saúde e Educação Sexual.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Formar hábitos sadios quanto à manutenção da saúde, higiene alimentar, higiene corporal e do vestuário.

 

Desenvolver a coordenação do movimento, agilidade, destreza, resistência física e flexibilidade.

 

Valorizar atitudes relacionadas à saúde e ao bem estar individual e coletivo.

 

Prevenir acidentes com ele mesmo e com o outro.

 

 

 

6)     COOPERAÇÃO, SOLIDARIEDADE E RESPEITO

 

O intercâmbio de vivências e informações proporcionado pela convivência com seus semelhantes (colegas, educadores, pais e outros) é que fará com que cada criança procure entender e respeitar os direitos e deveres.

 

Fazem parte deste eixo os Temas Transversais: Pluralidade Cultural, Ética, Cidadania, Trabalho e Consumo.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Reconhecer os limites próprios de sua idade.

 

Promover a cooperação entre os colegas por meio de situações de argumentação de idéias e opiniões.

 

Observar os diferentes grupos, culturas, tradições e modos de pensar e agir.

 

 

 

7)     ARTES VISUAIS E MÚSICA

 

Dentre as mais diversas formas de linguagem, destacam-se a música e as artes plásticas, instrumentos fundamentais de expressão e comunicação humanas.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Ampliar o conhecimento de mundo manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio.

 

Conhecer diversas formas de expressão artística.

 

Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies ampliando assim as possibilidades de comunicação e expressão.

 

Despertar o interesse da criança pelas próprias produções e pelas produções de outros colegas.

 

Ampliar o conhecimento cultural através da apreciação de obras regionais, nacionais e internacionais.

 

Produzir trabalhos de arte utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação.

 

 

 

8)     IMPORTÂNCIA DE DEUS NA VIDA HUMANA

 

A educação adventista crê que toda a verdade encontra seu centro e unidade em Deus e que esta é comunicada ao homem através da natureza, de seus atos providenciais, mais especificamente por meio de Jesus Cristo, e de sua revelação inspirada, a Bíblia.

 

O foco central deste estudo é o desenvolvimento das relações. A mais importante destas relações é a que desenvolvemos com Deus. Quando buscamos companheirismo e comunicação com Ele, cremos que somos capazes de desenvolver um caráter que se expressa finalmente no serviço aos outros.

 

Objetiva dar a criança condições para:

 

Reconhecer que Deus é o nosso Criador, por isso nos ama, conhece as nossas necessidades e deseja Ser nosso Amigo e Conselheiro.

 

Percebe-se como pessoa de valor e capaz de manter relacionamentos amparados nos princípios ético-cristãos.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

1) CORPO E MOVIMENTO

 

Coordenação e equilíbrio

 

            Expressividade

 

 

 

Diante do espelho, as crianças constroem e afirmam a imagem corporal brincando e comparando as aparências ao usarem as roupas do cotidiano ou quando se fantasiam, pois assumem papéis e imitam outros personagens.

 

Ao perceber o corpo, a criança passa a reconhecer os sinais vitais e suas alterações como a respiração e os batimentos cardíacos. Enquanto correm, rolam, pulam ou desenvolvem outras atividades, o educador pode ajudar na percepção interna e externa do corpo.

 

As brincadeiras de roda auxiliam na aquisição das noções de conjunto, além de desenvolver a sociabilidade e a coordenação motora ampla.

 

Durante os jogos de regras, há a possibilidade de desenvolver o equilíbrio, a coordenação, a cooperação e/ou competição e a valorização das habilidades individuais. O educador deve ajudar na combinação e cumprimento das regras, no desenvolvimento das atitudes, de respeito e, também da cooperação que utilizarão nos jogos desportivos mais tarde. As capacidades físicas, a expressão de emoções, afetos e sentimentos e o respeito pelo outro são considerações que devem ser refletidas em cada atividade possível.

 

Através da improvisação e do planejamento individual e coletivo, todos os ambientes da instituição infantil são aproveitados para o desenvolvimento do corpo, em projetos específicos ou relacionados com outros temas.

 

 

 

2) OS DISCURSOS E AS PALAVRAS

 

            Falar e escutar

 

            Práticas de leitura e escrita

 

 

 

A fala é um modo especial de expressar o pensamento e não pode ser confundida com um falar aleatório, por isso, quando a criança fala espontaneamente, também deve ser observada pelo educador.

 

Um clima de confiança, respeito e afeto podem ser construídos ao ser valorizado o momento de discussão de assuntos e de trocas de experiências.

 

Para falar é preciso também saber escutar, e portanto, respeitar a opinião do outro. As rodas de conversas são, nesse sentido, momentos propícios para trocas de idéias e construções de conhecimento e respeito mútuo.

 

Os questionamentos, avisos, relatos de experiências permitem a troca de olhares e a convivência amigável. O educador pode aproveitar a oportunidade para contar histórias, ler, cantar, declamar poesias, dizer parlendas, realizar brincadeiras e trabalhar assuntos específicos de interesse das crianças e criar espaço para que a criança também faça o mesmo.

 

Algumas crianças, consideradas especiais, precisam ter momentos singulares de comunicação do seu modo. Elas devem ser valorizadas e todos devem procurar compreender as crianças e o que têm a “dizer”, usando as diferentes linguagens.

 

Antes de chegar à Educação Infantil, a criança já realiza muitas leituras. Assim, a prática de leitura é de grande valor, até mesmo pelo fato de haver “textos” espalhados por todos os ambientes em que ela participa. Por meio da escuta da leitura do educador e por meio da leitura de figuras, logotipos e símbolos diversos, a criança tem possibilidades de interagir com criatividade e conhecimentos. Até mesmo os bilhetes enviados aos familiares devem ser explorados pelo grupo.

 

Conceitos como pesquisar ou procurar no dicionário são apropriados e utilizados constantemente quando enfatizados no cotidiano pré-escolar.

 

A leitura é hábito e a sua formação deve ser sistemática e progressiva.

 

Neste contexto, deve se propiciar à criança o contato com os livros através do espaço da leitura em sala de aula e visita à biblioteca.

 

Da mesma forma, a escrita é explorada desde que a criança consegue segurar um lápis, ao observar um adulto a fazê-lo. Aos poucos, ela vai tentando colocar no papel as suas idéias e as dos outros.

 

A criança leva em conta a oralidade e procura transferi-la às práticas do dia-a-dia. É de sue interesse o próprio nome nos pertences, histórias conhecidas, ditados feitos por outras crianças ou por adultos, objetos pessoais, que ela vai desenhando e escrevendo.

 

Cotidianamente, a escrita é utilizada para resolver problemas, como fazer uma lista de compras, e é isso que a criança procura fazer desde o início.

 

Ampliar as possibilidades da criança é valorizá-la e auxiliá-la na formação do escritor/ leitor moderno.

 

 

 

3) O ESPAÇO, A ORDEM E A MEDIDA

 

            Grandezas e medidas

 

            Espaço e forma

 

 

 

A inteligência lógico-matemática é fruto de uma longa construção de conceitos a respeito de relações de grandeza, mas a capacidade para esse tipo de realização nasce com o homem e precisa ser convenientemente estimulada e utilizada para não ficar embotada. A construção do número como representação de quantidades descontínuas (adequado à primeira infância) será a meta principal, o que envolverá os conteúdos, mas a atitude receptiva senão de amor pela matemática e o sentimento positivo com relação a este conhecimento deverão ser encarados e perseguidos com a mesma seriedade e tenacidade. Os jogos inteligentes, as situações lúdicas, a observação, a contagem e comparação de grandezas, a classificação de elementos e a construção de conjuntos deverão ser uma constante propiciada pelos eventos do cotidiano da Educação Infantil.

 

Os jogos, as brincadeiras que usam contagem, a construção do calendário, os números do próprio corpo, os códigos (telefone, senhas...), as medidas, os números das páginas, as coleções e as pesquisas são oportunidades de construção de número e compreensão de como eles aparecem no dia-a-dia.

 

O cálculo é aprendido junto com a noção do número, a partir do jogo e das situações-problema são mais interessantes quando aparecem em forma de historinhas matemáticas ou situações cotidianas contextualizadas.

 

As medidas são compreendidas nas vivências de construção da história dos números, nas receitas, nas medidas arbitrárias e nos objetos utilizados pelos adultos, réguas, trenas, balanças, etc.

 

O dinheiro também é uma grandeza com que as crianças entram em contato muito cedo e que precisam para ampliar seus conhecimentos e para melhorar seu relacionamento com o mundo social. Por si só, cédulas e moedas são interessantes e propiciam momentos especiais de exploração.

 

Cédulas de brinquedo podem ser utilizadas para desenvolvimento de brincadeiras que envolvam o sistema monetário.

 

A arte e a geometria têm ligação especial, já que lidam com espaço e forma. Seu estudo permite a utilização do espaço e o desenvolvimento de diferentes possibilidades nele. A natureza também oferece formas para estudo interessante com a necessidade de utilizar a imaginação e a criatividade. Nos desenhos, nas construções, nas embalagens de produtos as explorações poderão ser ilimitadas.

 

 

 

 

 

 

 

1)     AS COISAS, O TEMPO E A NATUREZA

 

Observando os seres vivos – animais

 

Observando os seres vivos – plantas

 

Observando a natureza

 

 

 

Nessa idade, a criança quer saber como as coisas acontecem; por que os animais não podem viver no mesmo ambiente que ela; como ocorrem as chuvas; por que alguns animais e plantas só aparecem de vem em quando.

 

Todos esses assuntos podem ser trabalhados em forma de pesquisas, questionamentos e curiosidades trazidas pelo educador e pelas próprias crianças.

 

Pessoas da comunidade ou profissionais especializados podem colaborar para responder questões a respeito das curiosidades de todos. A própria turma pode visitar centros de experimentações e construir, na própria instituição, viveiros de plantas e animais permitidos pelos órgãos governamentais. Podem também assistir a vídeos, fitas, etc.

 

O conhecimento do mundo requer um estreito relacionamento entre o homem e a natureza. As transformações ambientais são, na maioria das vezes, provocadas pelos seres humanos, por isso é necessário desde cedo, conscientizar-se a respeito da preservação ambiental e da dependência homem/natureza/espaço.             

 

 

 

5) HIGIENE E SAÚDE

 

            Corpo humano

 

            Saúde

 

 

 

O corpo é explorado pela criança desde antes do seu nascimento e necessita de preocupação especial na Educação Infantil o tempo todo, pois, é através dele que a criança se relaciona consigo mesmo, com o outro e com o meio ambiente.

 

O conhecimento do corpo ocorre através das primeiras manipulações que são acompanhadas com a verbalização daqueles que cuidam dela.

 

Durante a sua vida, haverá sempre curiosidades no que se refere ao cuidado e conhecimento do mesmo. Até mesmo na senilidade, a preocupação continua e a tentativa de conservação e rejuvenescimento acompanha para sempre o indivíduo.

 

Através de jogos, observação de livros, revistas, palestras, pesquisas, dramatizações, cantigas de roda, músicas, atividades artísticas e reflexões acontece a apropriação dos conhecimentos sobre o funcionamento e preservação do corpo.

 

Como há uma corrida atrás da saúde e da melhoria da qualidade de vida, a criança precisa também entrar em contato com os principais problemas de saúde que ela poderá enfrentar. Precisa saber como evitá-los, pela higiene, pela vacinação, pelo uso adequado dos meios que a natureza oferece e formas de prevenção de acidentes. O educador deverá utilizar o maior número possível de recursos visuais e humanos para auxiliar na construção desses conhecimentos.

 

                                                                                             

 

6) COOPERAÇÃO, SOLIDARIEDADE E RESPEITO

 

            A escola

 

            A família

 

            A moradia

 

            Objetos e processos de transformações

 

 

 

Conhecer a história do próprio nome e perceber a relação de afetividade e de cultura que há por trás da escolha, confeccionar o livro da vida, possibilitando momentos de construção da identidade, são importantes nessa faixa etária.

 

Da mesma forma, falar o nome corretamente e utilizar o mesmo nas atividades corriqueiras ou nas brincadeiras, permite a sociabilidade e mostra o quanto a criança é importante para o grupo.

 

Após o nome, tudo o que fica próximo dela, as coisas que usa, seu espaço e o espaço dos outros; a escola com seus ambientes e funcionários são de extrema importância para que ela perceba as diferentes relações que obtém e que poderá obter, seus limites e suas possibilidades.

 

As relações entre todos os indivíduos, suas descobertas tecnológicas e os modos de vida social, profissional e familiar, tão importantes para formação pessoal, podem ser trabalhadas diretamente nos lugares onde as coisas acontecem. As visitas nas casas, no comércio e nas indústrias ou a recepção de profissionais e “palestrantes” na instituição, permitirão uma apropriação mais intensa.

 

Segundo WHITE, [2] “a cooperação deve ser o espírito da sala de aula, a lei de sua vida. [...] Que os mais velhos ajudem aos mais novos, os fortes aos fracos; e, quanto possível, seja cada um chamado a fazer algo em que se distinga”.                                  

 

 

 

7) MÚSICA E ARTES VISUAIS

 

            Fazer artístico

 

            Apreciação artística

 

 

 

Na idade em questão, a música é especial para a criança. Ao ouvir músicas no rádio, na TV ou em qualquer outra fonte, a rima, as letras fáceis e os ritmos chamam a atenção, facilitam o aprendizado das mensagens e propiciam momentos de prazer.

 

Por isso, não se pode limitar o contato das crianças com o repertório, nem com instrumentos musicais formais. Ao contrário, a criança deve explorar os sons do ambiente, inventar sons e cantigas, e cantar músicas variadas.

 

A bandinha é sempre parte de momentos inesquecíveis, porém, ao invés de explorar apenas instrumentos fabricados, a construção deles a partir de sucatas e de acordo com as tendências e gostos da turma, permite maior valorização e desenvolve mais o potencial criativo e a imaginação.

 

Além das músicas ditas infantis, as regionais e cívicas (Hino Nacional), é possível escolher também, músicas internacionais, desde que selecionadas pelo educador.

 

A linguagem musical possibilita o contato com produções musicais, a expressão individual e coletiva, e a comunicação informal com muita afetividade.

 

Na história da música, a criança passa a perceber o ser humano que está por trás de cada composição e a si mesma como alguém capaz de desenvolver habilidades musicais, sem, no entanto, precisar ser artista algum dia.

 

Ao caminhar em qualquer ambiente, tanto natural quanto explorado e criado pelo homem, é possível perceber a arte. Essa visão/apreciação artística deve ser incentivada pela Educação Infantil, desde a ocupação e a organização dos espaços até a geometria e as cores. Com a sensibilidade infantil, a percepção e a exploração da arte será sempre mais intensa, passando a fazer parte da vida dela com naturalidade. Isto será enfatizado com visitas a museus e exposições e participações nas atividades encontradas neles. Pela arte, se compreendem pessoas e se organiza a vida pessoal e profissional do cidadão.

 

Ao suscitar o interesse das crianças pelas obras, cada uma obterá uma leitura diferente que, ao ser confrontada com as idéias do artista, ou da história de como a mesma foi trabalhada ou criada, haverá oportunidade de novas aquisições e reflexões, permitindo escolhas que podem servir para a vida sempre. Para exemplificar, uma criança após descobrir que Leonardo da Vincci aproveitava os erros para descobrir novas técnicas e modos de pintar, passou a reorganizar seus desenhos, aproveitar os erros para ilustrar as escritas e não jogar seus papéis fora como estava acostumada.

 

Assim, qualquer obra poderá ser introduzida com um momento de observação e reflexão (leitura de imagens), depois a mesma poderá ser localizada no espaço e no tempo (história da arte), passando então para a aplicação das técnicas e instrumentos, fazendo acréscimos ou retirando itens para possibilitar a execução de modo pessoal (releitura ou fazer artístico).

 

Segundo WHITE, [3] “nunca se deve perder de vista o valor do canto como meio de educação. Que haja canto no lar, de hinos que sejam suaves e puros, e haverá menos palavras de censura e mais animação, esperança e alegria. Haja canto na escola, e os alunos serão levados para mais perto de Deus, dos professores e uns dos outros”.

 

                                                                                             

 

8) IMPORTÂNCIA DE DEUS NA VIDA HUMANA

 

            Um lugar especial para nós

 

            Aprendendo com os outros

 

            Quem é Jesus?

 

                                                                                 

 

A sensibilidade da criança, assim como as condições de desenvolvimento nessa faixa etária, devem ser aproveitadas para trabalhar, de modo lúdico e interessante, as histórias bíblicas.

 

Segundo WHITE, [4] a Bíblia contém todos os princípios que os homens necessitam compreender a fim de se habilitarem tanto para esta vida como para a futura. E tais princípios podem ser compreendidos por todos.

 

Portanto, as história bíblicas devem proporcionar a reflexão e aplicação das lições na vida prática, a abstração dos princípios da convivência e a integração de suas lições com todos os eixos apresentados nesta proposta, contribuindo para a formação de um cidadão consciente.

 

As histórias podem ser lidas ou contadas, mas se forem em forma de rima é interessante que sejam lidas, para valorizar a linguagem. Em termos gerais, a criança gosta muito de histórias bem contadas, mas não decoradas.

 

As histórias atingirão seus objetivos quando atenderem as necessidades das crianças.

 

Para contar bem uma história é preciso:

 

Descobrir a necessidade da criança;

 

Selecionar uma história apropriada para a criança e para a lição que se quer ensinar;

 

Aprender, sem, no entanto, decorar;

 

Analisar e fazer o roteiro;

 

Adaptar ao ambiente;

 

Fazer com que ela saia de dentro do coração.

 

 

 

CONTEÚDOS GERAIS

 

 

 

1. Corpo e Movimento

 

Coordenação e Equilíbrio

 

  • Conscientização, domínio e controle do corpo.
  • Coordenação viso-motora.
  • Construções com o corpo.
  • Coordenação motora fina e grossa.
  • Exploração de diferentes posturas corporais.
  • Ampliação progressiva da destreza do corpo.
  • Aperfeiçoamento dos gestos relacionados com a preensão, encaixe, traçado no desenho e lançamento.
  • Desenvolvimento das habilidades manuais em situações cotidianas.
  • Valorização das conquistas corporais.
  • Lateralização.
  • Exploração do mundo físico e conhecimento do espaço vivido.

 

 

 

Expressividade

 

  • Comunicação corporal.
  • Linguagem gestual.
  • Jogos imitativos, representativos e de regras.
  • Exploração do corpo.
  • Ritmos corporais.
  • Percepção de estruturas rítmicas.
  • Expressividade intencional do movimento no cotidiano.
  • Percepção das sensações, limites, potencialidades, sinais vitais e integridade do próprio corpo.
  • Percepção da necessidade de participar das brincadeiras e jogos, e, ao mesmo tempo, de respeitar a participação do outro.

 

 

 

2. Os discursos e as palavras

 

Falar e Escutar

 

  • Narração de fatos em seqüência temporal e causal.
  • Reprodução oral de jogos verbais e não verbais, trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e canções.
  • Leitura e interpretação de textos, símbolos e legendas.
  • Rimas.
  • Aperfeiçoamento da pronúncia com vista à correção da língua falada.
  • Articulação correta das palavras.
  • Identificação de sons das letras nas palavras.
  • Reconhecimento da estrutura da linguagem.
  • Exploração de elementos sonoros variados.
  • Identificação de sons dos acentos.
  • Uso do vocabulário e ampliação de uso e de compreensão.
  • Descrição de pessoas, objetos, cenas e situações.
  • Representação da fala através do desenho e da escrita.
  • Expressão através da comunicação oral, gestual e corporal para transmitir idéias, aspirações e sentimentos.

 

 

 

Práticas de Leitura e Escrita

 

  • Compreensão da função social da escrita (usos e funções).
  • Distinção entre desenho e escrita.
  • Utilização de texto como unidade de sentido.
  • Representação gráfica de objetos, situações, histórias, etc. como expressão de idéias e sentimentos.
  • Formas de escrita como representação da linguagem oral.
  • Dramatização, desenho e escrita de objetos, cenas e situações.
  • Construção de textos.

 

 

 

3. O Espaço, a Ordem e a Medida

 

Grandezas e Medidas

 

  • Vocabulário fundamental.
  • Noções de grandeza.
  • Noções de tempo.
  • Duração e sucessão.
  • Instrumentos de medida (metro, quilo, litro).
  • Noções de capacidade e de massa.
  • Classificação utilizando vários atributos: cor, forma, tamanho, espessura.
  • Seqüência numérica, de espessura, de largura, de tamanho e de altura.
  • Simbolização (logotipos).
  • Idéia de quantidade: muitos, poucos, percepção dos números no cotidiano.
  • Idéia de adição e subtração.
  • Iniciação à estatística.
  • Resolução de situações problemas.
  • Representação de valores.

 

 

 

Espaço e Forma

 

  • Noções de posição.
  • Noções de direção e sentido.
  • Correspondências entre elementos e objetos que têm a mesma forma, ou tamanho, ou mesma cor.
  • Geometria experimental ou manipulativa.
  • Exploração de como os objetos são vistos e como são representados.
  • Noções de interior e exterior.

 

 

 

  1. 4.     As Coisas, O Tempo e a Natureza

 

Observando Os Seres Vivos – Animais

 

  • ·         Vários tipos de animais.
  • ·         Habitat e características dos animais.
  • ·         Equilíbrio da natureza: cadeia alimentar e a importância da preservação das espécies; efeitos da poluição do meio ambiente sobre o reino animal e suas conseqüências para o homem e a natureza.

 

 

 

Observando os Seres Vivos – Plantas

 

  • ·         Ação do homem sobre o cultivo das plantas: plantações (utensílios); reflorestamento; desmatamento; meio biótico e abiótico.
  • ·         Equilíbrio da natureza: efeitos da ação do homem (queimadas, poluição) – causas/ efeitos/ soluções.
  • ·         Alimentação e respiração das plantas.
  • ·         Benefícios que traz para o homem (alimentação, vestuário, fotossíntese).
  • ·         Necessidades básicas dos vegetais (água, solo, ar, luz).
  • ·         Condições básicas para a reprodução (vento, passarinhos, fases do desenvolvimento).

 

 

 

Observando a Natureza

 

  • ·         Os seres não-vivos (minerais).
  • ·         Observação da paisagem local (rios, vegetação, construções, campos, dunas, açudes, mar, montanhas, etc.).
  • ·         Conscientização da manutenção e preservação dos espaços coletivos e do meio ambiente.
  • ·         Luz-dia/noite, claro/escuro – importância do sono.
  • ·         Os planetas, os astros, satélite (criação).
  • ·         Utilidades do sol e da chuva (secas, enchentes).
  • ·         Importância da água.
  • ·         As quatro estações (tempo: ensolarado, frio, nublado, chuvoso).
  • ·         Uso de roupas adequadas a cada estação.
  • ·         Fenômenos da natureza e as formas de vida dos grupos sociais em diferentes regiões (relevo, rios, chuvas, secas, etc.).
  • ·         Conhecendo a ação da luz, calor, som, força e movimento.
  • ·         Percebendo a importância do ar (problemas e soluções possíveis para a poluição).
  • ·         A exploração do solo para benefício do homem (problemas e soluções).
  • ·         Interdependência que há entre o homem e o meio ambiente.

 

 

 

5. Higiene e Saúde

 

Corpo Humano

 

  • Necessidades básicas de alimentação, vestuário e habitação.
  • Identificação das partes, funções e fases do crescimento do corpo humano.
  • Relações dos órgãos dos sentidos e as percepções do ambiente.
  • Importância do asseio pessoal para manutenção da saúde.
  • Formação de hábitos de higiene corporal, dentes, mãos, rosto, ouvidos, nariz, etc.
  • Cuidados com o corpo na prevenção de acidentes.

 

 

 

Saúde

 

  • Costume, hábitos e expressões culturais.
  • Higiene pessoal, do ambiente e dos alimentos.
  • Importância de dieta alimentar e consumo de alimentos saudáveis.
  • Bem estar individual e coletivo.
  • Necessidades vitais para preservação da saúde.
  • Reconhecimento de alguns perigos como forma de evitar acidentes para si e para o outro.
  • Primeiros socorros.
  • Cuidados com os dentes.
  • Importância do sono.
  • Hábitos de saúde e higiene mental.
  • Vestuário adequado às situações climáticas.
  • Doenças comuns na infância.
  • Poluição do meio ambiente, causas e conseqüências para a vida do homem e formas de evitar (soluções).

 

 

 

6. Cooperação, Solidariedade e Respeito

 

A Escola

 

  • Ambiente (criança, educadora e colegas)
  • Reconhecendo a escola: os funcionários, material escolar, pertences pessoais, limpeza da escola, o caminho da casa à escola, etc.

 

 

 

A Família

 

  • História de vida da criança.
  • Estudo do eu (auto-estima, autonomia, conhecimento de suas capacidades e limites).
  • Constituição (origem, raça).
  • Componentes de uma família, função dos membros e árvore genealógica.
  • Trabalho do “homem” e da família (profissões e profissionais).
  • Atividades domésticas (obrigações/ trabalho não remunerado).
  • Lazer em família.
  • Recreação.
  • Boas maneiras.

 

 

 

A Moradia

 

  • Importância da casa como local de abrigo e segurança.
  • Tipos de casa.
  • Materiais empregados nas construções das casas.
  • Dependências da casa e mobílias.
  • Vivendo em grupo (participação e interação nos diversos grupos sociais).
  • Necessidade da vida em grupo para a construção do eu.

 

 

 

Objetos e Processos de Transformações

 

  • Meio de transporte e sua função no trabalho e lazer do homem.
  • Meio de comunicação.
  • Máquinas simples, motores e suas aplicações.
  • Aparelhos eletrodomésticos.
  • Datas significativas e contextualizadas e a necessidade de valorização contínua do outro.

 

 

 

7. Música e Artes Visuais

 

Fazer Artístico

 

  • Aquisição de formas de lazer e expressão de pensamento, através das artes plásticas, dramáticas e musicais.
  • Exploração e manipulação de diferentes materiais como lápis, pincéis, brochas, carimbos, jornais, tintas, argila, terra, areia, sucata, rótulos, texturas diversas, etc.
  • Exploração e conhecimentos das cores.
  • Confecção de massas e tintas, impressão em diversas superfícies, representações diversificadas através de desenhos e pintura, modelagens, recortes, colagens, maquetes, com variações de planos, volumes e formas.
  • Dramatização, faz-de-conta e improvisação.
  • Expressão corporal.
  • Desenvolvimento do ritmo.
  • Autodisciplina.
  • Musicalização.
  • Desenvolvimento do interesse pelo canto e pela produção musical.

 

 

 

Apreciação Artística

 

  • Desenvolvimento do gosto estético e senso crítico.
  • Leitura de imagens artísticas de diferentes culturas e regiões.
  • Apreciação da produção artística da criança e dos colegas por meio da observação e leitura dos elementos da linguagem plástica.
  • Exploração de imagens artísticas em livros, revistas, filmes, documentos, fotos.
  • Observação dos elementos da linguagem visual como: ponto, linha, forma, cor, volume, contrastes, luz, texturas.
  • Conhecimento da vida de autores e suas obras de forma contextualizada.
  • Aperfeiçoamento do gosto musical.
  • Sensibilização do ouvido à escala musical.
  • Aquisição de formas de lazer.

 

 

 

8. Importância de Deus na Vida Humana

 

Um Lugar Especial Para Nós

 

  • As mensagens que a Bíblia nos traz.
  • A criação do homem e do mundo e o cuidado na manutenção da vida.
  • A desobediência e suas conseqüências.

 

 

 

Aprendendo com os Outros

 

  • Biografias como: José, Elias, Moisés, Rute, Ester, Naamã, Samuel, Miriã, Davi, Sansão, Daniel, João e outros.

 

 

 

Quem é Jesus?

 

  • A vida de Jesus, nascimento, ministério e sacrifício.
  • A promessa de um lar melhor com Jesus.
  • A importância de Deus na formação pessoal.

 

 

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS POR SÉRIE

 

 

 

 

 

PRÉ II

 

 

 

Corpo e Movimento:

 

Saltos, corridas e caminhada sobre linhas e obstáculos.

 

Construções com o corpo.

 

Contrair e relaxar as mãos, as pernas, os braços, o tronco e o corpo todo.

 

Postura ereta ao caminhar, correr e sentar.

 

Consciência e controle de movimentos ao andar, correr, brincar, subir, descer, escorregar, dependurar-se, etc.

 

Cambalhota para frente com ajuda.

 

Saltos em alturas e distâncias gradativas.

 

Saltos com os dois pés.

 

Saltos com um pé só.

 

Pequenas corridas.

 

Exercícios de velocidade, flexibilidade e força.

 

Lançamentos de bolas com os pés e mãos.

 

Localização espacial dos recintos utilizados na escola.

 

Encaixe, construções com blocos, enfiar, enroscar, enrolar.

 

Utilização dos dedos e mãos ao amassar, rasgar e modelar com alguns detalhes.

 

Pintura com os dedos, pincel grosso, esponja, etc.

 

Utilização de cola com os dedos, pincel e gradativamente, tubos apropriados.

 

Imitação de movimentos corporais.

 

Manuseio e produção de texturas.

 

Observação e exercício prático da lateralidade do corpo e objetos.

 

Movimentos faciais e corporais utilizando a comunicação com os mesmos.

 

Observação e exercício de ritmos corporais.

 

Alongamentos.

 

 

 

Os Discursos e As Palavras:

 

Uso da linguagem para fazer-se entender.

 

Exploração de perguntas e respostas.

 

Apreciação e interpretação de histórias, poesias, contos, trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, canções e variações lingüísticas.

 

Seqüência lógica de gravuras, estórias, fatos, etc.

 

Reconhecimento do seu nome e sobrenome observando-o em seus pertences.

 

Presenciar situações cotidianas de escrita convencional.

 

Produção de frases, bilhetes e estórias tendo o professor como escriba. Produção de textos coletivos.

 

Identificação e reprodução de palavras significativas a partir de modelos.

 

Identificação de letras significativas.

 

Pequenas dramatizações.

 

Expressão oral de experiências, estórias, fatos com seqüência lógica.

 

Jogo simbólico.

 

Reconhecimento de símbolos de seu cotidiano.

 

Utilização de símbolos gestuais ou gráficos para indicação de momentos na rotina.

 

Observação do espaço e forma das frases e palavras, bem como do espaço entre as mesmas.

 

Dicção de palavras com níveis de complexidade compatíveis com a faixa etária.

 

Observação do espaço e forma das frases e palavras, bem como do espaço entre as mesmas.

 

Observações e comparações da escrita de palavras semelhantes ou diferentes.

 

Observação do número de letras em palavras.

 

Escrita do próprio nome.

 

Escrita de frases, palavras e letras significativas.

 

Visitas à biblioteca para hora do conto.

 

Manuseio de livros, revistas próprias à idade e histórias em quadrinhos.

 

Descrição verbal de objetos, pessoas, cenas e situações com vocabulário apropriado.

 

Representação de idéias através do desenho e arte.

 

 

 

O Espaço a Ordem e a Medida:

 

Classificação segundo critérios da criança e sugeridos pelo professor.

 

Observação da seqüência temporal dos dias e semanas.

 

Observação e comparação de medidas como; peso, comprimento, quantidade, altura e espessura.

 

Senso de direção; para frente, para trás, para cima, para baixo, para o lado.

 

Seqüências lógicas de complexidade crescente.

 

Relação termo a termo.

 

Contagem oral com precisão até 20 e espontaneamente numerais superiores.

 

Barras numéricas, explorando; seriação, noção mais 1, relação termo a termo, registro de quantidades na classe.

 

Idéia de juntar quantidades para formar algo maior e retirar para diminuir a quantidade, utilizando situações problema.

 

Registro gráfico de quantidades utilizando diversos materiais e numerais convencionais.

 

Observação de outros Sistemas de Numeração.

 

Observação de gráficos.

 

Registro apropriado do tempo; dias, meses, ano.

 

Exploração, comparação e identificação de formas geométricas.

 

 

 

As Coisas o Tempo e a Natureza:

 

Observação exploração e diferenciação de elementos da natureza; animais, plantas, rochas, etc.

 

Comparação entre a fisiologia  e anatomia humana e a de diferentes animais.

 

Atitudes em relação à natureza.

 

Reciclagem e a separação de lixo.

 

Características climáticas.

 

Períodos do dia.

 

Hábitos dos tipos de animais.

 

Características das plantas.

 

Paisagens.

 

A criação.

 

Estações do ano: características e vestimenta.

 

Ação da luz, ar, água ( chuva, rios, mar, etc.), calor, som, força e movimento.

 

 

 

Higiene e Saúde:

 

Órgãos do sentido no cotidiano.

 

Uso adequado do ambiente de higiene.

 

Autonomia gradativa em atividades de higiene.

 

Asseio pessoal e de ambientes.

 

Alimentação.

 

Partes e funções do corpo humano.

 

Prevenção de acidentes.

 

Doenças e prevenção.

 

Elementos da saúde.

 

Hábitos de saúde.

 

 

 

Cooperação Solidariedade e Respeito:

 

História de vida.

 

Auto-conhecimento.

 

Ambiente escolar; objetos, profissionais, função. Independência na localização.

 

A família.

 

Organização familiar.

 

Amizade.

 

Convivência em grupos.

 

Ética e comportamento social.

 

Tipos de moradias.

 

Meios de comunicação e função dos mesmos.

 

Datas comemorativas e sua contextualização.

 

Meios de transporte e função dos mesmos.

 

Modo de vida das pessoas. Observação crítica das mudanças e transformações históricas com recursos tecnológicos.

 

Tradições culturais.

 

Cidadania e recursos de proteção ao cidadão, à criança.

 

 

 

Música e Artes Visuais:

 

Ritmos acompanhados de movimentos corporais.

 

Observação e prática com elementos musicais; altura, intensidade e timbre.

 

Uso da voz como recurso musical para sons e melodias.

 

Artistas locais e internacionais das áreas: musicais, literárias, artistas plásticos, escultores e pintores.

 

Obras artísticas locais e internacionais das áreas mencionadas.

 

Valorização das produções dos colegas.

 

Artesanato.

 

Dobraduras.

 

Modelagem.

 

Impressão.

 

Pinturas com diversos materiais.

 

Desenhos com diversos materiais.

 

Dramatização e faz de conta.

 

Construção com materiais alternativos.

 

Montagens.

 

Colagens.

 

Recortes.

 

 

 

Importância de Deus na Vida Humana:

 

Valorização da Bíblia.

 

Histórias Bíblicas.

 

Cultura Bíblica.

 

Curiosidades bíblicas.

 

Atitudes e valores.

 

Vida de Jesus.

 

História do mundo à luz destes conhecimentos.

 

Relacionamento com Cristo.

 

 

 

PRÉ III

 

 

 

Corpo e Movimento:

 

Saltos, corridas e caminhada sobre linhas e obstáculos.

 

Construções criativas com o corpo.

 

Contrair e relaxar as mãos, as pernas, os braços, o tronco e o corpo todo, controlando pequenos movimentos.

 

Postura ereta ao caminhar, correr e sentar.

 

Consciência e controle de movimentos ao andar, correr, brincar, subir, descer, escorregar, dependurar-se, etc.

 

Cambalhota para frente com acompanhamento.

 

Saltos em alturas e distâncias gradativas.

 

Saltos com 1 e 2 pés.

 

Corridas.

 

Exercícios de velocidade, flexibilidade e força.

 

Lançamentos de bolas com os pés e mãos, observando o lado dominante.

 

Localização espacial dos recintos utilizados na escola.

 

Encaixe, construções com blocos, enfiar, enroscar, enrolar, com detalhes.

 

Utilização dos dedos e mãos ao amassar, rasgar e modelar com precisão gradativa.

 

Pintura com os dedos, pincel grosso e fino, esponja, etc.

 

Utilização de cola com tubos apropriados.

 

Imitação de movimentos corporais.

 

Manuseio e produção de texturas.

 

Observação e exercício prático da lateralidade do corpo e objetos.

 

Movimentos faciais e corporais utilizando a comunicação com os mesmos.

 

Observação e exercício de ritmos corporais.

 

Alongamentos.

 

 

 

Os Discursos e As Palavras:

 

Dicção de palavras com clareza.

 

Visitas à biblioteca para hora do conto.

 

Manuseio de livros, revistas próprias à idade e histórias em quadrinhos.

 

Descrição verbal de objetos, pessoas, cenas e situações com detalhes.

 

Representação de idéias através do desenho, símbolos e arte.

 

Uso da linguagem para fazer-se compreender bem.

 

Exploração de perguntas e respostas.

 

Apreciação e interpretação de histórias, poesias, contos, trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, canções e variações lingüísticas.

 

Seqüência lógica de gravuras, estórias, fatos, etc.

 

Jogo simbólico.

 

Reconhecimento de símbolos de seu cotidiano.

 

Utilização de símbolos gestuais ou gráficos para indicação de momentos na rotina.

 

Reconhecimento e escrita do próprio nome.

 

Observação do espaço e forma das frases e palavras, bem como do espaço entre as mesmas.

 

Observações e comparações da escrita de palavras semelhantes ou diferentes.

 

Observação do número de letras em palavras.

 

Produção de frases, bilhetes, estórias, relatórios e pequenas poesias tendo o professor como escriba e tendo as crianças como colaboradoras gradativamente.

 

Elaboração de enredos com seqüência lógica.

 

Atividades de consciência das partículas lingüísticas de modo gradativo e dedutivo: Texto – Frase – Palavra – Sílaba – Letra.

 

Identificação visual e grafia das letras do alfabeto.

 

 

 

O Espaço a Ordem e a Medida:

 

Classificação segundo critérios da criança e sugeridos pelo professor.

 

Observação da seqüência temporal dos dias, semanas e meses.

 

Observação, comparação e seriação a partir de medidas como; peso, comprimento, quantidade, altura e espessura.

 

Senso de direção; para frente, para trás, para cima, para baixo, para o lado.

 

Seqüências lógicas simples.

 

Situações problema.

 

Barras numéricas, explorando; seriação crescente e decrescente, inclusão de barras omitidas, noção mais 1, antecessor e sucessor, formação de réguas com mesmo tamanho de diferentes formas, relação termo a termo, registro de quantidades na classe, etc.

 

Explorar a seqüência mais 1, como base para o sistema decimal.

 

Contagem oral de unidades até 100 e espontaneamente numerais superiores. Explorar a observação e contagem por dezenas.

 

Idéia de soma, subtração a partir de situações reais e com registro.

 

Idéia de multiplicação e divisão a partir de situações reais.

 

Registro gráfico de quantidades de acordo com a convenção da turma.

 

Observação e elaboração de gráficos simples.

 

Registro apropriado do tempo; dias, meses, ano.

 

Exploração de formas e sólidos geométricos.

 

 

 

As Coisas o Tempo e a Natureza:

 

Observação exploração e diferenciação de elementos da natureza; animais, plantas, rochas, etc.

 

Comparação entre hábitos, fisiologia e anatomia humana com diferentes seres.

 

Atitudes em relação à natureza.

 

Reciclagem e a separação de lixo.

 

Características climáticas.

 

Períodos do dia.

 

Características das plantas.

 

Paisagens.

 

A criação.

 

Estações do ano: características e vestimenta.

 

Ação da luz, ar, água (chuva, rios, mar, etc.), calor, som, força e movimento.

 

 

 

Higiene e Saúde:

 

Órgãos do sentido no cotidiano.

 

Uso adequado do ambiente de higiene.

 

Autonomia gradativa em atividades de higiene.

 

Asseio pessoal e de ambientes.

 

Alimentação.

 

Partes e funções do corpo humano.

 

Prevenção de acidentes.

 

Doenças e prevenção.

 

Elementos da saúde.

 

Hábitos de saúde.

 

 

 

Cooperação Solidariedade e Respeito:

 

História de vida.

 

Auto-conhecimento.

 

Ambiente escolar; objetos, profissionais, função.

 

A família.

 

Organização familiar.

 

Amizade.

 

Convivência em grupos.

 

Ética e comportamento social.

 

Tipos de moradias.

 

Meios de comunicação e função dos mesmos.

 

Datas comemorativas e sua contextualização.

 

Meios de transporte e função dos mesmos.

 

Modo de vida das pessoas. Observação crítica das mudanças e transformações históricas com recursos tecnológicos.

 

Tradições culturais.

 

Cidadania e recursos de proteção ao cidadão, à criança.

 

 

 

Música e Artes Visuais:

 

Ritmos acompanhados de movimentos corporais.

 

Observação e prática com elementos musicais; altura, intensidade e timbre.

 

Uso da voz como recurso musical para sons e melodias.

 

Artistas locais e internacionais das áreas: musicais, literárias, artistas plásticos, escultores e pintores.

 

Obras artísticas locais e internacionais das áreas mencionadas.

 

Valorização das produções dos colegas.

 

Artesanato.

 

Dobraduras.

 

Modelagem.

 

Impressão.

 

Pinturas com diversos materiais.

 

Desenhos com diversos materiais.

 

Dramatização e faz de conta.

 

Construção com materiais alternativos.

 

Montagens.

 

Colagens.

 

Recortes.

 

 

 

Importância de Deus na Vida Humana:

 

Valorização da Bíblia.

 

Histórias Bíblicas.

 

Cultura Bíblica.

 

Curiosidades bíblicas.

 

Atitudes e valores.

 

Vida de Jesus.

 

História do mundo à luz destes conhecimentos.

 

Relacionamento com Cristo.

 

 

 

Rotina

 

Opção A:

 

Roda

 

Situação Coletiva

 

Pátio/ parque/ atividade externa.

 

Lanche

 

Higiene

 

2 ou 3 propostas de brincadeiras.

 

Roda

 

 

 

Opção B:

 

Roda

 

1 ou 2 atividades coletivas

 

Lanche

 

Parque

 

Atividade individual a partir de opções

 

Roda

 

 

 

Opção C:

 

Roda

 

Atividade coletiva

 

Atividade individual a partir de opções

 

Lanche

 

Parque

 

Atividade coletiva

 

Roda

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases, 9394/96, art. 31: “Na Educação Infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”.

 

Nessa perspectiva, o avaliar tem sentido quando permite identificar as causas das dificuldades de aprendizagem, não devendo os resultados estar centrados na ótica de quem ensina, mas na tentativa de captar a totalidade do processo em função da criança.

 

A avaliação, na Educação Infantil, será realizada de forma sistemática e contínua, devendo ocorrer antes, durante e depois da realização do projeto, através da observação, da reflexão e do diálogo, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças, resultado de um trabalho intencional do educador. Constituir-se-á em instrumento para repensar o fazer pedagógico com o objetivo de gerar novos avanços na aprendizagem e desenvolvimento das crianças.

 

Mesmo não sendo de caráter promocional, a avaliação terá seus registros através de estratégias como análises e discussões periódicas com a equipe pedagógica da instituição, observações e registros sistemáticos em fichas individuais, ou seja, um relatório permanente, diário, permitindo ao educador uma análise constante.

 

É importante a devolução do processo de aprendizagem à criança, isto é, o retorno que o educador dá para as crianças a respeito de suas conquistas e daquilo que já aprenderam.

 

Os pais, também, têm o direito de acompanhar e participar do processo de aprendizagem e desenvolvimento, inteirando-se dos avanços e conquistas, compreendendo os objetivos e as ações desenvolvidas pela instituição.

 

Os instrumentos de avaliação podem ser trabalhados individuais e coletivos, através das diversas linguagens, de forma contextualizada, para que se possa observar a evolução das crianças.

 

Entendida como apreciação e discernimento, a avaliação permeará todo o fazer pedagógico. Neste caso, tanto o educador como a criança, conhecendo os objetivos e os caminhos que estão percorrendo, poderão refletir sobre a etapa atingida e delinear retomadas de rumo, caso seja necessário.

 

ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Desenvolver a competência lingüística do educando - ouvir, falar, ler e escrever – habilitando-o a à utilização da língua materna com precisão e fluência, seja através da escrita ou oralmente, em situações subjetivas e/ou objetivas, sob o prisma da referência do valor social e simbólico da atividade lingüística e dos inúmeros recursos, envolvendo, ainda, a interação entre o sujeito e Deus, o sujeito com ele mesmo e o sujeito com o outro.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Confrontar e opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal.

 

Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

 

Aplicar as tecnologias de comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes da vida.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

1. Falar/ouvir

 

Elemento de interação entre o educando e Deus, o educando com ele mesmo e com o outro, o educando e o objetivo de conhecimento.

 

Expressividade da reflexão.

 

Fator de empatia para a construção de laços fraternos.

 

Recurso de congraçamento com as diferentes etnias.

 

Mediador na produção do conhecimento.

 

2. Ler/escrever

 

Recurso interacional entre o educando e Deus, o educando consigo mesmo e com o outro, o educando e o objeto de conhecimento.

 

Prática reflexiva da expressividade individual e coletiva.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

A sala de aula deve ser o espaço que oportunize ao educando a oralidade, a leitura e a escrita, de modo interdisciplinar. “ler e escrever são tarefas da escola, questões para todas as áreas, uma vez que são habilidades indispensáveis para a formação de um estudante, que é responsabilidade da escola” oportunizando ao aluno o contato com obras literárias, revistas, jornais, relatórios, arquivos, televisão, bíblia, Internet, natureza e o mundo ao seu redor para que ele possa expressar-se com competência e habilidade, tanto oralmente quanto por escrito exercendo o dom do livre-arbítrio atribuído ao ser humano pelo criador.

 

Ao planejar suas aulas, o educador não põe o foco de sua atividade nos conteúdo do programas, más nas habilidades que deverá desenvolver, em busca do alcance de competências perfeitamente definidas. Para alcançar seus objetivos, seleciona os saberes curriculares e programa atividades didático-pedagógicas a partir dos mesmos.

 

Do educando se espera um novo envolvimento em busca do aprender a aprender. Utilizando conteúdos específicos propostos, ele irá em busca do desenvolvimento de grandes habilidades, ligadas a seus interesses, suas tendências e as exigências de seu contexto social.

 

Nas séries iniciais do Ensino Fundamental, recomenda-se que o educador inicialmente trabalhe com as seguintes temáticas: a vida das crianças na escola; a vida em família; as atividades de lazer; os problemas da cidade, do estado e do país onde vive; o relacionamento entre meninos e meninas e o respeito às diferenças.

 

A definição dos conteúdos, no que se refere aos tipos de texto orais ou escritos, deverá pautar-se nos tipos com o quais os educandos, nesta faixa etária, estão mais familiarizados como usuários da língua materna:

 

Lidando com pequenas histórias, quadrinhas, história em quadrinhos, instruções de jogos, anedotas, trava-línguas, anúncios, pequenos diálogos, rótulos de embalagens, cartazes, canções, pequenas noticias, entrevistas, programação de tv, cartas, poemas, receitas, textos bíblicos e outros; lendo e relendo textos de diferentes gêneros; discutindo as hipóteses levantadas sobre as idéias do texto;

 

Defendendo seu entendimento, debatendo questões relacionadas ao texto;

 

Realizado pesquisas para trazer informações pertinentes à leitura e repassá-las aos colegas;

 

Comparando o emprego de uma mesma palavra em contextos diferentes;

 

Lendo, relendo e verificando a montagem do texto e seus componentes, interpretando informações de gráficos, tabelas, desenhos, fotos, etc. relacionadas ao assunto do texto, com orientação do professor;

 

Destacando da linguagem do texto termos e expressões, entreditos e subtendidos, com o auxilio do educador;

 

Fazendo comentários espontâneos e troca de idéias sobre “leituras” realizadas;

 

Relatando experiências relacionadas ao assunto do texto lido;

 

Manuseando e comparando jornais da cidade e outros estados;

 

Observando e marcando no texto elementos lingüísticos e indicadores da ordenação do tempo e da apresentação do narrador (palavras e expressões temporais, flexão verbal, pessoas do discurso-1ª e 3 ª);

 

Freqüentando oficinas de leitura, bibliotecas, feiras de livros, bancas de revistas, etc.

 

O educando deverá demonstrar o domínio da linguagem oral, em situações de interação social e exercício da cidadania:

 

Recriando e recontando histórias lidas e ouvidas, filmes, letras de musicas e outros;

 

Comentando fatos e temas do cotidiano;

 

Transmitindo recados para colegas, funcionários, parentes e outros;

 

Entrevistando pessoas para esclarecimento de um assunto, reformulação de um ponto de vista ou ampliação de um conhecimento.

 

De acordo com as exigências do uso público da linguagem, o educando deverá explicar elementos discursivos, lingüísticos e estilísticos na produção de textos escritos:

 

Dramatizando de improviso fatos e histórias.

 

Preparando roteiros, questionamentos, cartazes, esquemas e outros para apoiar a fala, durante a exposição.

 

Reproduzindo e resumindo textos lidos/ouvidos de diversos gêneros; escrevendo relatos de fatos ocorridos na classe, na escola, na comunidade desenvolvendo a capacidade de discurso. Esta progressão do educando faz com que o conhecimento sistemático sirva como referencial ao conhecimento de mundo e organização textual. Assim sendo, a gramática, o léxico, etc. dependem das escolhas temáticas dos textos. Deve ser priorizado o estudo de acordo com as dificuldades apresentadas nos textos e nas produções dos educandos, sejam elas escritas ou orais.

 

Espera-se que o educando compreenda textos orais de diversos gêneros presentes em situações de interação social, respeitando as diferentes manifestações de linguagem: escutando e analisando diferentes textos de gênero oral em situações de comunicação direta ou mediada por recursos eletrônicos (debate, radiofônico, televisivo, palestras, propaganda, etc.),

 

Escutando textos em situações autenticas de interlocução (palestras, debates, entrevistas, etc.), intervindo com perguntas e explanações;

 

Analisando valores, intenções, preconceitos e outros transmitidos por meio de filmes, comerciais, programas eleitorais, jornalísticos, educativo e etc.;

 

Escutando e analisando textos gravados em situações autenticas de interlocução, observação expressão facial e gestual, ambigüidades, contradições, etc.;

 

Comparando textos de diversos gêneros que apresentam variações da fala (formal, informal, regional, etc.);

 

Analisando gravações (vídeo ou cassete) de textos produzidos pelos alunos, para avaliação da adequação dos recursos utilizados e os efeitos adquiridos.

 

O educando deverá compreender e interpretar textos escritos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura, ou seja, o dever de ler:

 

Lendo e discutindo, previamente, sobre o tema que será tratado na atividade de escuta, constituindo repertório de conhecimentos para melhor compreensão dos textos; e, no país, etc.; desenvolvendo a capacidade de discurso. Esta progressão do educando faz com que o conhecimento sistemático sirva como referencial ao conhecimento de mundo e organização textual. Assim sendo, a gramática, o léxico etc. dependem das escolhas temáticas e dos textos. Deve ser priorizado o estudo de acordo com as dificuldades apresentadas nos textos e nas produções dos educando, sejam elas escritas ou orais.

 

Espera-se que o educando compreenda textos orais de diversos gêneros presentes em situações de interação social, respeitando as diferentes manifestações da linguagem:

 

Escutando e analisando diferentes textos do gênero oral em situações de comunicação direta ou mediada por recursos eletrônicos (debate, radiofônico, televisivo, palestras, propagandas, etc.);

 

Escutando textos em situações autenticas de interlocução, (palestras, debates, entrevistas, etc.), intervindo com perguntas e explanações;

 

Analisando valores, intenções, preconceitos e outros transmitidos por meio de filmes, comerciais, programas eleitorais, jornalísticos, educativos, etc.;

 

Escutando e analisando textos gravados em situações autenticas de interlocução, observando expressão facial e gestual, ambigüidades, contradições, etc.;

 

Comparando textos de diversos gêneros que apresentam variações da fala (formal, informal, regional, etc.),;

 

Analisando gravações (vídeo ou cassete) de textos produzidos pelos alunos, para avaliação da adequação dos recursos utilizados e os efeitos obtidos.

 

O educando deverá compreender e interpretar textos escritos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura, ou seja, o dever de ler, a necessidade de ler e o prazer de ler:

 

Lendo e discutindo, previamente, sobre o tema que será tratado na atividade de escuta, constituindo repertório de conhecimentos para melhor compreensão do texto;

 

Registrando informações importantes durante palestras, aulas expositivas e outras atividades, para garantir a apreensão de aspectos relativos ao plano temático, ao uso da linguagem característicos do gênero e suas regras de funcionamento;

 

Lendo, oral e silenciosamente, livros e textos avulsos na classe, na biblioteca e em casa; textos de gêneros variados (literários, de imprensa, de divulgação cientifica, de publicidade);

 

Selecionando livros e textos e consultando índices, fichários, dicionários, gramáticas, etc.;

 

Lendo, silenciosamente, textos para os quais já tenha desenvolvido uma certa proficiência (leitura autônoma);

 

Selecionando livros e textos para realização de pesquisas, trabalhos, projetos e outros;

 

Lendo/relendo e identificando inadequações do texto;

 

Lendo, com atenção, receitas, manuais de instrução, regras de jogo, provas, exercícios, etc., observando os comando;

 

Lendo e relendo textos de diversos gêneros;

 

Respondendo questionamentos propostos pelo professor, sobre expectativas em relação ao texto e índices lingüísticos que dão sustentação aos sentidos atribuídos, antes ou durante a leitura;

 

Explicitando as pistas lingüísticas utilizadas na realização de inferências, antecipação de acontecimentos, confirmação das hipótese, etc;

 

Realizando leituras de textos ou livros mais complexos, lendo previamente os trechos combinados, pesquisando informações esclarecedoras ou complementares, para discuti-lo posteriormente com a classe;

 

Sintetizando partes do texto, observando as idéias principais;

 

Destacando, da linguagem do texto, termos e expressões, entreditos e subtendidos, sentidos figurados, etc., com auxilio do educador; comparando uns textos e outros e a situação do cotidiano, considerando aspectos históricos e sociais;

 

Lendo, destacando as idéias principais e percebendo a gradação das secundárias;

 

Lendo, relendo e verificando a montagem do texto e seus componentes;

 

Lendo e observando textos com seqüências narrativa, descritiva, conversacional expositiva e argumentativa;

 

Observando e marcando, no texto, elementos lingüísticos indicadores da ordenação do tempo e do ponto de vista do narrador (palavras e expressões temporais, flexão verbal, pessoas do discurso);

 

Lendo textos argumentativos, percebendo o tema e observando termos e expressões de confirmação, contestação e conclusão das idéias;

 

Comparando textos e interpretando informações de gráficos, tabelas, desenhos, fotos, etc., relacionadas ao assunto do texto, com orientação do educador;

 

Levantando indicadores lingüísticos e extralingüísticos presentes no texto;

 

Lendo/relendo textos de diferentes gêneros;

 

Lendo textos e destacando idéias afins e divergentes sobre o mesmo tema;

 

Verificando e marcando recursos expressivos predominantes no texto (pontuação, sinais gráficos, figuras de linguagem).

 

Espera-se, também, que o educador demonstre o domínio da linguagem em situações de interação social e no exercício da cidadania:

 

Narrando, comentando, refletindo e opinando sobre histórias lidas e ou ouvidas, filmes, letras de musicas, fatos do cotidiano e outros;

 

Participando de debates, palestras, dramatizações seminários e outros;

 

Entrevistando pessoas para esclarecimento de um assunto, reformulação de um ponto de vista ou  ampliação de um conhecimento; elaborando esquemas, roteiros, cartazes, transparências, questionamentos e outros, para apoiar a fala durante a exposição.

 

Deseja-se que o educando aplique elementos discursivos, lingüísticos e estilísticos na produção de textos escritos, de acordo com as exigências do uso público de linguagem:

 

Transcrevendo, reproduzindo, declarando e criando textos, atendendo a situações propostas;

 

Transcrevendo letras de músicas e poemas gravados;

 

Reproduzindo, parafraseando e resumindo textos lidos/ouvidos de diversos gêneros;

 

Escrevendo a versão de um texto planejado coletivamente a partir de situações significativas;

 

Escrevendo início, meio ou fim de um texto proposto pelo professor;

 

Produzindo textos de histórias vividas e imaginadas;

 

Lendo, refletindo e refletindo textos de diversos gêneros, considerando a organização de conteúdo temático, construção composicional e estilo.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

  • Nome e sobrenome (história, significado e escrita)
  • As letras do alfabeto
  • Alfabeto dos amigos
  • Linguagem escrita e sua importância na comunicação
  • Letras e números – expressões do pensamento
  • Leitura de texto e identificação de palavras
  • Entrevista
  • Gêneros literários: poema, texto informativo
  • Escrita espontânea
  • Tipos de linguagem visual, oral e escrita

 

 

 

Fazendo novos Amigos

 

  • Linguagens: oral, escrita e visual
  • A linguagem de sinais e sua função
  • Escrita espontânea
  • Produção de texto coletivo
  • Elaboração e escrita de convite
  • Uso da letra inicial
  • Leitura de texto e identificação de palavras
  • Biografia
  • Gêneros literários: poema, parlenda, texto informativo
  • Rimas

 

 

 

Minha Escola

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: poema, adivinhas; texto informativo
  • Leitura e escrita de textos e de palavras
  • Escrita espontânea
  • Rimas

 

 

 

Mundo dos Livros

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: poema, texto informativo, anúncio, adivinha, texto jornalístico
  • Rótulos
  • Estudo das letras (comparação, diferenciação de fonemas e grafemas)
  • Alfabeto: vogais e consoantes
  • Uso do dicionário
  • História da escrita
  • Biografia
  • Leitura e interpretação de texto

 

 

 

Eu e Minha Família

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Uso do til
  • Gêneros textuais: poema, adivinha, trava-língua, carta, texto informativo
  • Escrita espontânea
  • Leitura e escrita de textos e de palavras
  • Leitura e interpretação de textos

 

 

 

Hora do Lanche

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Rótulos de alimentos
  • Alfabeto dos alimentos
  • Gêneros textuais: propaganda, notícias, cardápio, receitas, texto informativo
  • Entrevista
  • Pesquisa
  • Escrita dos nomes dos alimentos
  • Leitura e escrita de textos e de palavras
  • Interpretação de texto
  • Escrita espontânea

 

 

 

De Onde Vem?

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: receita, história em quadrinhos, adivinhas, trava-língua, texto narrativo, informativo, poema
  • Ordenação temporal
  • Rimas
  • Grupos de palavras
  • Leitura e interpretação de texto e de palavras
  • Escrita espontânea

 

 

 

Passeio no Parque

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: texto informativo, receita, rótulo, acróstico, poema
  • Sílaba
  • Leitura e interpretação de texto
  • Escrita espontânea
  • Símbolos
  • Pesquisa
  • Ordenação de palavras
  • Registro de atividade

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • ·          Linguagem oral, escrita e visual
  • ·          Gêneros textuais: texto narrativo, informativo, poema, anúncio, placas.
  • ·          Leitura e interpretação de texto
  • ·          Alfabeto de animais
  • ·          Escrita espontânea
  • ·          Escrita de palavras e frases
  • ·          Frases
  • ·          Masculino e feminino
  • ·          Pesquisa com registro

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • ·          Linguagem oral, escrita e visual
  • ·          Gêneros textuais: parlenda, poema, texto informativo
  • ·          Leitura e interpretação de texto
  • ·          Antônimos e sinônimos
  • ·          Rima
  • ·          Formação de palavras
  • ·          Entrevista
  • ·          Descrição de cenas
  • ·          Sílaba
  • ·          Idéia de uso do til
  • ·          Jogos com regras
  • ·          Produção de texto coletivo
  • ·          Escrita expontânea

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: receita, texto informativo, poema
  • Leitura e escrita de textos
  • Biografia
  • Pesquisa em revistas e jornais
  • Nome das cores, objetos, instrumentos musicais
  • Escrita espontânea
  • Interpretação de texto
  • As diversas formas de expressão: gestos, cores, palavras, ..

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Leitura e escrita de textos e palavras
  • Escrita espontânea
  • Palavras iguais, significados diferentes
  • Interpretação com base no contexto
  • Reescrita de frases
  • Produção de texto coletivo
  • Nome dos meses do ano
  • Identificação de palavras
  • Gêneros textuais: texto informativo, poema

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Escrita espontânea
  • Gêneros textuais: texto informativo, trava-língua
  • Identificação de palavras
  • Reescrita de palavras
  • Segmentação
  • Sílabas
  • Formação de palavras a partir de códigos
  • Texto coletivo
  • Texto em código

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Gêneros textuais: poema; propaganda, história em quadrinhos, bilhete, narração
  • Usos da letra maiúscula
  • Letra cursiva
  • Tipos de letras diferentes
  • Reconhecimento de palavras
  • Reconto de história
  • Ordem alfabética
  • Letras com haste superior e inferior
  • Linguagem oral, escrita e visual

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Linguagem oral, escrita e visual
  • Gêneros textuais: história em quadrinhos, adivinhas, poema, fábula
  • Segmentação
  • Produção de texto
  • Formação de palavras
  • Diálogos com balões
  • Reconto
  • Vogais e consoantes
  • Leitura e interpretação

 

 

 

2º ANO

 

 

 

1. Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • As diferentes linguagens (formais e informais-verbais e não-verbais)
  • As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • De valores na interlocução
  • De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • De diferentes maneiras (formais e informais)
  • Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • Na divulgação de valores (preconceitos)
  • Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • Respeitando a temporalidade
  • Registrando relações de causa e efeito
  • De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • Percebendo os elementos internacionais
  • Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • Empregando variedades lingüísticas
  • Em diferentes gêneros de texto
  • Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • Reescrita
  • Com adequação vocabular
  • Sinonímia
  • Antonímia
  • Homonímia
  • Paranímia
  • Primitivas e derivadas
  • Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • Com coerência
  • Temporalidade
  • Permanência no tema
  • Relações de causa e efeito
  • Conectores
  • De forma clara e ordenada
  • Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • Separando as palavras
  • Dividindo o texto em frases
  • Dividindo o texto em parágrafos
  • Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • Respeitando concordâncias
  • Usando recursos coesivos
  • Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • Legibilidade
  • Quanto a aspectos gramaticais no texto:
  • Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • Identificação de diferentes gêneros de texto
  • Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • Identificação de diferenças regionais
  • Compreensão de diferentes linguagens
  • Compreensão do sentido global de um texto
  • Identificação de elementos determinados em um texto
  • Percepção da presença de linguagem conotativa
  • Adaptação vocabular
  • Reflexão para autonomia
  • Análise critica
  • Identificação de valores
  • Elaboração de inferências
  • Contraposição de idéias

 

 

 

Como instrumento de:

 

  • Apreciação da arte
  • Acesso aos bens culturais
  • Inserção no passado
  • Compreensão do presente
  • Projeção do futuro

 

 

 

Como fonte de:

 

  • Informação
  • Prazer
  • Conhecimento

 

 

 

Análise de texto em relação a:

 

Como exercício de:

 

  • Leitura oral
  • Prolação
  • Entonação
  • Ritmo
  • Expressividade

 

 

 

 

 

3º ANO

 

 

 

1. Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • As diferentes linguagens (formais e informais- verbais e não-verbais)
  • As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • De valores na interlocução
  • De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • De diferentes maneiras (formais e informais)
  • Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • Na divulgação de valores (preconceitos)
  • Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • Respeitando a temporalidade
  • Registrando relações de causa e efeito
  • De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • Percebendo os elementos internacionais
  • Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • Empregando variedades lingüísticas
  • Em diferentes gêneros de texto
  • Reescrita
  • Com adequação vocabular
  • Sinonímia
  • Antonímia
  • Homonímia
  • Paranímia
  • Primitivas e derivadas
  • Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • Com coerência
  • Temporalidade
  • Permanência no tema
  • Relações de causa e efeito
  • Conectores
  • De forma clara e ordenada
  • Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • Separando as palavras
  • Dividindo o texto em frases
  • Dividindo o texto em parágrafos
  • Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • Respeitando concordâncias
  • Usando recursos coesivos
  • Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

 

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • Acentuando adequadamente as palavras
  • Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • Legibilidade
  • Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • Identificação de diferentes gêneros de texto
  • Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • Identificação de diferenças regionais
  • Compreensão de diferentes linguagens
  • Compreensão do sentido global de um texto
  • Identificação de elementos determinados em um texto
  • Percepção da presença de linguagem conotativa
  • Adaptação vocabular
  • Reflexão para autonomia
  • Análise critica
  • Identificação de valores
  • Elaboração de inferências
  • Contraposição de idéias

 

 

 

Como instrumento de:

 

  • Apreciação da arte
  • Acesso aos bens culturais
  • Inserção no passado
  • Compreensão do presente
  • Projeção do futuro

 

 

 

Como fonte de:

 

  • Informação
  • Prazer
  • Conhecimento

 

 

 

Análise de texto em relação a:

 

Como exercício de:

 

  • Leitura silenciosa
  • Leitura oral
  • Prolação
  • Fluência
  • Entonação
  • Ritmo
  • Expressividade

 

 

 

4º ANO

 

 

 

1. Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • As diferentes linguagens (formais e informais- verbais e não-verbais)
  • As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • De valores na interlocução
  • De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • De diferentes maneiras (formais e informais)
  • Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • Na divulgação de valores (preconceitos)
  • Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • Respeitando a temporalidade
  • Registrando relações de causa e efeito
  • De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • Percebendo os elementos internacionais
  • Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • Empregando variedades lingüísticas
  • Em diferentes gêneros de texto
  • Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • Notas
  • Resumos
  • Paráfrase
  • Paródia
  • Reescrita
  • Com adequação vocabular
  • Sinonímia
  • Antonímia
  • Homonímia
  • Paranímia
  • Primitivas e derivadas
  • Formação
  • Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • Com coerência
  • Temporalidade
  • Permanência no tema
  • Relações de causa e efeito
  • Conectores
  • De forma clara e ordenada
  • Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • Separando as palavras
  • Dividindo o texto em frases
  • Dividindo o texto em parágrafos
  • Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • Respeitando concordâncias
  • Respeitando regências
  • Usando recursos coesivos
  • Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • Empregando discurso direto e indireto
  • Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • Acentuando adequadamente as palavras
  • Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)

 

Legibilidade

 

Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

  • Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • Identificação de diferentes gêneros de texto
  • Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • Identificação de diferenças regionais
  • Compreensão de diferentes linguagens
  • Compreensão do sentido global de um texto
  • Identificação dos pontos mais relevantes de um texto
  • Identificação de elementos determinados em um texto
  • Percepção da presença de linguagem conotativa
  • Adaptação vocabular
  • Reflexão para autonomia
  • Análise critica
  • Identificação do processo e do contexto de produção
  • Identificação de valores
  • Elaboração de inferências
  • Contraposição de idéias

 

 

 

Como instrumento de:

 

  • Apreciação da arte
  • Acesso aos bens culturais
  • Inserção no passado
  • Compreensão do presente
  • Projeção do futuro

 

 

 

Como fonte de:

 

  • Informação
  • Prazer
  • Conhecimento

 

 

 

Análise de texto em relação a:

 

Como exercício de:

 

  • Leitura silenciosa
  • Leitura oral
  • Prolação
  • Fluência
  • Entonação
  • Ritmo
  • Expressividade

 

 

 

5º ANO

 

 

 

1. Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • As diferentes linguagens (formais e informais- verbais e não-verbais)
  • As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • De valores na interlocução
  • De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • De diferentes maneiras (formais e informais)
  • Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • Na divulgação de valores (preconceitos)
  • Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • Respeitando a temporalidade
  • Registrando relações de causa e efeito
  • De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • Percebendo os elementos internacionais
  • Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • Em diferentes situações (formais e informais)
  • Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • Empregando variedades lingüísticas
  • Em diferentes gêneros de texto
  • Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • Notas
  • Resumos
  • Paráfrase
  • Paródia
  • Reescrita
  • Com adequação vocabular
  • Sinonímia
  • Antonímia
  • Homonímia
  • Paranímia
  • Primitivas e derivadas
  • Formação
  • Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • Com coerência
  • Temporalidade
  • Permanência no tema
  • Relações de causa e efeito
  • Conectores
  • De forma clara e ordenada
  • Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • Separando as palavras
  • Dividindo o texto em frases
  • Dividindo o texto em parágrafos
  • Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • Respeitando concordâncias
  • Respeitando regências
  • Usando recursos coesivos
  • Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • Empregando discurso direto e indireto
  • Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • Acentuando adequadamente as palavras
  • Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • Legibilidade
  • Quanto a aspectos gramaticais no texto:
  • Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • Identificação de diferentes gêneros de texto
  • Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • Identificação de diferenças regionais
  • Compreensão de diferentes linguagens
  • Compreensão do sentido global de um texto
  • Identificação dos pontos mais relevantes de um texto
  • Identificação de elementos determinados em um texto
  • Percepção da presença de linguagem conotativa
  • Adaptação vocabular
  • Reflexão para autonomia
  • Análise critica
  • Identificação do processo e do contexto de produção
  • Identificação de valores
  • Elaboração de inferências
  • Contraposição de idéias

 

 

 

Como instrumento de:

 

  • Apreciação da arte
  • Acesso aos bens culturais
  • Inserção no passado
  • Compreensão do presente
  • Projeção do futuro

 

 

 

Como fonte de:

 

  • Informação
  • Prazer
  • Conhecimento

 

 

 

Análise de texto em relação a:

 

Como exercício de:

 

  • Leitura silenciosa
  • Leitura oral
  • Prolação
  • Fluência
  • Entonação
  • Ritmo
  • Expressividade

 

 

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

A avaliação não deve se restringir a um momento ou ao final de um projeto.

 

Uma forma de acompanhar é registrar o desenvolvimento e avanços cognitivos, motores, afetivos e sociais, para isso é necessário conhecer o aluno, seus gostos, sua história de vida, suas dificuldades.

 

Para construir um documento como portifólio ou relatórios, a professora deverá registrar o que foi observado durante o processo de aprendizagem.

 

Ter um caderno ou fichário de cada aluno para anotar conquistas importantes, reações, envolvimento e superações (de conflito, resolução de problemas...).

 

Relatórios ou portifólios acompanhados de fotos, vídeos com comentários e análise do crescimento do aluno podem ajudar nesse processo de avaliação.

 

É preciso criar diferentes situações para avaliar e para respeitar diferenças individuais. Desenhos, textos, expressão oral, pesquisas, interações, solidariedade podem ser observadas durante o período de aula.

 

Após um período de tempo estabelecido pela escola (bimestre), os relatórios ou portifólios são encaminhados aos pais numa reunião individual, onde os pais terão acesso ao desenvolvimento do filho. O professor pode criar também uma avaliação dirigida ao próprio aluno, incentivando-o a crescer cada vez mais.

 

No processo ensino-aprendizagem, a palavra avaliação – inserida na filosofia da Instituição Educacional Adventista – tem uma conotação especial, pois ao falarmos de formação de pessoas, entende-se que todos os seres são dotados de inteligência e capacidade específicas.

 

Ao traçarmos um plano de avaliação, é necessário termos consciência das diferenças existentes dentro de cada proposta de trabalho. Baseando-se nesse pressuposto, é necessário levar em conta itens como:

 

- Variedade de atividades que supram as necessidades de cada indivíduo;

 

- Respeito ao limite que cada indivíduo possui de acordo com sua realidade;

 

- Conteúdo coeso e coerente com os objetivos propostos pela disciplina, focando a construção do conhecimento;

 

- Avaliação que estimule a criatividade e o raciocínio lógico;

 

- Focalização de temas de que o educando possa fazer uso no seu dia-a-dia;

 

- Situações de avaliação que amenizem a ansiedade do educando;

 

- Avaliação como um momento de aprendizagem;

 

- Utilização da avaliação como um meio do processo de aprendizagem e não como um fim em si própria;

 

- Desenvolvimento da capacidade de auto avaliar-se.

 

Com isso, almeja-se contribuir para a formação de indivíduos críticos, preparados para exercer a cidadania em sua plenitude. Fica claro que a avaliação deve ser um processo contínuo, que desenvolva um caráter completo, ou seja, físico, mental, espiritual e social.

 

Conforme os princípios metodológicos, citados acima, acredita-se ter proporcionado um ambiente estimulador à aprendizagem, culminando assim em um conhecimento amplo e sólido para vivenciar as situações do dia-a-dia.

 

 

ARTES

 

 

 

Despertar a ação criadora desenvolvendo formas e técnicas artísticas, numa relação entre perceber, imaginar e realizar produções artísticas individuais e/ou coletivas nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, áudio-visuais), experimentando o domínio e a familiaridade com os códigos e expressões próprios da linguagem da arte.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, artes áudio-visuais).

 

Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas.

 

Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros.

 

 

 

Contextualização sócio-cultural

 

Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de arte - em suas múltiplas funções - utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que de deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Representação e comunicação

 

Investigação e compreensão

 

Contextualização sócio-cultural

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Platão já dizia que alguns observam a natureza e não a entendem, outros a observam, entendem e não sabem o que fazer dela, mas somente através da arte há possibilidade de observar, entender e utilizá-la nas criações do dia-a-dia.

 

Durante muito tempo alimentou-se uma concepção de educação artística como fazer aleatório, sem planejamento, ou pela reprodução de modelos voltados para um domínio técnico mais centrado na figura do professor. Algumas atividades de dramatização e música eram ensaiadas com o único objetivo de apresentação em datas e programas especiais.

 

Atualmente a concepção de desenvolvimento e de aprendizagem possibilita a valorização da informação sobre a produção histórica e o desenvolvimento da imaginação, da liberdade de criação individual e coletiva do educando, que realiza as atividades percebendo o sentido que faz para si e a sua necessidade de sentir prazer pelas descobertas.

 

Com o passar do tempo, o próprio educando percebe a necessidade de aproximar-se de modos mais elaborados de fazer e pensar sobre arte. No Ensino Médio, conhecer arte significa a apropriação de "saberes culturais estético inseridos nas práticas de produção e apreciação artística, fundamentais para a formação e o desempenho social do cidadão" (PCNs Ensino Médio).

 

Pelas reflexões feitas durante o processo de aprendizagem, o educando passa a ficar mais exigente e crítico no que se refere a sua própria produção e o que ele vê nas produções acessíveis. Isso dá a entender que o educando regrediu nas suas produções, porém, ele está percebendo a necessidade de novos conhecimentos e de sistematização do seu trabalho, com o incentivo do educador, ele terá contato com outras técnicas e perceberá as suas condições de desenvolvimento.

 

Assim, a arte favorece "o interesse por novas possibilidades do aprendizado de ações, de trabalho com a arte ao longo da vida". (PCNs Ensino Médio).

 

Para que a crítica-reflexiva possibilite o desenvolvimento do educando, a metodologia integrará o fazer artístico, a apreciação da obra de arte e sua contextualização histórica nas artes plástica, musical, dramática e corporal.

 

Ao aprender e vivenciar a arte na escola, o aluno poderá integrar os múltiplos sentidos presentes na dimensão do concreto e do virtual, do sonho e da realidade. Tal integração é fundamental na construção da identidade e da consciência, que poderá assim compreender melhor sua inserção na sociedade, com ética, estética e respeito dentro de cada universo, relacionando com o contexto sócio-político cultural de cada um.

 

Os conteúdos de arte poderão ser desenvolvidos também através de trabalhos por projetos onde cada equipe (ou a turma toda) pode eleger referenciais a serem desenvolvidos em caráter multidisciplinar oferecendo uma aprendizagem significativa.

 

Além das formas tradicionais: pintura, escultura, desenho, gravura, artefato, desenho industrial e arquitetura, há modalidades resultantes dos avanços tecnológicos como artes gráficas, vídeo, computação, fotografia, televisão e performance. Cada visualidade é vista e utilizada de modo singular nas mais diversas possibilidades descobertas pelo ser humano.

 

Estar atento aos novos materiais, técnicas e artistas que aparecem continuamente e que fazem parte da vida das pessoas, possibilita o aumento da eficiência do trabalho do educador no cotidiano interando-o com as novas informações.

 

No fazer artístico o educador pode incentivar a elaboração inventiva com materiais (de modo especial o reciclável), técnicas e tecnologias disponíveis; a percepção e elaboração de idéias, de representações imaginativas com significados das e sobre as realidades da natureza e das culturas; expressões-sínteses de emoções e sentimentos colhidos da experiência com o mundo sociocultural; e, a produção a partir do seu próprio ponto de vista das técnicas utilizadas por artistas diversos.

 

A apreciação das obras de arte possibilita o desenvolvimento da imaginação e a reflexão sobre o modo como o homem utilizou as formas e os sons da natureza para o seu benefício.

 

As visitas aos museus, galerias de arte, apresentações musicais, assim como, as excursões para observação de como são construídos os prédios, como são organizados os jardins, as vitrines, permitem a ampliação da visão artística e dão novas idéias para criações individuais e coletivas e para a percepção das produções mundiais que fundamentam a nossa cultura.

 

Já a história da arte mostra como a "técnica" evoluiu com o passar do tempo. Permite a compreensão do artista e do povo da época, e é nesse momento que se percebe a importância da arte para conhecimento da história mundial, da literatura, etc.

 

"O professor precisa conhecer a História da Arte para poder escolher o que ensinar, com o objetivo de que os alunos compreendam que os trabalhos da arte não existem isoladamente, mas relacionam-se com as idéias a tendências de uma determinada época e localidade. A apreensão da arte se dá como fenômeno imerso na cultura, que se desvela nas conexões e interações existentes entre o local, o nacional e o internacional". (PCNs Ensino Fundamental, página 110).

 

Na sala de aula, a atitude do educador é muito importante para criar clima de atenção, concentração, prazer e inter-relacionamento entre a escola e a comunidade.

 

Cabe ao educador a observação das manifestações espontâneas do educando, para identificar gostos, preferências, conhecimento em arte, níveis expressivos, possibilidades individuais e coletivas. Tais observações tomar-se-ão importante referencial para que o professor se tome um criador de situações de aprendizagem.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

  • ·         Desenho
  • ·         Auto-estima
  • ·         Qualidades pessoais possíveis de serem retratadas
  • ·         Contorno do rosto
  • ·         Mural

 

 

 

Fazendo novos Amigos

 

  • Pintura
  • Desenho

 

 

 

Minha Escola

 

  • Desenho
  • Pintura

 

 

 

Mundo dos Livros

 

  • ·         Desenho
  • ·         Produção de um jornal
  • ·         Ilustração de histórias
  • ·         Pintura
  • ·         Recorte e colagem

 

 

 

Eu e a Minha Família

 

  • Desenho
  • Colagem
  • Ampliação de figura

 

 

 

Na Hora do Lanche

 

  • Recorte e colagem
  • Desenho
  • Cores

 

 

 

De Onde Vem?

 

  • Recorte
  • Desenho
  • Pintura a dedo
  • Cores
  • Modelagem
  • Receitas
  • Recorte e colagem

 

 

 

Passeio no Parque

 

  • Recorte
  • Colagem
  • Desenho
  • Pintura

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • Desenho
  • Pintura
  • Criatividade
  • Imitação
  • Jogo dos 5 erros
  • Quebra-cabeça
  • Dramatização

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • Recorte
  • Desenho
  • Quebra-cabeça
  • Brincadeiras de roda

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • Releitura
  • Desenho
  • Pintura
  • Colagem
  • Textura
  • Cor
  • Apreciação de obra-de-arte
  • Apreciação de música clássica
  • Arte indígena

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Livro da criação (montagem de um livro)

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • Recorte e colagem
  • Construção com sucata

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Colagem com retalhos
  • Textura
  • Espessura
  • Montagem de uma coroa
  • Perspectiva
  • Confecção de brinquedo a partir de sucata

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Propriedade dos objetos
  • Textura
  • Recorte e colagem com materiais diversos
  • Cobrir pontilhado
  • Pintura

 

 

 

2º ANO

 

 

 

  1. Percepção da arte no ambiente.
  2. Estudo das cores: primárias e secundárias.
  3. Texturas.
  4. Representação artística.
  5. Linhas retas.
  6. Linhas curvas.
  7. Figura e fundo.
  8. Artistas Estaduais.
  9. Artistas Brasileiros.
  10. Artistas Internacionais.
  11. Releitura de Obras de Arte.
  12. Origami.
  13. Formas e figuras.
  14. Música.
  15. Folclore.

 

 

 

3º ANO

 

 

 

  1. 1.     Elementos da linguagem visual: ponto, linha, plano, cor, espaço e superfície.
  2. 2.     Tridimensionalidade.
  3. 3.     Cores Terciárias - Cores quentes e frias.
  4. 4.     Simetria.
  5. 5.     Formas Geométricas.
  6. 6.     Origami.
  7. 7.     Expressão Corporal.
  8. 8.     Música.
  9. 9.     Folclore - Brincadeiras de Criança.
  10. 10.  Releitura de Obras de Arte - Alfredo Volpi.
  11. 11.  Artistas da cidade.

 

 

 

4º ANO

 

 

 

  1. 1.        Cores - Policromia.
  2. 2.        Desenho de Observação.
  3. 3.        Pintura.
  4. 4.        Textura
  5. 5.        Teatro de sombras.
  6. 6.        Colagem - manipulando imagens - quebra-cabeça.
  7. 7.        Origami.
  8. 8.        Forma Geométrica (Tangran e Mosaico).
  9. 9.        Folclore.
  10. 10.     Música.

 

 

 

5º ANO

 

 

 

  1. 1.         Pontilhismo.
  2. 2.         Cores - Monocromia.
  3. 3.         Ampliação e Diminuição de Formas.
  4. 4.         História em quadrinho.
  5. 5.         Desenho de Observação e Estilização.
  6. 6.         Tridimensional - Escultura.
  7. 7.         Simetria.
  8. 8.         Abstracionismo.
  9. 9.         Surrealismo.
  10. 10.      Folclore.
  11. 11.      Música.
  12. 12.      Artistas nacionais e internacionais e suas contribuições para a arte presente no cotidiano.

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Cada aluno é um cidadão criado a semelhança de Deus dotado com capacidades individuais, sendo por isso responsável por desenvolver as suas potencialidades. Nesse sentido, cabe ao professor ser sensível durante o processo de análise do fazer produtivo do educando.

 

A avaliação é um processo amplo que exige apreciação pessoal, gosto estético e análise de esforços empreendidos, por comparação baseada em referências estabelecidas entre objetivo, participação, interesse e realização.

 

O aluno deve interagir no processo de avaliação do contexto produtivo do grupo e de si mesmo, desenvolvendo assim a reflexão na construção do conhecimento.

 

O desenvolvimento do educando depende muito do modo como o educador direciona seu trabalho na sala de aula. Ao observar como os alunos chegaram na escola e como eles estão crescendo pedagogicamente em diferentes aspectos, como as metodologias usadas estão sendo aproveitadas e como as técnicas têm sido significativas ou não, o educador poderá perceber se houve progresso. É preciso refletir aqui que o excelente trabalho educativo ou a inadequação de um processo avaliativo pode trazer prejuízo ao desenvolvimento da criatividade do educando.

 

As anotações costumam ser instrumentos importantíssimos de avaliação, considerando a facilidade de buscar informações rápidas para perceber como o educando está em diferentes momentos. Há alguns que demonstram segurança em pouco tempo, outros, precisam do incentivo continuo do educador para superar seus próprios limites. Dessa forma, as estratégias não servirão apenas para avaliar o produto final, mas, o processo pelo qual o educando passou.

 

Ao observar, o educador irá perceber se o educando se ateve apenas às orientações dadas ou se procurou completar com algo novo, fazendo combinações daquilo que já sabia com as novidades que apareceram durante a aula: se durante o trabalho, novos materiais foram inseridos; e se houve aproveitamento de erros, por exemplo, se durante um desenho acabou fazendo um rabisco ou uma mancha, como aproveitou o erro transformando-o em algo criativo.

 

Além disso, o educador deverá estar sempre conversando com os educandos. Ao dizer como estão crescendo, seu ponto de vista, sugestões, aumenta a segurança do educando e possibilitam a busca do aperfeiçoamento.

 

Como o professor elaborou objetivos a serem alcançados, perceberá cada item trabalhado na apresentação do aluno. Caso ele não tenha conseguido todos os elementos, a explicação do modo como o fez poderá clarear e ambos poderão chegar a um consenso.

 

A auto-avaliação e a avaliação mútua permitem uma visão do todo, pois cada um tem um ponto de vista diferente que vale a pena considerar.

 

Durante esse processo, os educandos deverão ser aconselhados a valorizarem o trabalho do outro não apenas pela beleza, mas, pela criatividade e pelo trabalho dispensado. Após a avaliação, todos os trabalhos deverão ser expostos e não somente aqueles considerados "bonitos" ou "melhores".

 

 

EDUCAÇÃO FÍSICA

 

 

 

O que quer que promova a saúde física, promoverá o desenvolvimento de um espírito robusto e um caráter bem equilibrado... Sem saúde ninguém pode compreender distintamente suas obrigações ou completamente cumpri?las para consigo mesmo, seus semelhantes, e seu Criador. Portanto, a saúde deve ser tão fielmente conservada como o caráter (WHITE, 1997, p. 195)

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade de discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.

 

Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.

 

Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir objetivos e que propôs.

 

Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate. Interessar?se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando?as como melhoria de suas aptidões físicas.

 

Desenvolver as noções conceituadas de reforço, intensidade e freqüência, aplicando?as em suas práticas corporais.

 

Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni?las e reinterpreta?las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades, procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.

 

 

 

Contextualização sócio?cultural

 

Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Objetivos

 

Conhecer o próprio corpo percebendo a importância e alcance de suas responsabilidades na obtenção de níveis satisfatórios de saúde.

 

Compreender a relação da prática de atividades físicas e esportivas com a aquisição e o desenvolvimento de um estilo de vida saudável, valorizando?as como meio de prevenção, promoção e recuperação da saúde física, mental, social e espiritual.

 

Compreender os principais processos da nutrição no organismo humano.

 

Identificar as estruturas orgânicas envolvidas no desenvolvimento das qualidades do movimento e suas alterações durante e após a atividade física.

 

Agir com equilíbrio em situações de emergência.

 

Conhecer e respeitar as mudanças hormonais e físicas decorrentes da maturação sexual.

 

 

 

Ritmo e Expressividade

 

Objetivos

 

Compreender e respeitar o ritmo biológico individual.

 

Reconhecer e valorizar as atividades rítmicas e expressivas como forma de transmitir idéias, sentimentos e visão de mundo.

 

Conhecer e respeitar as expressões culturais da comunidade tomando como parâmetro os princípios filosóficos, para realizar escolhas corretas.

 

 

 

Esportes e Atividades Solidárias

 

Objetivos

 

Participar de diferentes atividades físicas, esportivas, Iúdicas e recreativas, adotando os princípios ético?cristãos.

 

Demonstrar autonomia e criatividade na prática de atividades esportivas.

 

Compreender as diferenças individuais, adotando uma postura não discriminatória.

 

Diferenciar o esporte escolar do esporte de alto rendimento.

 

Participar de atividades esportivas e valorizá?Ias, considerando os aspectos táticos, técnicos e estéticos, em bases históricas, políticas, culturais e sociais.

 

Agir com liderança, iniciativa, cooperação, amizade, empatia, autonomia, auto?estima.

 

Compreender a importância da justiça em todas as atividades físicas tendo em vista o crescimento espiritual e emocional.

 

Interessar?se pelo surgimento de novas práticas esportivas, reconhecendo?as como meios de comunicação e crescimento pessoal.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Independentemente do nível, idade ou série em questão, alguns aspectos deverão ser observados pelos educadores de Educação Física, de modo a garantirem a coerência de sua prática com a filosofia desta instituição e a promoção de uma educação (física) efetivamente integral.

 

 

 

Limites e Individualidades

 

A Educação Física propicia uma experiência de aprendizagem peculiar ao mobilizar os aspectos afetivos, sociais, éticos e de sexualidade de forma intensa e explícita, o que faz com que o professor de Educação Física tenha um conhecimento abrangente de seus educandos." (MEC 1997, PCN vol. 7 ? Ed. Física, p. 24). Destarte, é imperativo que os educandos sejam auxiliados no conhecimento e desenvolvimento de sua personalidade, sobretudo dos aspectos que não se manifestam na sala de aula.

 

O educador não deve expor os educandos às fraquezas e dificuldades próprias, provocando muitas vezes, desmotivação às atividades físicas, afastando?os de uma vida ativa e saudável. De modo especial, deve considerar na avaliação mais o progresso do que o resultado momentâneo, ou seja, avaliar o educando em relação a ele próprio. Certamente cada um de nós possui características e virtudes positivas, semelhantes as do nosso Criador, que merecem ser valorizadas e enaltecidas. O fato de que muitas pessoas não possuem determinadas habilidades motrizes, ou não conseguem momentaneamente realizar algumas tarefas, não pode se constituir em motivo para a estereotipação ou discriminação. O trabalho de Educação Física pode e deve atuar no sentido de promover a auto?estima positiva impulsionando e motivando a aprendizagem e nunca à fuga aos desafios.

 

 

 

Higiene

 

Tem?se observado, ultimamente, que uma das conseqüências mais nefastas da dissolução da família em nossa sociedade é a falta de orientação adequada quanto aos hábitos pessoais de higiene. Crianças que negligenciam o banho diário, a escovação dentária, o corte das unhas e o simples lavar das mãos antes das refeições, têm sido uma triste realidade. Devemos fazer deste fenômeno, nosso objeto de trabalho e atenção, avaliando e estabelecendo objetivos precisos e diretos para isto; orientando e desenvolvendo nos educando a consciência de que a boa saúde depende de hábitos saudáveis.

 

 

 

Ritmo e Expressividade: Atributos Humanos Doados Por Deus.

 

O trabalho com ritmo deve ser precedido por uma profunda pesquisa de fundamentação do conteúdo, abrangendo seus aspectos físicos, morais, psíquicos e, principalmente, espirituais. O trabalho com coreografias, músicas e grupos de expressão e ritmo nas aulas de Educação Física, se justifica pela necessidade de movimento, com que nosso Criador nos dotou e pela atitude de gratidão e louvor de Suas criaturas para com o Rei do Universo, constituindo?se assim, num verdadeiro e eficiente testemunho que comunica vida, graça e salvação.

 

 

 

Atletismo, Ginástica, Futsal, Vôlei, Basquete e Handebol.

 

De modo geral, estas atividades não podem, em hipótese alguma, representar um meio de especialização precoce nas aulas de Educação Física. As atividades solidárias, por serem mecanismos de movimentos específicos (habilidades motoras), devem ser as mais variadas possíveis, a fim de propiciar uma larga experiência de movimentos aos alunos, fornecendo?lhes rica vivência motora que será utilizada para o restante de sua vida. Para isto, os jogos pré?desportivos se mostram excepcionais para esta consecução, uma vez que se adaptam às necessidades e limitações das crianças.

 

 

 

Gincanas

 

As atividades conhecidas como gincana são excelentes vias para o desenvolvimento de projetos sociais que afastam a idéia de competição vazia e sem utilidade prática que muitas vezes é atribuída a elas. As atividades em forma de gincana devem promover a cooperação, solidariedade, testemunho, serviço útil e abnegado e integração.

 

 

 

Competições (Olimpíadas, torneios entre Escolas Adventistas, etc.)

 

Em desacordo com o que muitos pensam, as atividades competitivas têm um importante papel nas aulas de Educação Física. Entretanto, este papel só será cumprido se as atividades trilharem os caminhos retos da lei do Senhor. (Salmo 119:1). Para tanto, planejamento cuidadoso, preparação adequada, execução supervisionada e conclusão dos eventos são elementos primordiais para a consecução dos objetivos.

 

Combater a violência, promover a integração, favorecer a amizade, oportunizar intercâmbio, valorizar o esforço dos outros competidores e reconhecer a importância da participação como meio de fazer o seu melhor, como para o Senhor (Col. 3:23), são metas básicas a serem atingidas pelas competições.

 

Conscientização ? aqui os professores tratarão de orientar os educandos a respeito dos objetivos do evento e da importância de participar do mesmo sob a influência da regra áurea do viver cristão (Mt. 22:36?40).

 

Ação ? nela ocorre o evento propriamente dito: a olimpíada, o campeonato, o torneio, etc., com o maior envolvimento possível de       pessoas (professores, diretores, administradores e servidores).

 

Fechamento ? esta fase é imprescindível, como forma de avaliação de todos sobre o evento. Educandos e professores devem refletir a respeito do que aconteceu em sua vida durante os dias de competição e que benefícios puderam ser colhidos desta experiência. Fica, portanto, uma clara evidência do papel educativo destas atividades, se devidamente executadas. Finalmente nos dias em que tais eventos estejam acontecendo, toda a escola deve estar de alguma forma envolvida, pois se trata de um interesse pluralista e multifacetal. Mas acima de tudo, eterno!

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO

 

 

 

 

 

2º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Percepção do próprio corpo – aquisição do esquema, imagem e consciência corporais satisfatórios; coordenação dos sistemas sensoriais.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Práticas Alternativas

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Jogos: cantados, expressivos, imitativos.

 

Coreografias.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Categorias do movimento (locomotor, manipulativo e estabilizante).

 

Ginásticas: solo.

 

Esportes individuais.

 

Gincanas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Jogos: cantados, expressivos, imitativos.

 

Coreografias.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Categorias do movimento (locomotor, manipulativo e estabilizante).

 

Ginásticas: solo.

 

Esportes individuais.

 

Gincanas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Percepção do próprio corpo – aquisição do esquema, imagem e consciência corporais satisfatórios; Coordenação dos sistemas sensoriais.

 

 

 

4º ANO

 

 

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Jogos: cantados, expressivos, imitativos.

 

Coreografias.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Categorias do movimento (locomotor, manipulativo e estabilizante).

 

Ginásticas: solo.

 

Jogos pré-desportivos.

 

Esportes individuais.

 

Gincanas solidárias.

 

Corpo e Movimento

 

Percepção do próprio corpo – aquisição do esquema, imagem e consciência corporais satisfatórios; coordenação dos sistemas sensoriais.

 

Postura e movimentos.

 

 

 

5º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Percepção do próprio corpo – aquisição do esquema, imagem e consciência corporais satisfatórios; coordenação dos sistemas sensoriais.

 

Postura e movimentos.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Jogos: cantados, expressivos, imitativos.

 

Coreografias.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Categorias do movimento (locomotor, manipulativo e estabilizante).

 

Ginásticas: solo.

 

Jogos pré-desportivos.

 

Esportes individuais.

 

Gincanas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Sendo a Educação Física uma disciplina que tem por objetivo o desenvolvimento harmonioso das potencialidades bio?psico?sociais, visando uma vida mais feliz, pura e equilibrada, é necessário levar?se em conta na proposta de avaliação a participação coletiva e individual dos alunos.

 

É fundamental que as situações de ensino e aprendizado incluam instrumentos de registro, reflexão e discussão sobre as experiências corporais, individuais ou grupais, que a práticas da cultura corporal oferecem ao educando.

 

É necessário que o educando conheça a natureza e as características de cada situação de ação corporal, como são socialmente construídas e valorizadas, para que possam organizar e utilizar sua motricidade na expressão de sentimentos e emoções de forma adequada e significativa.

 

Dentro de uma mesma linguagem corporal, num jogo desportivo, por exemplo, é necessário saber discernir o caráter mais competitivo ou recreativo da situação, conhecer seu histórico, compreender minimamente regras e estratégias e saber adaptá?las. Por isso, é fundamental a participação em atividades de caráter recreativo, cooperativo, competitivo, para aprender a diferenciá?Ias.

 

Pretende?se avaliar se o educando aceita as limitações impostas pelas situações de jogo, tanto no que se refere às regras quanto no que diz respeito a sua possibilidade de desempenho e interação com os outros. Espera?se que o educando tolere pequenas frustrações, seja capaz de colaborar com os colegas, mesmo que estes sejam menos habilidosos, participando das atividades com entusiasmo.

 

Pretende?se ainda, avaliar se o educando reconhece que os benefícios para a saúde decorrem da realização de atividades corporais regulares, possuindo critérios para avaliar seu próprio avanço decorrente da perseverança. 

 

 

MATEMÁTICA

 

 

 

A matemática tem como objetivos o desenvolvimento das estruturas de pensamento e do raciocínio lógico utilizando a linguagem oral e escrita como meio de entender os aspectos práticos da vida, concorrendo para a formação de uma consciência sólida, no que tange à observância das leis naturais e físicas desenvolvendo a consciência de que a ordem e precisão são qualidades do Criador.

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Planejar ações e projetar soluções para problemas novos, que exigem iniciativa e criatividade.

 

Compreender e transmitir idéias matemáticas, por escrito ou oralmente, desenvolvendo a capacidade de argumentação.

 

Usar independentemente o raciocínio matemático para a compreensão do mundo que nos cerca.

 

Interpretar matematicamente situações do dia-a-dia ou do mundo tecnológico e científico.

 

Avaliar se os resultados obtidos na solução de situações-problema são ou não razoáveis.

 

Fazer estimativas mentais de resultados ou cálculos aproximados.

 

Desenvolver o pensamento aritmético, incluindo a aplicação de técnicas básicas, esquemas de combinação e contagem, regularidade das operações, etc.

 

Desenvolver o pensamento algébrico, incluindo o uso de gráficos, tabelas, fórmulas e equações.

 

Utilizar a noção de probabilidade para fazer previsões de eventos ou acontecimentos.

 

Estabelecer relações entre os conhecimentos algébricos, aritméticos e geométricos para resolver problemas, passando de um desses quadros para outro, a fim de enriquecer do problema, encarando-o sob vários pontos de vista.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Ler e interpretar textos matemáticos.

 

Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões).

 

Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para linguagem simbólica utilizando representações matemáticas (equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas, etc.) e vice-versa.

 

Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem matemática, usando a terminologia correta.

 

Produzir textos matemáticos adequados.

 

Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de mediação e de desenho.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões, etc).

 

Procurar, selecionar e interpretar informações relativas ao problema.

 

Formular hipóteses e prever resultados.

 

Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.

 

Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.

 

Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos conhecidos, relações e propriedades.

 

Discutir idéias e produzir argumentos convincentes.

 

 

 

Contextualização sócio-cultural

 

Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real.

 

Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em especial e em outras áreas do conhecimento.

 

Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e potencialidades.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Números e Operações

 

Grandezas e Medidas

 

Espaço e Forma

 

Tratamento da Informação

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Um dos pontos de partida para esse processo é tratar como conteúdo matemático, científico e tecnológico os elementos do domínio vivencial dos educandos. Isso não deve delimitar o alcance do conhecimento tratado, mas sim dar significado ao aprendizado, desde o seu início, garantindo um diálogo efetivo. A partir disso é necessário e possível transcender a prática imediata e desenvolver conhecimentos de alcance mais universal. Muitas vezes, a vivência, tomada como ponto de partida, já se abre para questões matemáticas gerais quando, por exemplo, através dos meios de comunicação os alunos são sensibilizados para a problemática ambiental, global e questões econômicas continentais.

 

A prática pedagógica deve integrar todas as áreas do conhecimento. O conhecimento e a criatividade devem ser valorizados nos alunos, para transformá-los em cidadãos capazes de aprender continuamente exigindo uma formação geral e não apenas um treinamento específico.

 

O desenvolvimento do saber científico e tecnológico deve ser um grande objetivo da matemática, tornando o aluno um cidadão autônomo com capacidade de racionar, interpretar e interagir no mundo.

 

A pesquisa, a experimentação e a análise devem ser uma constante nas propostas de trabalho. O professor como estimulador auxiliará seus alunos na construção de conceitos e desenvolvimento de habilidades que serão aplicados no seu dia-a-dia.

 

No trabalho com operações uma das maiores dificuldades do educando está em relacionar situações-problemas com a operação que permite obter a resposta. Por isso, as atividades devem possibilitar a ampliação do sentido numérico e a compreensão do significado das operações, ou seja, atividades que permitam estabelecer relações entre os diferentes tipos de números e entre as diferentes operações.

 

Os conhecimentos sobre números e álgebra não devem estar isolados de outros conceitos, nem separado dos problemas e da perspectiva sócio-histórica que está na origem destes temas. Estes conteúdos estão diretamente relacionados ao desenvolvimento de habilidades que dizem respeito à resolução de problemas, à apropriação da linguagem simbólica, à validação de argumentos, à descrição de modelos e à capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção do real.

 

O trabalho com números e operações pode também permitir que os alunos se apropriem da capacidade de estimativa, para que possam ter controle sobre a ordem de grandeza de resultados de cálculo ou medições e tratar com valores numéricos aproximados de acordo com a situação e o instrumental disponível.

 

Os conceitos geométricos constituem parte importante no currículo de matemática, porque através deles o aluno desenvolve um tipo especial de pensamento que lhe permite compreender, descrever e representar, de forma organizada o mundo em que vive.

 

A geometria possibilita trabalhar com situações-problema, contribui para a aprendizagem de números e medidas, favorece o desenvolvimento das habilidades de visualização, desenho, argumentação lógica e de aplicação na busca da solução de problemas. Estimula o educando a perceber semelhanças e diferenças, identificando irregularidades e vice-versa.

 

A prática deste trabalho possibilitará a exploração dos objetos do mundo físico, bem como obras de arte, permitindo ao educando estabelecer conexões entre a Matemática e as outras áreas do conhecimento. Perceber as relações entre as representações planas nos desenhos, mapas e na tela do computador com os objetos que lhe deram origem, conceber novas formas planas ou espaciais e suas propriedades a partir dessas representações são essenciais para a leitura do mundo através dos olhos das outras ciências.

 

As grandezas e medidas caracterizam-se por sua forte relevância social, com evidente caráter prático e utilitário. Na vida em sociedade elas estão presentes em quase todas as atividades realizadas. Desse modo, desempenham papel importante no currículo, pois mostram claramente ao aluno a utilidade do conhecimento matemático no cotidiano.

 

A comparação de grandezas de mesma natureza que dá origem à idéia de medida e o desenvolvimento de procedimentos para o uso adequado de instrumentos, tais como balança, fita métrica, metro, prumo, relógio, etc., conferem a este conteúdo um acentuado caráter prático.

 

O trabalho com medidas dá oportunidade para abordar aspectos históricos da construção do conhecimento, uma vez que, desde a antiguidade, praticamente em todas as civilizações, a atividade matemática se dedicou a comparação de grandezas.

 

O Sistema Internacional de Medidas fundamenta-se a partir de massa, comprimento, tempo, temperatura, intensidade elétrica, etc. É no contexto das experiências intuitivas e informais com a medição que o aluno constrói representações mentais que lhe permitem visualizar medidas e grandezas equivalentes.

 

Essas representações mentais favorecem as estimativas e o cálculo, evitam erros e permitem ao aluno o estabelecimento de relações entre as unidades usuais, ainda que não tenha a compreensão plena dos sistemas de medidas.

 

Resolvendo situações-problema, o aluno poderá notar a grandeza como uma propriedade de uma certa coleção de objetos, observará o aspecto da conservação de uma grandeza e reconhecerá também que a grandeza pode ser usada como um critério para ordenar uma determinada coleção de objetos.

 

O estabelecimento de relação entre a medida de uma certa grandeza e um número é um aspecto de fundamental importância, pois é também por meio dele que o aluno ampliará seu domínio numérico e compreenderá a necessidade de criação de números fracionários, racionais e relativos.

 

As habilidades de descrever e analisar um grande número de dados, realizar inferências e fazer predições com base numa amostra de população, aplicar as idéias de probabilidade e combinatória a fenômenos naturais e do  cotidiano são aplicações da matemática em questões do mundo real que tiveram um crescimento muito grande e se tornaram bastante complexas.

 

A construção de tabelas e gráficos sobre determinado fato ou fenômeno durante um período e o acompanhamento deste fato pelos meios de comunicação permite a possibilidade de se fazer algumas previsões. Pela observação da freqüência de ocorrência deste fato, e um número razoável de experiências, pode-se desenvolver algumas noções de probabilidade.

 

No tratamento desses temas, a mídia, as calculadoras e os computadores adquirem importância natural como recursos que permitem a abordagem de problemas com dados reais e requerem habilidades de seleção e análise de informações.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

  • Identificação dos números
  • Função dos números
  • Idéia e representação de quantidade
  • Correspondência termo a termo
  • Símbolos como representação de idéias e quantidades
  • Ordenação: primeiro/último
  • Uso de gráfico
  • Menor e maior
  • Introdução a medida: comprimento
  • Comparação e registro de quantidades

 

 

 

Fazendo novos Amigos

 

  • História dos números
  • Seqüência numérica
  • Correspondência termo a termo
  • Geometria: simetria e contorno
  • Representação de quantidade
  • Antes/depois
  • Menor que/maior que
  • Gráfico
  • Cálculo mental
  • Quebra-cabeça

 

 

 

Minha Escola

 

  • Hora
  • Adição e subtração
  • Geometria: vista de cima, planta baixa, figuras geométricas, simetria
  • Identificação de códigos
  • Números naturais de 1 a 20
  • Classificação de objetos
  • Uso da calculadora
  • Pequeno/médio/grande
  • Curto/longo
  • Registro de quantidades: números, tabela e gráficos
  • Número zero
  • Raciocínio lógico
  • Cálculo mental

 

 

 

Mundo dos Livros

 

  • ·         Subtração
  • ·         Relação termo a termo
  • ·         Raciocínio lógico
  • ·         Enigma
  • ·         Divisão (idéia de repartir em quantidades iguais)
  • ·         Localização espacial
  • ·         Registro de quantidades
  • ·         Seqüências
  • ·         Números naturais de 20 a 50
  • ·         Cálculo mental

 

 

 

Eu e a Minha Família

 

  • Contagem
  • Multiplicação (idéia de somar quantidades iguais)
  • Direção
  • Menor/maior
  • Menos/mais
  • Geometria: ampliação de figuras
  • Mais novo/mais velho
  • Leitura de gráficos
  • Ordem do menor para o maior
  • Curto/longo
  • Seqüências
  • Quantidades
  • Percepção

 

 

 

Hora do Lanche

 

  • Gráfico e tabela
  • Números naturais de 1 a 50
  • Seqüências
  • Geometria: curvas abertas e fechadas
  • Mais/menos
  • Idéia de adição
  • Sistema monetário

 

 

 

De Onde Vem?

 

  • Contagem
  • Sistema monetário/história do dinheiro
  • Adição e subtração
  • Conservação de líquidos
  •  

 

 

 

Passeio no Parque

 

  •  

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • Números pares e ímpares
  • Contagem
  • Ordem dos acontecimentos
  • Idéia de multiplicação
  • Adição
  • Percepção
  • Classificação
  • Cálculo mental

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • Contagem
  • Ordem dos acontecimentos
  • Subtração
  • Sistema monetário
  • Gráfico e tabela
  • Sólidos geométricos
  • Dentro/Fora
  • Par/Impar
  • Resolução de problemas envolvendo adição e subtração
  • Cálculo mental
  • Propriedades dos elementos (objetos que rolam, cor, tamanho, som produzido, textura)

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • Blocos lógicos
  • Formas geométricas
  • Figuras planas
  • Gráficos e tabelas
  • Contornos
  • Mosaicos
  • Seqüências
  • Combinações
  • Tangran
  • Numerais

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Gráfico
  • Calendário: semana, dia, mês e ano
  • Sucessor e antecessor
  • Numerais
  • Hora
  • Pequenos intervalos de tempo (o que aconteceu primeiro? Imediatamente antes/logo depois)
  • Adição e subtração
  • Primeiro e último
  • Sistema monetário
  • Cálculo mental

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • Contagem
  • Seguir comandos
  • Adição e subtração
  • Divisão (idéia de repartir em quantidades iguais)
  • Direção
  • Classificação
  • Códigos e tabelas
  • Localização de pontos (coordenadas)
  • Numerais

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Contagem
  • Sistema monetário
  • Medidas de capacidade
  • Medidas de comprimento
  • Medidas de massa
  • Visão espacial
  • Numerais
  • Cálculo mental

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Hora
  • Adição (juntar e completar)
  • Subtração (idéia de quanto falta)
  • Resolução de problemas
  • Estimativa
  • Conservação de quantidades
  • Combinação de dados
  • Tabela
  • Sólidos geométricos
  • Percepção
  • Cálculo mental

 

 

 

 

 

2º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Introdução à linguagem matemática

 

Numerais

 

Situações que envolvam adição e subtração

 

Conceituação

 

Ordem crescente e decrescente

 

História dos números

 

                                                           Segundo a Bíblia

 

                                                           Segundo o conhecimento humano

 

Sistema de numeração

 

                                                           Formação do número

 

                                                           Numeração decimal

 

Outros sistemas de numeração

 

                                                           Noções de numeração romana

 

                                                           Dúzia

 

Pares e ímpares

 

Dobro e triplo

 

Números ordinais

 

Operações – multiplicação e divisão

 

Grandezas e Medidas

 

Classificação e seriação

 

Tamanho: menor, igual, maior e diferente

 

Posição

 

                                                           Indicação de ordem: crescente e decrescente

 

                                                           Distância: perto e longe

 

Tempo

 

                                                           Antes, durante e depois

 

                                                           Presente, passado e futuro

 

                                                           Hora e meia hora (metade)

 

                                                           Dia e noite

 

                                                           Dias da semana

 

                                                           Quinzena

 

                                                           Meses

 

                                                           Semestre

 

                                                           Ano

 

                                                           Estações do ano

 

Comprimento

 

Massa

 

Sistema monetário

 

Espaço e Forma

 

Figuras geométricas

 

                                                           Círculo

 

                                                           Quadrado

 

                                                           Triângulo

 

                                                           Retângulo

 

Tratamento da Informação

 

Construção e interpretação de gráficos e tabelas

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Classificação e seriação

 

Sistema de numeração decimal

 

                                               Unidade

 

                                               Dezena

 

                                               Centena

 

Leitura e escrita dos números

 

Sentenças matemáticas

 

                                               Igualdade (=)

 

                                               Desigualdade ( , ¹ )

 

                                               Sucessor e antecessor

 

Conjuntos

 

                                               Relações de pertinência

 

                                               Relação de inclusão (É, Ì)

 

Adição

 

Associar idéia de reunir

 

                                               Situações práticas do cotidiano, pelo método dedutivo

 

                                               Prova real da adição

 

Subtração

 

Associar idéia de subtração

 

                                               Situações práticas do cotidiano, pelo método dedutivo

 

                                               Prova real da adição

 

Multiplicação

 

                                               Multiplicação até 10

 

                                               Associar a situações que envolvam adições e subtrações

 

Divisão

 

                                               Divisão até 10

 

                                               Associar situações de partilhas iguais

 

                                               Metade

 

Terça parte

 

                                               Divisão exata e inexata

 

Sistema monetário brasileiro

 

Medidas

 

                                               Tempo: horas, minutos e segundos

 

                                               Comprimento

 

                                               Massa

 

Espaço e Forma

 

Triângulo, círculo, retângulo e quadrado

 

Montar figuras a partir das quatro formas geométricas

 

Tratamento da Informação

 

Construção e interpretação de gráficos e tabelas

 

 

 

4º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Adição, subtração, multiplicação e divisão com dois algarismos

 

Classificação: ordens e classes

 

                                               Valor absoluto e valor relativo

 

                                               Composição e decomposição de numerais

 

Leitura e escrita de numerais

 

                                               Ordinais

 

                                               Cardinais

 

Sucessor e antecessor

 

Conjuntos

 

                                               Relação de pertinência

 

                                               Relação de inclusão (É, Ì)

 

Adição

 

                                               Associar idéia de reunir

 

                                               Situações práticas do cotidiano, pelo método dedutivo

 

                                               Prova real da adição

 

Subtração

 

                                               Associar idéia de subtração

 

                                               Situações práticas do cotidiano, pelo método dedutivo

 

Multiplicação

 

                                               Multiplicação até 10

 

                                               Associar a situações que envolvam adições e subtrações

 

Divisão

 

                                                Associar situações de partilhas iguais

 

Metade

 

Terça parte

 

                                               Divisão exata e inexata

 

Grandezas e Medidas

 

Sistema monetário brasileiro

 

Medidas

 

                                               Tempo: horas, minutos e segundos

 

                                               Comprimento

 

                                               Massa

 

Espaço e Forma

 

Triângulo, círculo, retângulo e quadrado

 

Montar figuras a partir das quatro formas geométricas

 

Tratamento da Informação

 

Construção e interpretação de gráficos e tabelas

 

 

 

5º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Conjunto dos números naturais IN

 

O número natural

 

O conjunto dos números naturais

 

Sistema de numeração decimal

 

                                               Classes e ordens

 

                                               Leitura e escrita

 

                                               Situações que envolvam as quatro operações

 

                                               Expressões numéricas que envolvam situações no cotidiano

 

Divisibilidade

 

Divisores de um número

 

Números primos

 

Decomposição

 

M.M.C.

 

Números racionais

 

Representação fracionária

 

                                               Leitura de uma fração

 

                                               Fração própria

 

                                               Frações equivalentes

 

                                               Simplificação de fração

 

                                               Redução ao mesmo denominador

 

                                               Comparando frações

 

                                               Adição e subtração envolvendo situações do cotidiano

 

                                               Multiplicação

 

                                               Divisão

 

                                               Resolvendo situações com dados fracionários

 

Representação decimal

 

Fração decimal

 

Números decimais

 

Transformação de fração decimal em número decimal

 

Porcentagem

 

Multiplicação e divisão por 10, 100, 1000, etc

 

Comparando decimais

 

                                               Adição

 

                                               Subtração

 

                                               Multiplicação

 

                                               Divisão

 

                                               Divisão exata

 

                                               Divisão aproximada

 

                                               Situações que envolvam as quatro operações

 

Grandezas e Medidas

 

Sistema monetário

 

Perímetro de polígonos

 

Observando medidas

 

Capacidade

 

                                               Litro

 

                                               Mililitro

 

Massa

 

                                               Quilograma

 

                                               Grama

 

Comprimento

 

                                               Milímetro

 

                                               Centímetro

 

                                               Metro

 

                                               Quilômetro

 

Tempo

 

                                               Segundo

 

                                               Minuto

 

                                               Hora

 

Espaço e Forma

 

Geometria

 

                                               Reta, segmento de reta e semi-reta

 

                                               Figuras geométricas observadas no cotidiano

 

Tratamento da Informação

 

Construção e interpretação de gráficos e tabelas

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

A avaliação do aprendizado em matemática deve ser feita a todo o momento. Isso porque a construção do conhecimento constitui um processo mais amplo do que a verificação por um único instrumento.

 

A aprendizagem da matemática visa não somente o produto e sim o processo com o seu desenvolvimento dentro de uma lógica, ligada diretamente ao conteúdo específico, favorecendo uma avaliação mais ampla, crítica, objetiva, não sendo fundamentada apenas em provas.

 

A avaliação será um permanente exercício permitindo ao educador a reorganização da atividade pedagógica. Os resultados expressos por diferentes instrumentos de avaliação constituem indícios de competências e como tais devem ser considerados.

 

Sendo assim, o aluno será avaliado de uma maneira contínua e interdisciplinar, com abrangência na oralidade, produção de textos, raciocínio lógico, aplicando a prática escolar em situações do cotidiano.

 

 

CIÊNCIAS

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Reconhecer o valor e as limitações do conhecimento científico e tecnológico em relação ao conhecimento revelado por Deus como o Criador e Mantenedor que estabeleceu leis naturais que sustentam o Universo, apreciando e respeitando as obras do Criador através do estudo da natureza e de temas científicos atuais.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Dominar procedimentos de pesquisa e de produção de texto, aprendendo a observar e colher informações de diferentes registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais.

 

 

 

Investigação e Compreensão

 

Reconhecer a Deus como doador e mantenedor da vida e do Universo.

 

Identificar os seres vivos dentro das cadeias alimentares, posicionando-se crítica e responsavelmente perante a intervenção humana no equilíbrio ecológico.

 

Conhecer o funcionamento do próprio corpo e preservá-lo através de princípios de uma vida saudável.

 

 

 

Contextualização sócio-cultural

 

Compreender a função social e histórica das fontes de energia para o exercício da cidadania responsável.

 

Exercer a cidadania e ter atitudes responsáveis para com Deus, o semelhante e a natureza, tendo como base o conhecimento da matéria e dos diferentes produtos químicos.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Terra e Universo

 

Vida e Meio Ambiente

 

Ser Humano e Saúde

 

Tecnologia e Sociedade

 

Matéria e Energia: A vida em diversos ambientes

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

No ensino de ciências é fundamental que o educando compreenda de forma clara e sucinta a sua função no ecossistema, como cidadão consciente, incentivando-o preservar e conservar o planeta terra.

 

A ciência deve trabalhar de forma a não centralizar o evolucionismo e nem o criacionismo, mas que o educando tenha a capacidade de discernir entre as duas teorias, tornando claros os conceitos básicos e fundamentais, utilizando os procedimentos que favoreçam a investigação da disciplina (fatos, observação, hipótese, experiência, conclusão).

 

Para a concretização dos objetivos propõe-se, além de aulas expositivas e práticas, a ampliação de conhecimento e visão de mundo do educando pela utilização de bibliografia atuais (jornais, revistas, livros) selecionando conteúdos científicos, confecção de painéis, maquetes e trabalhos grupais com debates e seminários, como também a utilização da informática complementando o livro didático.

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO

 

 

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

 

 

 

 

Fazendo Amigos

 

 

 

 

 

Minha Escola

 

 

 

 

 

O Mundo dos Livros

 

 

 

 

 

Minha Família

 

 

 

 

 

Na Hora da Fome

 

 

 

 

 

De Onde Vem?

 

 

 

 

 

Passeio ao Parque

 

 

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • Seres vivos e não-vivos
  • Animais terrestres, aquáticos e aéreos
  • Locomoção dos animais
  • Características dos animais e das aves
  • Como nascem os animais
  • Sons da natureza

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • Características do ambiente
  • Poluição
  • Importância das brincadeiras ao ar livre
  • As brincadeiras como forma de expressão e de movimento

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • As cores na natureza
  • Características do camaleão
  • Impressão digital, e da mão

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Dia e noite
  • Rotação e Translação
  • Gestação

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • O homem e suas invenções

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Vacina como prevenção de doenças
  • Lixo – destino e reciclagem
  • Cuidado com os animais
  • Desenvolvimento humano

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Água
  • Estações
  • Previsão do tempo
  • Fenômenos da natureza

 

 

 

2º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • O ambiente em que vivemos
  • Ação do homem na natureza
  • A vida em diversos ambientes
  • Universo: Observação dos astros

 

 

 

Vida e Meio Ambiente

 

  • Estudo das características do local onde habita (saúde e higiente)
  • Família e escola
  • Comportamento emocional (auto-estima, sociabilidade)
  • Ecossistema
  • Meio ambiente
  • Ar (utilização e importância)
  • Água
  • Solo
  • Diferenciação dos diversos ambientes
  • Seres vivos
  • Diferenciando seres vivos e suas relações com o meio
  • Condições do ambiente
  • Dia e noite
  • Observação das estações do ano

 

 

 

Ser Humano e Saúde

 

  • Comportamentos favoráveis à saúde (higiene, cuidados com o corpo, sentidos, repouso, esporte, etc).
  • Estudo do corpo humano
  • Diferenças entre os sexos
  • Equilíbrio emocional
  • Relações interpessoais
  • Influência do meio sobre o ser humano (doenças)
  • Poluição
  • O homem como animal especial
  • Qualidade de vida (sono diário)

 

 

 

Tecnologia e Sociedade

 

  • Influência da televisão e dos jogos eletrônicos na vida cotidiana e na formação de hábitos.
  • Convívio social
  • Preservação do meio ambiente
  • Coleta seletiva do lixo
  • Reciclagem
  • Animais em extinção
  • Telescópio, binóculo

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • Ação do homem na natureza

 

 

 

Matéria e energia: A vida em diversos ambientes

 

Vida e Meio Ambiente

 

  • Estudo das características do local onde habita (saúde e higiente)
  • Família
  • Comportamento emocional (auto-estima, sociabilidade, comparando as relações interpessoais)
  • Ecossistema
  • Meio ambiente
  • Ar (utilização e importância)
  • Água (utilização , importância, estados físicos e processos de purtificação)
  • Solo (utilização e importância)
  • Diferenciação dos diversos ambientes
  • Biodiversidade
  • Utilização da energia solar
  • Seres vivos
  • Condições do ambiente

 

 

 

Ser Humano e Saúde

 

  • Estudo do corpo humano: Comportamento
  • Diferenças entre os sexos
  • Comportamentos favoráveis à saúde (higiene, cuidados com o corpo, repouso, esporte, etc.)
  • Equilíbrio emocional
  • Relações interpessoais
  • Influência do meio sobre o ser humano (doenças)
  • Poluição
  • Necessidade de produção de vitamina D no organismo
  • Interação do homem com a natureza.

 

 

 

Tecnologia e Sociedade

 

  • Influência da televisão e dos jogos eletrônicos na vida cotidiana e na formação de hábitos
  • Convívio social
  • Preservação do meio ambiente
  • Coleta seletiva do lixo
  • Reciclagem
  • Captação da energia solar nas residências
  • Técnicas agropecuárias

 

 

 

4º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • Biodiversidade
  • Ação do homem na natureza
  • A vida em diversos ambientes

 

 

 

Vida e Meio Ambiente

 

  • Fatores Bióticos (Seres Vivos)
  • Fatores Abióticos
  • Ar (formação, movimento, poluição, efeito estufa e camada de ozônio)
  • Solo (formação)
  • Água (purificação)
  • Sol (energia)
  • Ecossistema
  • Teia e cadeia alimentar
  • Diferenciação dos diversos ambientes

 

 

 

Ser Humano e Saúde

 

  • Diversidade dos seres vivos destacando os microorganismos benéficos e patogênicos
  • Vegetais e animais na cadeia alimentar
  • Qualidade da água, do solo e do ar
  • Influência da luz solar
  • Animais e saúde
  • Animais peçonhentos
  • Parasitas
  • Animais em extinção
  • Preservação da fauna
  • Plantas e saúde
  • Plantas medicinais
  • Plantas tóxicas
  • Preservação da flora

 

 

 

Tecnologia e Sociedade

 

  • Industrialização e manufatura dos alimentos
  • Preservação do meio ambiente
  • Estação de tratamento de água
  • Práticas de conservação do solo
  • Raios ultravioleta
  • Fauna e flora em extinção

 

 

 

5º ANO

 

 

 

Vida e Meio Ambiente

 

  • Níveis de organização estrutural
  • Qualidade de vida
  • Perpetuação da espécie

 

 

 

Ser Humano e Saúde

 

  • Estrutura Organizacional Célula e Tecido
  • Estudo do corpo humano:

 

Sistema Digestório

 

Sistema Respiratório

 

Sistema Circulatório

 

Sistema Excretor

 

Sistema Locomotor

 

Sistema Endócrino

 

Sistema Reprodutor

 

Tipos de Reprodução

 

Sexualidade

 

Noções de Genética

 

  • Higiene corporal

 

 

 

Tecnologia e Sociedade

 

  • Uso de instrumentos científicos para pesquisa (lupa, microscópio, etc.)
  • Alimentos industrializados
  • Alergia
  • Raio X
  • Poluição do ar
  • Métodos Anticoncepcionais
  • Biotecnologia

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Ao se construir o conhecimento é fundamental primar por uma avaliação sustentada pela prática, na qual a interação entre o educador e o educando seja uma constante, garantindo a assimilação do conhecimento de maneira efetiva.

 

Tendo em vista que a avaliação é um processo contínuo, a disciplina de ciências se propõe a trabalhar com metodologias e instrumentos de avaliações diversificadas.

 

Pretendemos que o educando demonstre o conhecimento adquirido, utilizando-se adequadamente das fontes de informações acerca dos textos trabalhos, das leituras e entendimentos coerentes, trabalhos de pesquisas, percebendo de forma crítica, intervindo no ambiente e na vida dos seres vivos.

 

 

HISTÓRIA

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Objetivos do 2º Ano

 

Pesquisar em fontes documentais, na natureza diversa, informações sobre história de vida, da família e da comunidade à qual pertence.

 

Comparar a história de vida pessoal, familiar e da sua comunidade com a de outras crianças, famílias e comunidades em lugares, épocas e situações de vida diversas, estabelecendo diferenças e semelhanças, percebendo as mudanças e as permanências.

 

Reconhecer a si mesmo como ser social e compreender-se como agente de transformação social.

 

 

 

Objetivos do 3º Ano

 

Compreender o espaço escolar em transformação ao longo do tempo, estabelecendo relações de semelhanças e diferenças nos aspectos sociais, econômicos e culturais.

 

Conhecer a história do bairro e seu desenvolvimento ao longo do tempo.

 

Diferenciar as instituições públicas das privadas, reconhecendo suas funções, o direito ao acesso do social a essas instituições e da necessidade das mesmas pela comunidade.

 

Entender que um dos papéis do cidadão é exigir que as instituições públicas promovam bons serviços à sociedade.

 

Comparar, através da observação, as formas de vida nos ambientes rural e urbano, compreendendo as diferenças e os laços de dependência entre ambos.

 

Observar, através de pesquisas com gerações antigas, como era a vida no campo em outras épocas e a preponderância da vida rural em detrimento da vida urbana.

 

 

 

Objetivos do 4º Ano

 

Observar os lugares da cidade e perceber as suas diferentes funções (sociais, econômicas, políticas, de memória), bem como a sua história.

 

Conhecer, comparar e refletir sobre os diferentes lugares de diversas cidades no estado, no país e no mundo, estabelecendo semelhanças e diferenças.

 

Compreender a história da cidade a partir da sua formação.

 

Entender o desenvolvimento da cidade a partir das necessidades que foram se criando ao longo do tempo por parte dos cidadãos.

 

Percebe-se enquanto cidadão (que possui deveres relacionados ao coletivo, direitos quanto à educação, saúde, bons tratos, etc), inserido na família e na comunidade pertencente ao espaço urbano maior (a cidade), valorizando as ações coletivas que repercutem na melhoria das condições de vida das localidades.

 

 

 

Objetivos do 5º Ano

 

Descobrir a história dos antepassados no estado através das fontes documentais na família e nos lugares de preservação da memória (museus, arquivos históricos, etc.).

 

Analisar os documentos percebendo os aspectos culturais do passado em relação ao presente e observando as mudanças e permanências.

 

Perceber que os acontecimentos ajudam a construir a identidade das pessoas em relação ao seu estado.

 

Compreender a diversidade sociocultural a partir dos grupos formadores e nos elementos constitutivos da identidade regional.

 

Construir a identidade em relação aos grupos sociais locais, ao estado e ao país, ao sentir-se pertencentes da cultura dos mesmos.

 

Construir e ampliar noções de tempo histórico nos espaços local, regional e nacional através de comparações entre realidades de tempo diferentes, estabelecendo semelhanças e diferentes.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção.

 

Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico.

 

Investigação e Compreensão

 

Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas.

 

Estabelecer relações entre continuidade/ permanência e ruptura/ transformação nos processos históricos.

 

Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos.

 

Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos.

 

Contextualização Sociocultural

 

Situar as diversas produções de cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação.

 

Situar os momentos históricos nos diversos ritmos de produção e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade.

 

Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos.

 

Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Minha história e a de outras crianças.

 

Convivendo com os outros.

 

Vivendo a escola.

 

Unidade e diversidade social.

 

A vida na cidade.

 

Formação de cidades.

 

As relações na cidade.

 

Formação do estado.

 

A vida no estado.

 

Relações entre os estados.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Os trabalhos temáticos, privilegiando assuntos que permeiam os interesses locais e globais relacionados, permitem entender o entorno sócio-econômico e sociocultural de determinado grupo social próximo ou do próprio grupo. Estudar temas de interesse específico ao mundo próximo vivenciado, estabelecendo relações com os conteúdos históricos, ajudam a construção de competências necessárias à ação do indivíduo para o mundo do trabalho e para o convívio harmônico social, da cidadania, solidariedade, justiça social e autonomia.

 

Ao mesmo tempo em que há a preocupação com o desenvolvimento de trabalhos temáticos que privilegiem a construção do conhecimento histórico significativo, útil e necessário à vida, há também a necessidade de se pensar metodologicamente. Como atingir os pressupostos teóricos desta proposta curricular? Como eleger conteúdos realmente significativos? O educador deve oportunizar o aprendizado a partir da pesquisa, do questionamento, da problematização de temáticas.

 

A produção do conhecimento precisa ser realizada primeiramente pelo profissional que trabalha a história.

 

Assim, os planejamentos do processo de construção do conhecimento poderão alcançar resultados muito mais significativos tanto para o educador quanto para o educando. Sem o despertamento para essa metodologia, as transformações que se pretendem no cenário educacional ficam impossibilitadas.

 

A forma com que se aborda o problema é baseada especialmente na pesquisa. O educando, ao interagir com os documentos históricos, analisando, debatendo com os colegas, comparando com diversas situações históricas, terá mais subsídios para formular o conhecimento histórico, que só poderá surgir significativamente nesse contexto de trabalho.

 

Algumas estruturas dentro da escola também necessitam ser modificadas. Quando se pretende basear a construção do saber na pesquisa precisa-se de ampliar as estratégias de busca de fontes historiográficas.

 

Normalmente se tem o livro didático adotado, e esse passa a ser o único transmissor de informações. Nesse novo contexto metodológico, pretende-se utilizar diversos documentos e fontes históricas. O educando precisa dispor desse material em sala de aula ou em biblioteca para então poder estabelecer as discussões entre as versões dos textos lidos. Mais uma vez enfatiza-se a questão de que é no confronto de opiniões sobre a história e sobre situações históricas que se pode construir a própria opinião. É no exercício da análise de diversas visões de mundo que o educando aprende aos poucos a desenvolver a noção de que ele é um sujeito histórico, capaz de interagir e transformar os rumos da história de sua própria vida bem como da de outras pessoas. Ele passa a entender melhor seu entorno social e a utilizar os conhecimentos aprendidos em seu cotidiano, pois lhe fez sentido o que realizou na escola.

 

Constituem aspectos imprescindíveis na abordagem de temas específicos por série que contribuem para a formação do conhecimento histórico:

 

       As diversas fontes de documentação histórica.

 

Teorias da história – estudo das visões de mundo e ideologias diferenciadas de quem produz textos historiográficos em diversos tempos e espaços.

 

As várias concepções de tempo histórico – como as sociedades conceberam e concebem a medida de tempo, bem como a compreensão das relações de continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos.

 

Memória social (local e nacional) – onde se encontra instituída, como se constrói, qual sua importância de preservação junto aos grupos sociais.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

 

 

 

 

Fazendo Amigos

 

 

 

 

 

Minha Escola

 

 

 

 

 

O Mundo dos Livros

 

 

 

 

 

Minha Família

 

 

 

 

 

Na Hora da Fome

 

 

 

 

 

De Onde Vem?

 

 

 

 

 

Passeio ao Parque

 

 

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • Habitat natural dos animais (deserto, tropical, ártico, montanhas)
  • Zoológico e trabalho de preservação e cuidado das espécies

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • Brincadeiras antigas e atuais
  • Folclore; brincadeiras do campo e da cidade
  • Cuidado com o ambiente
  • Características do campo e da cidade

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • História de alguns artistas: Mozart, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi
  • Onde se concentram os índios no Brasil
  • Características e modo de vida dos índios hoje

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Origem do relógio
  • Linha do tempo
  • Calendário: dias da semana, mês, ano
  • Dia e noite
  • Tempo - clima

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • Meios de transportes
  • História das invenções
  • Regras e convivência social
  • Trânsito
  • O semáforo

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Direitos e deveres, inclusão
  • Autoridades e suas funções: presidente, governador, prefeito
  • Profissões
  • Preservação do ambiente coletivo (telefones, praças, etc.)
  • Bairro/cidade
  • Ponto de vista (olhar o objeto de diferentes lugares)

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Transporte aquático
  • Rio, lagoa, cachoeira
  • Litoral brasileiro e suas belezas
  • Mares e oceanos

 

 

 

 

 

2º ANO

 

 

 

Minha história e a de outras crianças

 

  1. 1.   Identidade pessoal e identidade coletiva.

 

Documentos históricos que registram a história da vida pessoal do educando.

 

Fontes documentais que registram histórias de crianças em outras situações de vida.

 

Crianças de outras épocas: costumes, vestuário, brincadeiras, músicas, etc.

 

Convivendo com os outros

 

  1. 1.   A família

 

Organização da família contemporânea a partir da realidade do grupo de educandos (constituição familiar e os papeias dos seus componentes).

 

Outras famílias em épocas diferentes (a família dos pais, dos avós, dos bisavós): formas de vida, costumes, crenças, alimentação, vestuário, os papéis dos componentes familiares e as relações sociais.

 

  1. 2.   A comunidade

 

Sua composição (associação de várias famílias, instituições, formas de vida e regras de convivência).

 

A escola – importância e compreensão do espaço escolar para as relações sociais e aprendizagens significativas: estabelecimento de regras de convivência, respeito ao próximo, conhecimentos úteis ao desenvolvimento da vida.

 

O trabalho: o que é e para que serve, tipos de trabalho, o trabalho em casa e fora dela, o trabalho dos pais e avós em outras épocas, profissões, o trabalho infantil.

 

A violência na família e na comunidade e suas causas: o desemprego, a falta de instrução quanto aos valores humanitários (direitos humanos, respeito ao próximo).

 

A religião na comunidade: o porquê da predominância de determinadas religiões e crenças na comunidade.

 

O lazer: formas de lazer na família e na comunidade do educando, na escola; outras formas de lazer em épocas diferentes e formas de lazer em diferentes grupos sociais (economicamente diferentes).

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Vivendo a escola

 

  1. 1.   A escola

 

A história da escola.

 

Origem da escola.

 

Os papéis dos alunos, professores e funcionários.

 

As regras de convivência.

 

Comparação do espaço escolar atual com épocas diferentes.

 

Unidade e diversidade do social

 

1. A história do bairro onde se habita: a trajetória, as funções econômicas da região, as profissões, os tipos de moradia e seus modelos de construção que sofreram modificações ao longo do tempo.

 

2. Comparações entre os bairros da cidade: semelhanças e diferenças.

 

3. O público e o privado: instituições educacionais, culturais, de lazer, saúde, suas principais semelhanças e diferenças, o acesso do social a essas instituições e a necessidade das mesmas pela comunidade.

 

4. Os benefícios dos serviços públicos.

 

5. O urbano e o rural: as formas de vida no campo e na cidade (as diferentes profissões, as atividades econômicas, a alimentação, o lazer, o vestuário, etc), observando os laços de dependência entre ambos atualmente e em épocas passadas.

 

 

 

4º ANO

 

 

 

A vida na cidade

 

1. Espaços da cidade – praças, igrejas, bares, portos, aeroportos, estações, feiras, museus, arquivos, bibliotecas, monumentos, etc.

 

2. O dia-a-dia na cidade, meios de transporte e de comunicação, cultura, saúde, trabalho, direitos e deveres.

 

Formação de cidades

 

  1. 1.   Grupos formadores: seus elementos culturais, processo de ocupação da cidade e de suas características.
  2. 2.   Histórias da cidade onde moro e de outras cidades.
  3. 3.   Cidades de ontem e de hoje.

 

As relações na cidade

 

  1. 1.   Diferenças econômicas da sociedade. Grupos sociais que predominam em determinados lugares.
  2. 2.    Desenvolvimento urbano: as necessidades da população que foram surgindo ao longo do tempo quanto a moradia, meios de transporte, segurança, saneamento básico, comunicação, saúde, alimentação, vestuário, lazer, etc. – os responsáveis pelas escolhas e realizações desses benefícios.

 

   

 

5º ANO

 

 

 

Formação do estado

 

  1. 1.   Elementos povoadores (indígenas).
  2. 2.   Elementos colonizadores.
  3. 3.   Escravos.
  4. 4.   Imigrantes.
  5. 5.   Migrantes.

 

 

 

A vida no estado

 

1. Os aspectos culturais dos grupos formadores do estado em relação ao presente: moda, alimentação, tipos de moradia, músicas, lazer, costumes cotidianos, profissões, valores atribuídos aos componentes da família, etc.

 

2. Os fatos que marcaram, as comemorações, os símbolos que representam o estado, o folclore descobrindo suas origens, suas histórias e transformações ao longo do tempo.

 

 

 

Relações entre os estados

 

  1. 1.            Outros estados brasileiros: comemorações, símbolos, mitos, folclores diferentes, etc. Diferenças e semelhanças em relação ao estado de origem.
  2. 2.            A organização política do estado: as instituições político-administrativas, o objetivo das leis, quem as faz, onde e com quais interesses, as formas de participação da população.

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Torna-se importante, dentro desse contexto metodológico, alertar sobre o processo de avaliação. Entende-se por avaliação todo o processo de ensino e de aprendizagem em que se propõe construir conhecimento.

 

Ao se selecionarem problemáticas para pesquisa, a avaliação já está ocorrendo, porque está se levando em consideração o grupo de educandos que se tem, suas próprias condições de aprendizagem e suas concepções prévias acerca do que se irá abordar.

 

No início dos trabalhos, os procedimentos precisam estar bem claros para o grupo de educandos. Durante as atividades, o educador deve tomar o cuidado de estar alerta para o que acontece diariamente nos grupos de trabalho, deve realizar relatórios sobre o ocorrido a cada aula, para então poder encaminhar novas orientações.

 

As formas de se abordarem tematicamente os conteúdos permitem ao educador realizar junto com os educandos conclusões conscientes sobre os assuntos estudados, fruto de uma aprendizagem que ocorreu de forma interessante e significativa. As formas de expressão desses conhecimentos podem variar desde a produção de textos escritos, expressões artísticas, além de incentivar a oralidade dos alunos ao apresentarem ao grande grupo as opiniões construídas.

 

GEOGRAFIA

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

A Geografia é uma ciência social que tem o compromisso de despertar no educando a compreensão de mundo, das relações entre os homens e os espaços, a conscientização quanto ao uso equilibrado dos recursos naturais e a superação do senso comum, confrontando a realidade com o conhecimento cientificamente produzido.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Ler, analisar, interpretar, deduzir, inferir sobre os códigos específicos da Geografia, considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais.

 

Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográfica e geográfica como formas de organizar e conhecer a localização, a distribuição e a freqüência dos fenômenos naturais e humanos.

 

Investigação e Compreensão

 

Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação, identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar, paisagem ou território.

 

Selecionar e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação e transformação dos territórios, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais.

 

Analisar e comparar o processo de preservação e de degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da sua dinâmica e a mundialização dos fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza, nas diferentes escalas – local, regional, nacional e global.

 

Contextualização Sócio-cultural

 

Reconhecer, na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual, a sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os processos contemporâneos, conjuntos de práticas dos diferentes agentes, que resultam em profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço.

 

Compreender e aplicar no cotidiano os conceitos básicos da Geografia.

 

Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas, culturais e políticas no seu “lugar-mundo”, comparando, analisando e sintetizando a densidade das relações e transformações que tornam concretas e vivida a realidade.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

O lugar em que resido e estudo.

 

Meu bairro, cidade e estado.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

O papel da Geografia no Ensino Fundamental é alfabetizar o educando espacialmente em suas diferentes escalas e configurações, dando-lhe suficiente capacitação para manipular noções de paisagem, espaço, natureza, estado e sociedade. Tendo por pressuposto tal compreensão no desenvolvimento dos conteúdos, o educador trabalhará no sentido de constatar que a sociedade, ao ocupar um determinado espaço, de acordo com os seus interesses e necessidades, vai modificar esse espaço, provocando transformações na natureza. Nesse momento, analisa-se com o educando o estado de conservação e/ou degradação da superfície terrestre. Ao desenvolver essas reflexões, mostrará também quais as transformações que a natureza sofreu e qual o aproveitamento que a sociedade faz dela.

 

Trabalhando com as experiências de vida do educando, ou seja, com conhecimento não teorizado que ele possui sobre a relação homem-natureza, homem-homem e com os conhecimentos sistematizados apresentados pelo educador numa relação de comparação com fatos de outros lugares, o educando construirá cumulativamente os conhecimentos que o levarão à compreensão do espaço geográfico.

 

A prática pedagógica do educador de Geografia deve preocupar-se com a interpretação de fenômenos numa abordagem sócio-ambiental, estabelecendo a devida relação entre a Geografia humana e da física. O espaço deve ser estudado e analisado a partir de problemas nos quais se valoriza o educando como agente na construção desse espaço, favorecendo a compreensão da globalidade.

 

Procedimentos que favoreçam, a investigação, a pesquisa, a reflexão e a aprendizagem significativa devem estar presentes no fazer pedagógico do educador de Geografia, bem como as aulas práticas, utilizando a natureza e outros espaços como verdadeiro laboratório de aprendizagem, através dos quais, junto ao ambiente, o educando terá melhor compreensão do poder criador de Deus.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 

 

 

Olha Como eu Cresci

 

 

 

 

 

Fazendo Amigos

 

 

 

 

 

Minha Escola

 

 

 

 

 

O Mundo dos Livros

 

 

 

 

 

Minha Família

 

 

 

 

 

Na Hora da Fome

 

 

 

 

 

De Onde Vem?

 

 

 

 

 

Passeio ao Parque

 

 

 

 

 

Que Bicho é Esse?

 

  • Habitat natural dos animais (deserto, tropical, ártico, montanhas)
  • Zoológico e trabalho de preservação e cuidado das espécies

 

 

 

Como é Bom Brincar

 

  • Brincadeiras antigas e atuais
  • Folclore; brincadeiras do campo e da cidade
  • Cuidado com o ambiente
  • Características do campo e da cidade

 

 

 

Eu Que Fiz

 

  • História de alguns artistas: Mozart, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi
  • Onde se concentram os índios no Brasil
  • Características e modo de vida dos índios hoje

 

 

 

Contando e Recontando

 

  • Origem do relógio
  • Linha do tempo
  • Calendário: dias da semana, mês, ano
  • Dia e noite
  • Tempo - clima

 

 

 

De Olho no Trânsito

 

  • Meios de transportes
  • História das invenções
  • Regras e convivência social
  • Trânsito
  • O semáforo

 

 

 

Sou Cidadão e Agora?

 

  • Direitos e deveres, inclusão
  • Autoridades e suas funções: presidente, governador, prefeito
  • Profissões
  • Preservação do ambiente coletivo (telefones, praças, etc.)
  • Bairro/cidade
  • Ponto de vista (olhar o objeto de diferentes lugares)

 

 

 

Noite de Pijama

 

  • Transporte aquático
  • Rio, lagoa, cachoeira
  • Litoral brasileiro e suas belezas
  • Mares e oceanos

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

2º ANO

 

 

 

O lugar em que resido

 

  1. 1.         Eu e minha família (o aluno como parte da família, como atuante, conceito de grupo social)
  2. 2.         Nossa casa (características físicas, apartamento, casa, detalhes, pátio, planta da casa, desenho da casa, maquete)
  3. 3.         O que acontece a minha volta? (observação da natureza, quem fez a natureza, minhas atitudes para com a natureza, paisagem, fenômenos meteorológicos, relevo, etc.)
  4. 4.         O meu dia-a-dia (atividades, espaços ocupados ao longo do dia, caminhos, etc.)
  5. 5.         Afinal, o que é lugar?! (conceitos de lugar e de grupo, integrando as vivências desenvolvidas)

 

 

 

O lugar em que estudo.

 

  1. 1.         Como vou à escola? (desenho, caminhos, direções, distâncias, paisagens, relevo, transportes).
  2. 2.         Eu e a minha escola (o educando como parte atuante na escola, salas de aula, construções, pátios, grupos, elaboração de desenhos e mapas, etc.).
  3. 3.         As várias pessoas e momentos de minha escola (Deus, professores, funcionários, colegas, culto, esportes, recreio, momentos de estudo, etc.).
  4. 4.         Outras escolas, (existem outras escolas nesses caminhos, como são, diferenças, semelhanças, condições, localização, por quê?).
  5. 5.         O significado da escola, (trabalhar conceitos de lugar, grupo, direções, espaço, distância, por que ir à escola?).

 

 

 

Transformando o lugar em que vivo

 

  1. 1.         O que foi transformado (as mudanças que ocorrem no tempo e no espaço).
  2. 2.         Como foi transformado (técnicas, tecnologia, ruas, prédios, viadutos, túneis, praças, etc.).
  3. 3.         Por que foi transformado (interesses, objetivos, diferenças sociais, econômicas e raciais; analisar os fatores envolvidos na produção do espaço geográfico).

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Há bairros e bairros.

 

  1. 1.         O meu bairro (descrição do bairro características físicas e humanas, o ambiente, construções, ruas, avenidas, praças, serviços públicos, escolas, hospitais, comércio, bancos, população, transportes, etc.)
  2. 2.         O que me diz este bairro? (enfocar que os arranjos espaciais se dão mediante a ação de grupos sociais e a que levam esses arranjos).
  3. 3.         Meu bairro se move?! (enfocar a dinâmica do espaço quebrando o senso comum de estática, mostrando que ela é apenas aparente num determinado momento histórico).
  4. 4.         Uma família de bairros (semelhanças e diferenças, tipos de bairros, funções, relações, limites, desenhos e mapas).

 

 

 

O meu bairro é assim. Obra de artista!

 

  1. 1.         A fotografia de meu espaço. (O que é um mapa e qual a sua utilidade?).
  2. 2.         Como se faz um mapa?
  3. 3.         Sistema de orientação (Pontos cardeais).
  4. 4.         Símbolos e convenções (Enigmas e adivinhações).
  5. 5.         Prática de cartografia (Mapear o bairro, jogos com mapas, seguir caminhos).

 

 

 

Geografia e cidadania.

 

  1. 1.         Preservação do ambiente natural e do cultural.
  2. 2.         Noções de cidadania (solidariedade e respeito mútuo, pluralidade cultural, racismo, temas transversais).
  3. 3.         Prática de cidadania (projeto comunitário).

 

 

 

4º ANO

 

 

 

Espaço urbano e espaço rural.

 

  1. 1.         Diferenças no modo de vida urbano e no rural.
  2. 2.         Diferenças na paisagem.
  3. 3.         Dinâmica do espaço urbano e do rural (interações econômicas, políticas, culturais, sociais).

 

 

 

A nossa cidade.

 

  1. 1.         Localização (região, estado, pais).
  2. 2.         Prática de cartografia (mapas, legenda, escalas, símbolos).

 

 

 

O meio natural relevo, hidrografia e vegetação.

 

  1. 1.         Utilização, preservação, conservação, ocupação do espaço e sua relação com os transportes, a economia, o lazer, etc.

 

 

 

Os transportes.

 

(A situação dos transportes no município integrada ao meio natural e à economia, etc.)

 

  1. 1.         Meios de transporte coletivo.
  2. 2.         Circulação (principais vias, congestionamentos, etc.).
  3. 3.         Transporte comercial.
  4. 4.         Educação para o trânsito.

 

 

 

Atividades econômicas do município.

 

  1. 1.         Comércio.
  2. 2.         Indústria.
  3. 3.         Agropecuária.
  4. 4.         Turismo.
  5. 5.         Pesca.
  6. 6.         Serviços.
  7. 7.         Outras atividades importantes da região.

 

 

 

Demografia urbana.

 

(O crescimento das cidades determinando a organização espacial)

 

  1. 1.         Urbanização da nossa cidade (estrutura e processo).
  2. 2.         Problemas urbanos (violência, favelização, habitação, atração populacional, etc.)
  3. 3.         Etnias do município (povos formadores, preconceito racial).

 

 

 

Organização política.

 

  1. 1.         Governo do município (poderes).
  2. 2.         Política e espaço.
  3. 3.         Serviços públicos (espaços de lazer, de trabalho, de educação, de habitação, de saúde).

 

 

 

A construção da paisagem urbana.

 

  1. 1.         O trabalho do homem na construção dos vários aspectos da cidade.
  2. 2.         As características da cidade em relação à ação humana, às medidas políticas e aos interesses econômicos.
  3. 3.         Cidadania - projetos comunitários.

 

 

 

5º ANO

 

 

 

Da cidade para o Estado.

 

  1. 1.         Localização da cidade e de outros municípios no estado.
  2. 2.         Microrregiões, limites e fronteiras do estado.

 

 

 

As relações entre as cidades.

 

(As relações de interdependência entre as cidades do estado)

 

  1. 1.         Hierarquia urbana e rede urbana (relações de importância e de influência entre as cidades).
  2. 2.         Interrelações da cidade com outras regiões brasileiras.
  3. 3.         Funções das cidades (religiosas, políticas, turísticas, universitárias, industriais, etc.).

 

 

 

O povo e a terra.

 

  1. 1.         Caracterização das diferentes regiões naturais e econômicas do estado (espaço natural, espaço urbano, população, etc.).
  2. 2.         O espaço sócio-econômico regional no contexto da economia global.
  3. 3.         Os grupos humanos e étnicos formadores do estado.
  4. 4.         O estado depositário de parte da cultura mundial (análise da cultura dos povos que formaram o nosso estado).

 

 

 

Meu estado e a globalização.

 

  1. 1.         Relações do estado com os demais estados do Sul e os países do Mercosul.
  2. 2.         Relações econômicas.

 

As influências culturais estrangeiras (vocabulário, "shoppings", a retração da cultura local).

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Sendo a Geografia uma matéria dinâmica e que sofre transformações diárias, é necessária uma avaliação que proporcione ao educando reflexão do conhecimento em construção e sua contribuição para o exercício da cidadania.

 

Essa deve ser realizada de maneira contínua e sistemática, priorizando a qualidade do conhecimento construído.

 

Para tanto, o educador poderá utilizar diversos procedimentos, como: relatórios de aulas práticas, observações de campo, relatórios de vídeos, produção e interpretação de mapas, cartas topográficas, fotografias e imagens de satélites, análise de gráficos estatísticos, demográficos, econômicos, climogramas, seminários e debates, experiências vividas, avaliações escritas, pesquisas orientadas, etc. Apresentamos aqui algumas ferramentas sugestivas que poderão ser utilizadas, não devendo, entretanto, limitar a capacidade criativa de cada educador.

ENSINO RELIGIOSO

 

“O Ensino Religioso visa construir princípios e valores, cidadania, ética e compromisso”.

 

OBJETIVOS GERAIS

 

Revelar a verdade centrada em Deus, comunicada ao homem através da Natureza, de Jesus Cristo e da Bíblia, a fim de possibilitar um melhor relacionamento com Ele e com os outros, num convívio de harmonia e felicidade.

1ª Série

Reconhecer que a família é uma instituição social e divina.

2ª Série

Reconhecer o cuidado de Deus por nós e o nosso compromisso em ajudar e cuidar dos nossos semelhantes.

3ª Série

Reconhecer que Deus tem poder para intervir na natureza e na vida das pessoas com o propósito de auxiliar aqueles que O buscam.

4ª Série

Reconhecer que Deus conta com nosso auxílio para divulgar a mensagem que nos deixou através de Jesus Cristo e de seus mensageiros, relatadas na Bíblia.

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

Representação e Comunicação

Desenvolver o pensamento cristão.

Lidar de maneira construtiva com as diferenças, de tal forma a atuar em equipe, construir, realizar e avaliar projetos de ação escolar.

Conhecer a Bíblia, sua origem e versões e, reconhecê-la como fonte de Verdade.

Investigação e Compreensão

Incentivar a observação, a pesquisa e a reflexão sobre as sociedades e os fenômenos religiosos.

Compreender a religião como uma religação ao Criador.

Compreender as diferentes manifestações religiosas como expressão de fé.

Estabelecer relações entre o conhecimento teórico e a prática religiosa.

Contextualização Sócio-cultural

Desenvolver o compromisso cristão exercitando sua cidadania.

Perceber os direitos (e respectivos deveres) do cidadão como parte de uma construção social.

Observar nas práticas sociais o respeito/desrespeito, conhecimento/desconhecimento dos direitos e deveres no exercício da cidadania.

Identificar os direitos (e respectivos deveres) emergentes cuja necessidade de institucionalização é reivindicada socialmente.

Analisar fenômenos da mídia, servindo-se de conhecimentos sociológicos e religiosos.

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

A família como instituição social e divina.

O cuidado de Deus.

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

O caráter do homem é o ingrediente básico de todos os problemas humanos, cuja solução está condicionada a uma mudança drástica da natureza humana. Contudo, uma mudança de tal ordem só pode ser equacionada pela educação e estabelecida em bases corretas.

O Ensino Religioso se propõe a ensinar o cristianismo prático, pelo qual o educando reflete, questiona, analisa temas relevantes do seu dia-a-dia à luz da Bíblia para considerar sua tomada de posição como ser social e sua responsabilidade frente às decisões da vida. É também o ponto de partida para se estabelecer a compreensão de nosso lugar no mundo e onde se define a escolha do estilo de vida de cada um.

A disciplina de Ensino Religioso procura criar situações para que todos os educandos adquiram conhecimentos, habilidades, valores, atitudes e sentimentos, tendo como referência o Livro Sagrado. O estudo da Bíblia melhora a habilidade individual de pensar por si mesmo e fortalece o próprio caráter. Desenvolve valores de honestidade, respeito, veracidade, sacrifício próprio, integridade, confiança, amor à família e a Deus.

Segundo o modelo de Cristo, devemos propiciar o desejo de conhecer a Deus e Seu propósito para o homem; despertar o interesse pelas pessoas e a necessidade de conviver bem com os outros.

O trabalho de levar aos outros a mensagem de Deus não deve ser feito no improviso, antes, deve ser muito bem planejado para que possa alcançar o sucesso.

A partir do interesse e da necessidade do educando, podemos atraí-lo para encontrar as respostas e as verdades que estão na Bíblia e ver a aplicação das verdades em sua vida prática.

O estudo da Bíblia deve ser feito através da comparação de um texto com outros textos, respeitando seu contexto, tanto no Velho como no Novo Testamento. Podemos enriquecer esse estudo se, além da pesquisa, utilizarmos diferentes traduções e versões da Bíblia, bem como comentários e livros explicativos sobre o contexto: costumes da época, linguagens utilizadas, etc..

Fazer uso de diferentes estratégias contribuirá para que o educando tenha oportunidade de refletir e expor suas idéias a respeito do assunto estudado. Pesquisa bíblica e histórica, dramatização, solução de problemas, projetos de estudo e comunitários, exposição de material coletado e pesquisado, confecção de painéis e cartazes, entrevistas, simulações, pesquisa de campo e música. A utilização de ilustrações como: mapas, vídeos, fotos, material em pelon muito contribuirá para uma melhor aprendizagem.

Basicamente, a educação cristã prima por qualidade, e está engajada na busca da excelência e, se genuína, pode contribuir com soluções para os angustiantes problemas humanos. Lembramos que, em se tratando de educação cristã, excelência é o mínimo desejável.

 

 

CONTEÚDOS

 

1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 

Olha Como eu Cresci

 

 

Fazendo Amigos

 

 

Minha Escola

 

 

O Mundo dos Livros

 

 

Minha Família

 

 

Na Hora da Fome

 

 

De Onde Vem?

 

 

Passeio ao Parque

 

 

Que Bicho é Esse?

  • Noé e os animais
  • Jonas
  • Ovelha perdida
  • Deus cuida das pessoas e dos animais
  • Cuidados com os animais

 

Como é Bom Brincar

  • Infância de Jesus
  • Amizade
  • Cooperação
  • Educação
  • Cortesia

 

Eu Que Fiz

  • O guarda-chuva ambulante
  • Preocupação para com as outras pessoas
  • Cooperação

 

Contando e Recontando

  • A criação
  • Cuidado para com os animais

 

De Olho no Trânsito

  • Obediência às regras
  • As regras de Deus

 

Sou Cidadão e Agora?

  • Joás – rei
  • Saber dizer não saber dizer sim
  • Responsabilidade

 

Noite de Pijama

  • Jesus acalma a tempestade
  • Confiança
  • Gratidão

 

2º ANO

 

  1. 1.             A Bíblia e suas mensagens.
  2. 2.             A semana da criação.
  3. 3.             O conflito entre o bem e o mal e o plano da salvação.
  4. 4.             Biografia de famílias e suas relações.
  5. 5.             Jesus, nascimento e infância.
  6. 6.             A família de Jesus na Terra e no Céu.

 

3º ANO

 

  1. 1.             A Bíblia e suas histórias.
  2. 2.             Cuidado de Deus para com Seu povo no deserto.
  3. 3.             Aprendendo a amar a Deus através da oração, dos mandamentos e da igreja.
  4. 4.             Biografia de amigos e auxiliares: Ester, Sansão, Dorcas, a Sunamita, Davi e Jônatas, Rute e Noemi, Salomão, os discípulos, Zaqueu, Marta e Maria.
  5. 5.             Lições de Jesus sobre responsabilidade e humildade.

 

4º ANO

 

  1. 1.             A Bíblia como fonte de conhecimento.
  2. 2.             Biografias de pessoas que realizaram milagres em benefício de outros pelo poder de Deus.
  3. 3.             Poder de Deus sobre a natureza: acalmando tempestades, andando sobre as águas, atravessando rios, dominando os animais, parando o sol e jorrando água de rochas.
  4. 4.             Poder de Deus sobre a vida: curando doenças, dando vista aos cegos, trazendo à vida os mortos e fazendo surdos ouvirem.
  5. 5.             Gratidão a Deus.

 

5º ANO

 

  1. 1.             A Bíblia como fonte de verdade.
  2. 2.             Mensageiros de Deus através da História: Noé, Jonas, Josias, João Batista, Jesus, os discípulos, Lutero, os Valdenses, Ellen White e nós.
  3. 3.             Mensagens de Deus sobre: paz, amor, perdão, o fruto do Espírito, escolhas e fé.
  4. 4.             Vida, ministério, sacrifício e ressurreição de Jesus.
  5. 5.             Promessas sobre o retorno de Jesus e o lar eterno.
  6. 6.             O direito de escolha.

 

 

AVALIAÇÃO

 

Por ser o Ensino Religioso uma disciplina que possibilita uma relação significativa e pessoal com Deus, favorecendo um processo de identificação, avaliação e aplicação dos valores cristãos, é necessário se desenvolver um projeto de avaliação que situe o educando, não como um receptor de informações bíblicas, mas como um agente a serviço da comunidade e que compartilha suas experiências cristãs.

A avaliação deve-se efetivar da observação e de relatos do educador, do educando e dos colegas das diferentes propostas de atividades elaboradas, dando ênfase ao saber lidar com suas emoções, agir de acordo com os princípios cristãos e responsabilizar-se por seus atos, para um convívio feliz com o outro e a esperança da eternidade.

 

 

LEM - INGLÊS

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Atualmente, o processo de aquisição, incorre em fazer da Língua Estrangeira Moderna - Inglês uma fonte de profissionalização, transmissão e aquisição de cultura. Partindo do pressuposto de que o educando deve desenvolver o ouvir, o falar, o ler e o escrever, o Inglês objetiva:

 

- Facilitar a comunicação;

 

- Analisar, interpretar os códigos da linguagem em aquisição;

 

- Respeitar e preservar as variantes entre a língua mãe e a língua estrangeira;

 

- Ser elemento participativo no processo de formatação da língua;

 

- Compreender a cidadania como participação social e política;

 

- Interagir e compreender os sentidos das diversas tipologias de texto.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocabulário que melhor reflita a idéia que pretende comunicar.

 

Utilizar os mecanismos de coerências e coesão na produção oral e/ou escrita.

 

Utilizar as estratégias verbais e não verbais para compensar as falhas, favorecer a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura.

 

Conhecer e usar as línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações a outras culturas e grupos sociais.

 

Investigação e Compreensão

 

Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais.

 

Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de idéias e escolhas, tecnologias disponíveis).

 

Contextualização sócio?cultural

 

Saber distinguir as variantes lingüísticas.

 

Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Falar/ouvir

 

Elemento de interação.

 

Meio de expressar idéias, pensamentos, interesses, posicionamentos.

 

Fator de empatia para a construção de relacionamentos significativos.

 

Recursos de congraçamento com diferentes povos.

 

Mediador na produção e aquisição do conhecimento.

 

 

 

Ler/escrever

 

Elemento de interação entre o educando e o outro, educando e objeto de conhecimento, educando e o Criador.

 

Prática reflexiva da expressividade individual e coletiva.

 

Instrumento para construção e reconstrução da linguagem.

 

Fator de desenvolvimento cognitivo, cultural, social e espiritual.

 

Forma de reproduzir conhecimento.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Tendo em vista a progressão geral do programa apresentado anteriormente, enfatiza?se o conhecimento de mundo do educando e os tipos de organização textual com os quais esteja mais familiarizado, para facilitar seu engajamento discursivo. Deste modo, a proposição de conteúdos envolve um alto grau de idealização, tendo em vista a diversidade dos mundos de cada indivíduo. Em sala de aula, o educador deverá determinar conteúdos apropriados para a sua realidade, principalmente, no que se refere ao conhecimento e à realidade de seus educandos.

 

Como parte do trabalho em desenvolvimento, precisam reconhecer as palavras da língua estrangeira incorporada ao seu dia a dia, levando em conta a apreensão da imagem. É necessário que haja interação na língua estrangeira em situações cotidianas, seja por meio do corpo, da música, da escrita, do desenho e da modelagem.

 

Nas séries iniciais do Ensino Fundamental, recomenda?se que o educador, inicialmente, trabalhe com as seguintes temáticas: a vida das crianças na escola, a vida em família, as atividades de lazer, os problemas da cidade, do estado e do país onde vive, o relacionamento entre meninos e meninas (na cultura da Língua Inglesa), o respeito às diferenças entre as pessoas, temas que valorizem a conduta ética, a vida na escola em outros países.

 

A definição dos conteúdos, no que se refere aos tipos de textos, deverá pautar?se nos tipos com os quais os educandos, nesta faixa etária, estão mais familiarizados como usuários de sua Língua Materna: pequenas histórias, quadrinhas, história em quadrinhos, instruções de jogos, anedotas, trava línguas, anúncios, pequenos diálogos, rótulos de embalagens, cartazes, canções, pequenas notícias, entrevistas, programação de TV, cartas, poemas, receitas e outros.

 

Os conteúdos referentes ao conhecimento sistêmico ? aqueles que se referem ao vocabulário e às estruturas gramaticais ? precisam ser incluídos na dependência das escolhas das temáticas e dos tipos de textos. Além disso, maior ênfase deve ser dada à compreensão geral e ao envolvimento na negociação do significado. A utilização do conhecimento sistêmico será selecionada pelo educador, segundo o tipo de atividade contextualizada e previamente preparada. Por exemplo, se priorizarmos o trabalho com textos injuntivos (receitas, manuais), o educador estará, neste momento, apresentando o modo imperativo, bem como o vocabulário específico deste tema.

 

O educador deve priorizar, em todas as atividades, a prática com exercícios que envolvam a atração pelo ouvir e o pronunciar das palavras da língua estrangeira. Gradativamente, o educando desenvolverá a pronúncia de um vocabulário mais amplo e a prática de ouvir e compreender a língua estrangeira. Da mesma forma que nas séries iniciais, a escolha dos tipos de textos deve estar de acordo com a familiarização do educando com a tipologia do texto. Além dos citados anteriormente, sugerimos a inclusão de reportagens, classificados, editoriais, artigos jornalísticos, textos de enciclopédias, estatutos, declarações de direitos, etc.

 

 

 

Para desenvolver a capacidade de leitura, sugere?se:

 

Ler e reler textos de diferentes gêneros;

 

Discutir coletivamente as hipóteses levantadas sobre as idéias do texto;

 

Defender seu entendimento, debatendo questões relacionadas ao texto; realizar pesquisas para trazer Informações pertinentes à leitura e repassá?las aos colegas;

 

Comparar o emprego de uma mesma palavra em contextos diferentes;

 

Ler, reler e verificar a montagem do texto e seus componentes;

 

Interpretar informações de gráficos, tabelas, desenhos, fotos, etc; relacionadas ao assunto do texto;

 

Identificar, na linguagem do texto, termos e expressões, entreditos e subentendidos;

 

Comentar e trocar idéias sobre "leituras" realizadas;

 

Manusear e comparar jornais do seu país e de outros;

 

Observar e marcar no texto, elementos lingüísticos e indicadores da ordenação do tempo e da apresentação do narrador (palavras e expressões temporais, flexão verbal, pessoas do discurso).

 

 

 

Para que o educando desenvolva o domínio oral, em situações de interação social, pode?se:

 

Recriar e recontar histórias lidas e ouvidas, filmes, letras de músicas e outros;

 

Comentar fatos e temas do cotidiano;

 

Transmitir recados para colegas, funcionários, parentes e outros;

 

Entrevistar pessoas para esclarecimento de um assunto, reformulação de um ponto de vista ou ampliação de um conhecimento.

 

 

 

Para desenvolver a capacidade do uso da língua em contextos reais do cotidiano do aprendiz, sugere?se:

 

Dramatizar fatos e histórias;

 

Preparar roteiros, questionamentos, cartazes, esquemas e outros para apoiar a fala, durante a exposição;

 

Reproduzir e resumir textos lidos/ouvidos de diversos gêneros;

 

Dar continuidade a um texto iniciado pelo educador ou pela classe;

 

Fazer a versão de um texto planejado coletivamente.

 

 

 

O estudo gramatical deve ocorrer dentro de um contexto comunicativo com significação e contextualização. Podem?se criar exercícios, por meio de estudo de textos, para praticar estruturas gramaticais. O que não pode haver é a gramática pela gramática, mas sim o estudo da mesma como um meio para se chegar a um fim maior, a comunicação.

 

Para tanto, podem?se desenvolver atividades contextualizadas que envolvam itens como:

 

  1. 1.         Elementos Coesivos:

 

             Substituições e elipses: Nominal, verbal e causal.

 

             Conjunções: Adversativas, aditivas, temporal, causal.

 

             Léxicos Coesivos: Reiteração e colocação.

 

             Coesão lexical.

 

             Uso de artigos definidos e indefinidos.

 

             Análise das relações sintático?semânticas em segmentos de um texto (gradação, disjunção, explicação, estabelecimento de relação causal, conclusão, comparação, contraposição, exemplificação, retificação, explicitação).

 

             Substituições vocabulares.

 

              

 

  1. 2.         Discursos:

 

             Emprego de tempos verbais específicos;

 

             Transcrição do discurso direto para o indireto,

 

             Observação da variação da pontuação, dependendo do discurso.

 

 

 

A sintaxe refere?se à relação estrutural entre as palavras em uma oração, porém, existe uma grande variedade de teorias sobre a sintaxe, tais como a gramática tradicional, gramática funcional, gramática gerativa, gramática transformacional, gramática sistêmica, etc. Nenhuma destas teorias tem uma aceitação universal, cada uma delas oferece contribuições válidas e distintas na compreensão da lingüística.

 

O conhecimento da sintaxe ajuda os educandos a perceber as diferentes possibilidades decompor um texto. A estrutura e a complexidade de um texto podem ter valor estético. O conhecimento da estrutura lingüística pode revelar a ordem básica e a dimensão da inteligência humana. O conhecimento da metalinguagem pode melhorar o conhecimento de uma segunda língua.

 

Reitera?se, aqui, a importância de a sintaxe ser apresentada quando aparece em um contexto de uma tarefa lingüística específica, que seja relevante para aquilo que os educandos estão aprendendo. Por exemplo, ao compor um tipo particular de texto ou ao tratar aspectos lingüísticos específicos. O educador deve aproveitar estas oportunidades para provocar o interesse dos educandos.

 

Atividades que podem contribuir para se atingir os propósitos mencionados.

 

Criar e dramatizar diálogos por meio de atividades em pares ou grupos, que possibilitem a inter?relação com situações contextualizadas, utilizando:

 

Verbos regulares e irregulares, nas formas afirmativa, negativa e interrogativa, expressando circunstâncias de tempo, modo e lugar;

 

Vocabulário geral e específico, formal e informal;

 

Elementos coesivos;

 

Linguagem verbal e não?verbal;

 

Ações reflexivas;

 

Estruturas;

 

Utilização de palavras de efeito na confecção de painéis e cartazes para atrair o interlocutor;

 

Utilizar diversas fontes de informações, tais como: revistas, livros paradidáticos, dicionários, internet e outros visando à construção e ampliação de conhecimentos;

 

Criar situações para troca de informações sobre planos futuros, tais como: férias, finais de semana, feriados etc.;

 

Abordar os aspectos culturais: simbolismo, valores, autoridade, ordem, cerimônias, expressão do amor, honra, humor, beleza e religiosidade, enfim, fatores que influenciam a fala e o comportamento;

 

Proporcionar atividades de resolução de problemas, tomadas de decisão, troca de opiniões;

 

Explorar o uso de organizadores visuais (figuras, desenhos, gráficos...);

 

Trabalhar com atividades preparatórias (atividades de vocabulário, apresentação prévia do assunto, perguntas anteriores à interação);

 

Analisar e ensinar, dentro de um contexto, formas léxico?gramaticais para diferentes gêneros discursivos;

 

Praticar padrões lingüísticos específicos para diferentes funções da linguagem (opinar, solicitar informações, desculpar?se, dentre outras);

 

Criar momentos em que o educando analise, observe, respeite e entenda o outro;

 

Conscientizar o aprendiz da relação verbal e corporal (uso da linguagem não?verbal, gestos, emoções e outras);

 

Ajudar os educandos a desenvolverem o seu potencial lingüístico como um dom divino; perceber que a linguagem enriquece a vida;

 

Desenvolver e aprimorar os valores dos educandos;

 

Desenvolver habilidades para fazer uso da linguagem de modo apropriado em diferentes contextos. Isto pode incluir:

 

Explorar exemplos de tipos determinados de linguagem;

 

Fazer comparações que conduzam à avaliação de atividades entre os educandos;

 

Alterar o tempo, o modo, ou as pessoas dos discursos de um texto;

 

Reescrever um texto, cujo conteúdo não esteja de acordo com o proposto;

 

Desenvolver, no educando, a habilidade de comunicar?se de forma apropriada, clara e efetiva em situações variadas. Isto pode incluir:

 

Debates, participações e conduções de discussões, paródias de discursos, participação de palestras em inglês, chamadas telefônicas, leituras em voz alta;

 

Usar a diversidade lingüística na produção de textos. Isto pode incluir:

 

Diversos gêneros de textos, ortografia, uso do sujeito, uso de palavras interrogativas, quando usar e como usar o artigo definido, o uso apropriado dos pronomes indefinidos, a sintaxe, etc.;

 

Gerar idéias, revisar o conteúdo e a forma dos textos em grupos;

 

Ter sempre em mente a necessidade do feedback, da revisão, da correção de aspectos locais e globais do texto;

 

Fazer uso da internet sempre que possível;

 

Proporcionar ao educando experiências práticas, isto é, manusear equipamentos que necessitem o entendimento de manuais de operação, tais como retroprojetores, fotocópias, monitores de vídeo, impressoras, gravadores, etc.;

 

Desenvolver a capacidade de o educando apreciar a sua criatividade e a criatividade do outro. Tais habilidades podem ser desenvolvidas através destes processos:

 

Encontrar palavras em poemas; reconhecer e avaliar a publicidade; falar sobre seus passatempos;

 

Atuar como o anfitrião de uma festa (redigir convites, receber convidados, etc.);

 

Criar vídeos, anúncios publicitários; fazer transparências; criar dramatizações; usar textos como base para discussão; ler poemas;

 

Comparar textos, discutir a intertextualidade.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

 

 

 

 

 

2º ANO

 

 

 

Linguagem Oral (Falar/Ouvir)

 

Capacidade de ouvir e compreender com atenção:

 

? em diferentes situações

 

? a expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor

 

Capacidade de:

 

? apresentar?se

 

? expressar vontades

 

? localização própria e de objetos

 

? solicitar informação, favor, permissão, desculpas (formal e informal)

 

? expressar sentimentos, idéias e preferências

 

? formular e responder perguntas

 

? de forma clara e ordenada.

 

Capacidade de percepção:

 

? de informação e valores implícitos na interlocução

 

? de elementos não?verbais

 

? da expressão corporal

 

? das variantes lingüísticas (pronúncia e léxico)

 

? dos contrastes culturais

 

Exposição oral com ajuda de um texto:

 

? Interação (aluno/professor) na descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

 

 

3º ANO

 

 

 

Linguagem Oral (Falar/Ouvir)

 

Capacidade de ouvir e compreender com atenção:

 

? em diferentes situações

 

? a expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor

 

Capacidade de:

 

? apresentar?se

 

? expressar vontades

 

? localização própria e de objetos

 

? solicitar informação, favor, permissão, desculpas (formal e informal)

 

? expressar sentimentos, idéias e preferências

 

? formular e responder perguntas

 

? de forma clara e ordenada.

 

Capacidade de percepção:

 

? de informação e valores implícitos na interlocução

 

? de elementos não?verbais

 

? da expressão corporal

 

? das variantes lingüísticas (pronúncia e léxico)

 

? dos contrastes culturais

 

Exposição oral com ajuda de um texto:

 

? Interação (aluno/professor) na descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

 

 

4º ANO

 

 

 

Linguagem Oral (Falar/Ouvir)

 

Capacidade de ouvir e compreender com atenção:

 

? em diferentes situações

 

? a expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor

 

Capacidade de:

 

? apresentar?se

 

? apresentar o outro e perguntar sobre a vida do outro

 

? expressar vontades

 

? localização própria e de objetos

 

? solicitar informação, favor, permissão, desculpas (formal e informal)

 

? expressar sentimentos, idéias e preferências

 

? formular e responder perguntas

 

? de forma clara e ordenada.

 

Capacidade de percepção:

 

? de informação e valores implícitos na interlocução

 

? de elementos não?verbais

 

? da expressão corporal

 

? das variantes lingüísticas (pronúncia e léxico)

 

? dos contrastes culturais

 

Exposição oral com ajuda de um texto:

 

? Interação (aluno/professor) na descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos:

 

? respeitando a temporalidade efeito

 

 

 

5º ANO

 

 

 

Linguagem Oral (falar/ouvir)

 

Capacidade de ouvir e compreender com atenção:

 

? em diferentes situações

 

? a expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor

 

Capacidade de:

 

? apresentar?se

 

? apresentar o outro e perguntar sobre a vida do outro

 

? expressar vontades

 

? localização própria e de objetos

 

? solicitar informação, favor, permissão, desculpas (formal e informal)

 

? expressar sentimentos, idéias e preferências

 

? formular e responder perguntas

 

Capacidade de percepção:

 

? de forma clara e ordenada.

 

? de informação e valores implícitos na interlocução

 

? de elementos não?verbais

 

? da expressão corporal

 

? das variantes lingüísticas (pronúncia e léxico)

 

? dos contrastes culturais

 

Exposição oral com ajuda de um texto:

 

? Interação (aluno/professor) na descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos:

 

? respeitando a temporalidade efeito

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Ao traçarmos um plano de avaliação, e necessário termos consciência das diferenças existentes dentro de cada proposta de trabalho. Baseando?nos nesse pressuposto, é necessário levar em conta itens como:

 

- Variedade de atividades que supram as necessidades de cada indivíduo;

 

- Respeito ao limite que cada indivíduo possui de acordo com sua realidade;

 

- Conteúdo coeso e coerente com os objetivos propostos pela disciplina, focando a construção do conhecimento;

 

- Avaliação que estimule a criatividade e o raciocínio lógico;

 

- Focalização de temas que o aluno possa fazer uso no seu dia?a?dia;

 

- Situações de avaliação que amenizem a ansiedade do aluno; avaliação como um momento de aprendizagem;

 

- Utilização da avaliação como um meio do processo de aprendizagem e não como um fim em si própria;

 

- Desenvolvimento da capacidade de auto?avaliar?se.

 

 

 

Critérios para a avaliação

 

Exatidão das informações;

 

Habilidade de entender diferentes linguagens de textos;

 

Habilidade de estabelecer comparações;

 

Organização lógica;

 

Clareza na apresentação.

 

Avaliação de produções de textos

 

Compreensão da proposta;

 

Exatidão vocabular;

 

Uso correto do idioma;

 

Uso da seqüência lógica na organização dos parágrafos;

 

Uso de evidências para fundamentação do texto;

 

Trabalhos escritos;

 

Observação dos educandos e suas participações em sala de aula;

 

Solicitação de pesquisas;

Observação do desempenho do educando em debates;

A avaliação é um processo contínuo que almeja contribuir para a formação de indivíduos críticos, desenvolvidos física, social, mental e espiritualmente, para exercer a cidadania em sua plenitude.

 

 

ENSINO FUNDAMENTAL (6º ao 9º ano)

 

 

 

 

 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Desenvolver a competência lingüística do educando - ouvir, falar, ler e escrever – habilitando-o a à utilização da língua materna com precisão e fluência, seja através da escrita ou oralmente, em situações subjetivas e/ou objetivas, sob o prisma da referência do valor social e simbólico da atividade lingüística e dos inúmeros recursos, envolvendo, ainda, a interação entre o sujeito e Deus, o sujeito com ele mesmo e o sujeito com o outro.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal.

 

Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

 

Aplicar as tecnologias de comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes da vida.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

1. Falar/ouvir

 

Elemento de interação entre o educando e Deus, o educando com ele mesmo e com o outro, o educando e o objetivo de conhecimento.

 

Expressividade da reflexão.

 

Fator de empatia para a construção de laços fraternos.

 

Recurso de congraçamento com as diferentes etnias.

 

Mediador na produção do conhecimento.

 

2. Ler/escrever

 

Recurso interacional entre o educando e Deus, o educando consigo mesmo e com o outro, o educando e o objeto de conhecimento.

 

Prática reflexiva da expressividade individual e coletiva.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

A sala de aula deve ser o espaço que oportunize ao educando a oralidade, a leitura e a escrita, de modo interdisciplinar. “ler e escrever são tarefas da escola, questões para todas as áreas, uma vez que são habilidades indispensáveis para a formação de um estudante, que é responsabilidade da escola” oportunizando ao aluno o contato com obras literárias, revistas, jornais, relatórios, arquivos, televisão, bíblia, Internet, natureza e o mundo ao seu redor para que ele possa expressar-se com competência e habilidade, tanto oralmente quanto por escrito exercendo o dom do livre-arbítrio atribuído ao ser humano pelo criador.

 

Ao planejar suas aulas, o educador não põe o foco de sua atividade nos conteúdos do programas, mas nas habilidades que deverá desenvolver, em busca do alcance de competências perfeitamente definidas. Para alcançar seus objetivos, seleciona os saberes curriculares e programa atividades didático-pedagógicas a partir dos mesmos.

 

Do educando se espera um novo envolvimento em busca do aprender a aprender. Utilizando conteúdos específicos propostos, ele irá em busca do desenvolvimento de grandes habilidades, ligadas a seus interesses, suas tendências e as exigências de seu contexto social.

 

A definição dos conteúdos, no que se refere aos tipos de texto orais ou escritos, deverá pautar-se nos tipos com o quais os educando, nesta faixa etária, estão mais familiarizados como usuários da língua materna:

 

Lidando com pequenas histórias, quadrinhas, história em quadrinhos, instruções de jogos, anedotas, trava-línguas, anúncios, pequenos diálogos, rótulos de embalagens, cartazes, canções, pequenas noticias, entrevistas, programação de tv, cartas, poemas, receitas, textos bíblicos e outros; lendo e relendo textos de diferentes gêneros; discutindo as hipóteses levantadas sobre as idéias do texto;

 

Defendendo seu entendimento, debatendo questões relacionadas ao texto;

 

Realizado pesquisas para trazer informações pertinentes à leitura e repassá-las aos colegas;

 

Comparando o emprego de uma mesma palavra em contextos diferentes;

 

Lendo, relendo e verificando a montagem do texto e seus componentes, interpretando informações de gráficos, tabelas, desenhos, fotos, etc. relacionadas ao assunto do texto, com orientação do professor;

 

Destacando da linguagem do texto termos e expressões, entreditos e subtendidos, com o auxilio do educador;

 

Fazendo comentários espontâneos e troca de idéias sobre “leituras” realizadas;

 

Relatando experiências relacionadas ao assunto do texto lido;

 

Manuseando e comparando jornais da cidade e outros estados;

 

Observando e marcando no texto elementos lingüísticos e indicadores da ordenação do tempo e da apresentação do narrador (palavras e expressões temporais, flexão verbal, pessoas do discurso-1ª e 3 ª);

 

Freqüentando oficinas de leitura, bibliotecas, feiras de livros, bancas de revistas, etc.

 

O educando deverá demonstrar o domínio da linguagem oral, em situações de interação social e exercício da cidadania:

 

Recriando e recontando histórias lidas e ouvidas, filmes, letras de musicas e outros;

 

Comentando fatos e temas do cotidiano;

 

Transmitindo recados para colegas, funcionários, parentes e outros;

 

Entrevistando pessoas para esclarecimento de um assunto, reformulação de um ponto de vista ou ampliação de um conhecimento.

 

De acordo com as exigências do uso público da linguagem, o educando deverá explicar elementos discursivos, lingüísticos e estilísticos na produção de textos escritos:

 

Dramatizando de improviso fatos e histórias.

 

Preparando roteiros, questionamentos, cartazes, esquemas e outros para apoiar a fala, durante a exposição.

 

Reproduzindo e resumindo textos lidos/ouvidos de diversos gêneros; escrevendo relatos de fatos ocorridos na classe, na escola, na comunidade desenvolvendo a capacidade de discurso. Esta progressão do educando faz com que o conhecimento sistemático sirva como referencial ao conhecimento de mundo e organização textual. Assim sendo, a gramática, o léxico, etc. dependem das escolhas temáticas dos textos. Deve ser priorizado o estudo de acordo com as dificuldades apresentadas nos textos e nas produções dos educandos, sejam elas escritas ou orais.

 

Espera-se que o educando compreenda textos orais de diversos gêneros presentes em situações de interação social, respeitando as diferentes manifestações de linguagem: escutando e analisando diferentes textos de gênero oral em situações de comunicação direta ou mediada por recursos eletrônicos (debate, radiofônico, televisivo, palestras, propaganda, etc.),

 

Escutando textos em situações autenticas de interlocução (palestras, debates, entrevistas, etc.), intervindo com perguntas e explanações;

 

Analisando valores, intenções, preconceitos e outros transmitidos por meio de filmes, comerciais, programas eleitorais, jornalísticos, educativo e etc.;

 

Escutando e analisando textos gravados em situações autenticas de interlocução, observação expressão facial e gestual, ambigüidades, contradições, etc.;

 

Comparando textos de diversos gêneros que apresentam variações da fala (formal, informal, regional, etc.);

 

Analisando gravações (vídeo ou cassete) de textos produzidos pelos alunos, para avaliação da adequação dos recursos utilizados e os efeitos adquiridos.

 

O educando deverá compreender e interpretar textos escritos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura, ou seja, o dever de ler:

 

Lendo e discutindo, previamente, sobre o tema que será tratado na atividade de escuta, constituindo repertório de conhecimentos para melhor compreensão dos textos; e, no país, etc.; desenvolvendo a capacidade de discurso. Esta progressão do educando faz com que o conhecimento sistemático sirva como referencial ao conhecimento de mundo e organização textual. Assim sendo, a gramática, o léxico etc. dependem das escolhas temáticas e dos textos. Deve ser priorizado o estudo de acordo com as dificuldades apresentadas nos textos e nas produções dos educando, sejam elas escritas ou orais.

 

Espera-se que o educando compreenda textos orais de diversos gêneros presentes em situações de interação social, respeitando as diferentes manifestações da linguagem:

 

Escutando e analisando diferentes textos do gênero oral em situações de comunicação direta ou mediada por recursos eletrônicos (debate, radiofônico, televisivo, palestras, propagandas, etc.);

 

Escutando textos em situações autenticas de interlocução, (palestras, debates, entrevistas, etc.), intervindo com perguntas e explanações;

 

Analisando valores, intenções, preconceitos e outros transmitidos por meio de filmes, comerciais, programas eleitorais, jornalísticos, educativos, etc.;

 

Escutando e analisando textos gravados em situações autenticas de interlocução, observando expressão facial e gestual, ambigüidades, contradições, etc.;

 

Comparando textos de diversos gêneros que apresentam variações da fala (formal, informal, regional, etc.),;

 

Analisando gravações (vídeo ou cassete) de textos produzidos pelos alunos, para avaliação da adequação dos recursos utilizados e os efeitos obtidos.

 

O educando deverá compreender e interpretar textos escritos que circulam na sociedade e perceber as diferentes dimensões da leitura, ou seja, o dever de ler, a necessidade de ler e o prazer de ler:

 

Lendo e discutindo, previamente, sobre o tema que será tratado na atividade de escuta, constituindo repertório de conhecimentos para melhor compreensão do texto;

 

Registrando informações importantes durante palestras, aulas expositivas e outras atividades, para garantir a apreensão de aspectos relativos ao plano temático, ao uso da linguagem característicos do gênero e suas regras de funcionamento;

 

Lendo, oral e silenciosamente, livros e textos avulsos na classe, na biblioteca e em casa; textos de gêneros variados (literários, de imprensa, de divulgação cientifica, de publicidade);

 

Selecionando livros e textos e consultando índices, fichários, dicionários, gramáticas, etc.;

 

Lendo, silenciosamente, textos para os quais já tenha desenvolvido uma certa proficiência (leitura autônoma);

 

Selecionando livros e textos para realização de pesquisas, trabalhões, projetos e outros;

 

Lendo/relendo e identificando inadequações do texto;

 

Lendo, com atenção, receitas, manuais de instrução, regras de jogo, provas, exercícios, etc., observando os comando,;

 

Lendo e relendo textos de diversos gêneros;

 

Respondendo questionamentos propostos pelo professor, sobre expectativas em relação ao texto e índices lingüísticos que dão sustentação aos sentidos atribuídos, antes ou durante a leitura;

 

Explicitando as pistas lingüísticas utilizadas na realização de inferências, antecipação de acontecimentos, confirmação das hipótese, etc.;

 

Realizando leituras de textos ou livros mais complexos, lendo previamente os trechos combinados, pesquisando informações esclarecedoras ou complementares, para discuti-lo posteriormente com a classe;

 

Sintetizando partes do texto, observando as idéias principais;

 

Destacando, da linguagem do texto, termos e expressões, entreditos e subtendidos, sentidos figurados, etc., com auxilio do educador; comparando uns textos e outros e a situação do cotidiano, considerando aspectos históricos e sociais;

 

Lendo, destacando as idéias principais e percebendo a gradação das secundárias;

 

Lendo, relendo e verificando a montagem do texto e seus componentes;

 

Lendo e observando textos com seqüências narrativa, descritiva, conversacional expositiva e argumentativa;

 

Observando e marcando, no texto, elementos lingüísticos indicadores da ordenação do tempo e do ponto de vista do narrador (palavras e expressões temporais, flexão verbal, pessoas do discurso);

 

Lendo textos argumentativos, percebendo o tema e observando termos e expressões de confirmação, contestação e conclusão das idéias;

 

Comparando textos e interpretando informações de gráficos, tabelas, desenhos, fotos, etc., relacionadas ao assunto do texto, com orientação do educador;

 

Levantando indicadores lingüísticos e extralingüísticos presentes no texto;

 

Lendo/relendo textos de diferentes gêneros;

 

Lendo textos e destacando idéias afins e divergentes sobre o mesmo tema;

 

Verificando e marcando recursos expressivos predominantes no texto (pontuação, sinais gráficos, figuras de linguagem).

 

Espera-se, também, que o educador demonstre o domínio da linguagem em situações de interação social e no exercício da cidadania: narrando, comentando, refletindo e opinando sobre histórias lidas e ou ouvidas, filmes, letras de musicas, fatos do cotidiano; participando de debates, palestras, dramatizações e seminários, entrevistando pessoas para esclarecimento de um assunto, reformulação de um ponto de vista ou ampliação de um conhecimento; elaborando esquemas, roteiros, cartazes, transparências, questionamentos e outros, para apoiar a fala durante a exposição.

 

Deseja-se que o educando aplique elementos discursivos, lingüísticos e estilísticos na produção de textos escritos, de acordo com as exigências do uso público de linguagem:

 

Transcrevendo, reproduzindo, declarando e criando textos, atendendo a situações propostas;

 

Transcrevendo letras de musicas e poemas gravados;

 

Reproduzindo, parafraseando e resumindo textos lidos/ouvidos de diversos gêneros;

 

Escrevendo a versão de um texto planejado coletivamente a partir de situações significativas;

 

Escrevendo inicio, meio ou fim de um texto proposto pelo professor;

 

produzindo textos de histórias vividas e imaginadas;

 

lendo, refletindo e refletindo textos de diversos gêneros, considerando a organização de conteúdo temático, construção composicional e estilo;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    As diferentes linguagens (formais e informais-verbais e não-verbais)
  • ·    As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • ·    De valores na interlocução
  • ·    De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    De diferentes maneiras (formais e informais)
  • ·    Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • ·    Na divulgação de valores (preconceitos)
  • ·    Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • ·    Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • ·    Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • ·    Respeitando a temporalidade
  • ·    Registrando relações de causa e efeito
  • ·    De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • ·    Percebendo os elementos internacionais
  • ·    Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • ·          Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·          Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • ·          Empregando variedades lingüísticas
  • ·          Em diferentes gêneros de texto
  • ·          Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • ·          Notas
  • ·          Resumos
  • ·          Roteiros
  • ·          Esquemas
  • ·          Paráfrase
  • ·          Paródia
  • ·          Reescrita
  • ·          Com adequação vocabular
  • ·          Sinonímia
  • ·          Antonímia
  • ·          Homonímia
  • ·          Paranímia
  • ·          Primitivas e derivadas
  • ·          Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • ·          Com coerência
  • ·          Temporalidade
  • ·          Permanência no tema
  • ·          Relações de causa e efeito
  • ·          Conectores
  • ·          De forma clara e ordenada
  • ·          Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • ·          Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • ·          Separando as palavras
  • ·          Dividindo o texto em frases
  • ·          Dividindo o texto em parágrafos
  • ·          Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • ·          Respeitando concordâncias
  • ·          Usando recursos coesivos
  • ·          Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • ·          Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • ·          Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • ·          Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • ·          Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • ·          Legibilidade

 

Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

  • ·          Tipos de períodos
  • ·          Estrutura de orações com verbos: ser, ter, haver, estar, por, ficar e dar.
  • ·          Tipos de sujeito
  • ·          Tipos de predicado
  • ·          Complementação verbal
  • ·          Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • ·          Identificação de diferentes gêneros de texto
  • ·          Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • ·          Identificação de diferenças regionais
  • ·          Compreensão de diferentes linguagens
  • ·          Compreensão do sentido global de um texto
  • ·          Identificação de elementos determinados em um texto
  • ·          Percepção da presença de linguagem conotativa
  • ·          Adaptação vocabular
  • ·          Reflexão para autonomia
  • ·          Análise critica
  • ·          Identificação de valores
  • ·          Elaboração de inferências
  • ·          Contraposição de idéias

 

Como instrumento de:

 

  • ·    Apreciação da arte
  • ·    Acesso aos bens culturais
  • ·    Inserção no passado
  • ·    Compreensão do presente
  • ·    Projeção do futuro

 

Como fonte de:

 

  • ·    Informação
  • ·    Prazer
  • ·    Conhecimento

 

Análise de texto em relação a:

 

  • ·                      Avaliação do nível argumentativo
  • ·                      Avaliação da unidade temática
  • ·                      Avaliação da unidade estrutural

 

 

 

Como exercício de:

 

  • ·    Leitura silenciosa
  • ·    Leitura oral
  • ·    Prolação
  • ·    Fluência
  • ·    Entonação
  • ·    Ritmo
  • ·    Expressividade

 

 

 

7º ANO

 

 

 

Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    As diferentes linguagens (formais e informais-verbais e não-verbais)
  • ·    As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • ·    De valores na interlocução
  • ·    De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    De diferentes maneiras (formais e informais)
  • ·    Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • ·    Na divulgação de valores (preconceitos)
  • ·    Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • ·    Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • ·    Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • ·    Respeitando a temporalidade
  • ·    Registrando relações de causa e efeito
  • ·    De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • ·    Percebendo os elementos internacionais
  • ·    Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • ·          Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·          Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • ·          Empregando variedades lingüísticas
  • ·          Em diferentes gêneros de texto
  • ·          Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • ·          Notas
  • ·          Resumos
  • ·          Roteiros
  • ·          Esquemas
  • ·          Paráfrase
  • ·          Paródia
  • ·          Reescrita
  • ·          Com adequação vocabular
  • ·          Sinonímia
  • ·          Antonímia
  • ·          Homonímia
  • ·          Paranímia
  • ·          Primitivas e derivadas
  • ·          Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • ·          Com coerência
  • ·          Temporalidade
  • ·          Permanência no tema
  • ·          Relações de causa e efeito
  • ·          Conectores
  • ·          De forma clara e ordenada
  • ·          Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • ·          Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • ·          Separando as palavras
  • ·          Dividindo o texto em frases
  • ·          Dividindo o texto em parágrafos
  • ·          Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • ·          Respeitando concordâncias
  • ·          Usando recursos coesivos
  • ·          Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • ·          Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • ·          Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • ·          Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • ·          Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • ·          Legibilidade

 

Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

  • ·          Tipos de períodos
  • ·          Estrutura de orações com verbos: ser, ter, haver, estar, por, ficar e dar.
  • ·          Tipos de sujeito
  • ·          Tipos de predicado
  • ·          Complementação verbal
  • ·          Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • ·          Identificação de diferentes gêneros de texto
  • ·          Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • ·          Identificação de diferenças regionais
  • ·          Compreensão de diferentes linguagens
  • ·          Compreensão do sentido global de um texto
  • ·          Identificação de elementos determinados em um texto
  • ·          Percepção da presença de linguagem conotativa
  • ·          Adaptação vocabular
  • ·          Reflexão para autonomia
  • ·          Análise crítica
  • ·          Identificação de valores
  • ·          Elaboração de inferências
  • ·          Contraposição de idéias

 

Como instrumento de:

 

  • ·    Apreciação da arte
  • ·    Acesso aos bens culturais
  • ·    Inserção no passado
  • ·    Compreensão do presente
  • ·    Projeção do futuro

 

Como fonte de:

 

  • ·    Informação
  • ·    Prazer
  • ·    Conhecimento

 

Análise de texto em relação a:

 

  • ·                      Avaliação do nível argumentativo
  • ·                      Avaliação da unidade temática
  • ·                      Avaliação da unidade estrutural

 

Como exercício de:

 

  • ·    Leitura silenciosa
  • ·    Leitura oral
  • ·    Prolação
  • ·    Fluência
  • ·    Entonação
  • ·    Ritmo
  • ·    Expressividade

 

 

 

8º ANO

 

 

 

Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    As diferentes linguagens (formais e informais-verbais e não-verbais)
  • ·    As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • ·    De valores na interlocução
  • ·    De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    De diferentes maneiras (formais e informais)
  • ·    Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • ·    Na divulgação de valores (preconceitos)
  • ·    Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • ·    Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • ·    Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • ·    Respeitando a temporalidade
  • ·    Registrando relações de causa e efeito
  • ·    De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • ·    Percebendo os elementos internacionais
  • ·    Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • ·          Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·          Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • ·          Empregando variedades lingüísticas
  • ·          Em diferentes gêneros de texto
  • ·          Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • ·          Notas
  • ·          Resumos
  • ·          Roteiros
  • ·          Esquemas
  • ·          Paráfrase
  • ·          Paródia
  • ·          Reescrita
  • ·          Com adequação vocabular
  • ·          Sinonímia
  • ·          Antonímia
  • ·          Homonímia
  • ·          Paranímia
  • ·          Primitivas e derivadas
  • ·          Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • ·          Com coerência
  • ·          Temporalidade
  • ·          Permanência no tema
  • ·          Relações de causa e efeito
  • ·          Conectores
  • ·          De forma clara e ordenada
  • ·          Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • ·          Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • ·          Separando as palavras
  • ·          Dividindo o texto em frases
  • ·          Dividindo o texto em parágrafos
  • ·          Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • ·          Respeitando concordâncias
  • ·          Usando recursos coesivos
  • ·          Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • ·          Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • ·          Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • ·          Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • ·          Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • ·          Legibilidade

 

Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

  • ·          Tipos de períodos
  • ·          Estrutura de orações com verbos: ser, ter, haver, estar, por, ficar e dar.
  • ·          Tipos de sujeito
  • ·          Tipos de predicado
  • ·          Complementação verbal
  • ·          Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • ·          Identificação de diferentes gêneros de texto
  • ·          Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • ·          Identificação de diferenças regionais
  • ·          Compreensão de diferentes linguagens
  • ·          Compreensão do sentido global de um texto
  • ·          Identificação de elementos determinados em um texto
  • ·          Percepção da presença de linguagem conotativa
  • ·          Adaptação vocabular
  • ·          Reflexão para autonomia
  • ·          Análise critica
  • ·          Identificação de valores
  • ·          Elaboração de inferências
  • ·          Contraposição de idéias

 

Como instrumento de:

 

  • ·    Apreciação da arte
  • ·    Acesso aos bens culturais
  • ·    Inserção no passado
  • ·    Compreensão do presente
  • ·    Projeção do futuro

 

Como fonte de:

 

  • ·    Informação
  • ·    Prazer
  • ·    Conhecimento

 

Análise de texto em relação a:

 

  • ·                      Avaliação do nível argumentativo
  • ·                      Avaliação da unidade temática
  • ·                      Avaliação da unidade estrutural

 

Como exercício de:

 

  • ·    Leitura silenciosa
  • ·    Leitura oral
  • ·    Prolação
  • ·    Fluência
  • ·    Entonação
  • ·    Ritmo
  • ·    Expressividade

 

 

 

9º ANO

 

 

 

Linguagem Oral

 

Capacidade de ouvir com atenção

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    As diferentes linguagens (formais e informais-verbais e não-verbais)
  • ·    As variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    A expressão de sentimentos, idéias e preferências do interlocutor.

 

Capacidade de percepção:

 

  • ·    De valores na interlocução
  • ·    De elementos não-verbais

 

Expressão oral tendo em vista a intenção de sentido:

 

  • ·    Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·    De diferentes maneiras (formais e informais)
  • ·    Das variedades lingüísticas (falares regionais)
  • ·    Ao expressar sentimentos, idéias e preferências
  • ·    Na divulgação de valores (preconceitos)
  • ·    Ao formular e responder perguntas (consistência argumentativa)
  • ·    Ao intervir em um assunto

 

Exposição oral com ajuda de um texto escrito

 

Descrição de cenários, objetos, personagens e fatos

 

Narração de histórias e fatos

 

  • ·    Já conhecidos, mantendo-se próximos ao texto original
  • ·    Respeitando a temporalidade
  • ·    Registrando relações de causa e efeito
  • ·    De forma clara e ordenada

 

Produção de diferentes textos

 

  • ·    Percebendo os elementos internacionais
  • ·    Fazendo uso de elementos não-verbais

 

Manutenção de ponto de vista coerente em quaisquer situações

 

 

 

Linguagem Escrita

 

Quanto a capacidade de expressar-se:

 

  • ·          Em diferentes situações (formais e informais)
  • ·          Em diferentes linguagens (verbais e não-verbais)
  • ·          Empregando variedades lingüísticas
  • ·          Em diferentes gêneros de texto
  • ·          Em diferentes atividades a respeito de um texto
  • ·          Notas
  • ·          Resumos
  • ·          Roteiros
  • ·          Esquemas
  • ·          Paráfrase
  • ·          Paródia
  • ·          Reescrita
  • ·          Com adequação vocabular
  • ·          Sinonímia
  • ·          Antonímia
  • ·          Homonímia
  • ·          Paranímia
  • ·          Primitivas e derivadas
  • ·          Linguagem conotativa

 

Quanto ao conteúdo do texto:

 

  • ·          Com coerência
  • ·          Temporalidade
  • ·          Permanência no tema
  • ·          Relações de causa e efeito
  • ·          Conectores
  • ·          De forma clara e ordenada
  • ·          Selecionando elementos argumentativos

 

Quanto à estrutura e expressão no texto:

 

  • ·          Fazendo correspondência entre o segmento falado e o segmento escrito
  • ·          Separando as palavras
  • ·          Dividindo o texto em frases
  • ·          Dividindo o texto em parágrafos
  • ·          Construindo orações coordenadas e subordinadas
  • ·          Respeitando concordâncias
  • ·          Usando recursos coesivos
  • ·          Empregando a pontuação de acordo com a intenção de sentido
  • ·          Construindo frases com sujeito, verbo e complemento

 

Quanto à organização gráfica do texto:

 

  • ·          Empregando maiúsculas e minúsculas convenientemente
  • ·          Observando as regularidades e irregularidades ortográficas
  • ·          Usando recursos gráficos visuais (margem, titulo, espaços, imagens etc.)
  • ·          Legibilidade

 

Quanto a aspectos gramaticais no texto:

 

  • ·          Tipos de períodos
  • ·          Estrutura de orações com verbos: ser, ter, haver, estar, por, ficar e dar.
  • ·          Tipos de sujeito
  • ·          Tipos de predicado
  • ·          Complementação verbal
  • ·          Adjunção

 

Compreensão de transitoriedade dos textos

 

 

 

Leitura

 

Capacidade de:

 

  • ·          Identificação de diferentes gêneros de texto
  • ·          Percepção da presença do outro e de sua intenção de sentido
  • ·          Identificação de diferenças regionais
  • ·          Compreensão de diferentes linguagens
  • ·          Compreensão do sentido global de um texto
  • ·          Identificação de elementos determinados em um texto
  • ·          Percepção da presença de linguagem conotativa
  • ·          Adaptação vocabular
  • ·          Reflexão para autonomia
  • ·          Análise critica
  • ·          Identificação de valores
  • ·          Elaboração de inferências
  • ·          Contraposição de idéias

 

Como instrumento de:

 

  • ·    Apreciação da arte
  • ·    Acesso aos bens culturais
  • ·    Inserção no passado
  • ·    Compreensão do presente
  • ·    Projeção do futuro

 

Como fonte de:

 

  • ·    Informação
  • ·    Prazer
  • ·    Conhecimento

 

Análise de texto em relação a:

 

  • ·                      Avaliação do nível argumentativo
  • ·                      Avaliação da unidade temática
  • ·                      Avaliação da unidade estrutural

 

Como exercício de:

 

  • ·    Leitura silenciosa
  • ·    Leitura oral
  • ·    Prolação
  • ·    Fluência
  • ·    Entonação
  • ·    Ritmo
  • ·    Expressividade

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Propor a leitura e a produção de textos orais e escritos e, através dos conteúdos trabalhados, verificar, gradativamente, o nível de apropriação de cada um dos temas abordados. A partir de critérios específicos, estabelecidos em sala de aula, relacionar conteúdo e forma a fim de proporcionar um diagnóstico de apropriação da língua, não apenas mensurada ou detectada, mas situações que impulsionem, dinamizem e favoreçam o crescimento, enfatizando sempre o ato de aprender. Três ações implicam, no caso, a articulação do diagnóstico, conforme bozza (1999).

 

  1. 1.     Verificar o nível de aquisição de determinado conhecimento (através da produção textual escrita);
  2. 2.     Detectar as causas de determinadas insuficiências ou inseguranças (o que ocasionou a não apropriação: falta de base referencial de conteúdo; a forma como foi abordado; a maneira como foi avaliado);
  3. 3.     Planejar ações pedagógicas que dêem conta da apropriação do conceito em questão para seu respectivo aprofundamento (reelaboração da abordagem do conteúdo e da forma de avaliar, através de diferentes atividades que envolvam mais reflexões).

 

No processo ensino-aprendizagem, a palavra avaliação – inserida na filosofia da Instituição Educacional Adventista – tem uma conotação especial, pois ao falarmos de formação de pessoas, entende-se que todos os seres são dotados de inteligência e capacidade específicas.

 

Ao traçarmos um plano de avaliação, é necessário termos consciência das diferenças existentes dentro de cada proposta de trabalho. Baseando-se nesse pressuposto, é necessário levar em conta itens como:

 

- Variedade de atividades que supram as necessidades de cada indivíduo;

 

- Respeito ao limite que cada indivíduo possui de acordo com sua realidade;

 

- Conteúdo coeso e coerente com os objetivos propostos pela disciplina, focando a construção do conhecimento;

 

- Avaliação que estimule a criatividade e o raciocínio lógico;

 

- Focalização de temas de que o educando possa fazer uso no seu dia-a-dia;

 

- Situações de avaliação que amenizem a ansiedade do educando;

 

- Avaliação como um momento de aprendizagem;

 

- Utilização da avaliação como um meio do processo de aprendizagem e não como um fim em si própria;

 

- Desenvolvimento da capacidade de auto avaliar-se.

 

Com isso, almeja-se contribuir para a formação de indivíduos críticos, preparados para exercer a cidadania em sua plenitude. Fica claro que a avaliação deve ser um processo contínuo, que desenvolva um caráter completo, ou seja, físico, mental, espiritual e social.

 

Conforme os princípios metodológicos, citados acima, acredita-se ter proporcionado um ambiente estimulador à aprendizagem, culminando assim em um conhecimento amplo e sólido para vivenciar as situações do dia-a-dia.

 

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, artes áudio-visuais).

 

Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações sócio-culturais e históricas.

 

Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embasados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros.

 

 

 

Contextualização sócio-cultural

 

Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de Arte - em suas múltiplas funções - utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que de deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Representação e comunicação

 

Investigação e compreensão

 

Contextualização sócio-cultural

 

 

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Durante muito tempo alimentou-se uma concepção de educação artística como fazer aleatório, sem planejamento, ou pela reprodução de modelos voltados para um domínio técnico mais centrado na figura do professor. Algumas atividades de dramatização e música eram ensaiadas com o único objetivo de apresentação em datas e programas especiais.

 

Atualmente a concepção de desenvolvimento e de aprendizagem possibilita a valorização da informação sobre a produção histórica e o desenvolvimento da imaginação, da liberdade de criação individual e coletiva do educando, que realiza as atividades percebendo o sentido que faz para si e a sua necessidade de sentir prazer pelas descobertas.

 

Com o passar do tempo, o próprio educando percebe a necessidade de aproximar-se de modos mais elaborados de fazer e pensar sobre arte.

 

Para que a crítica-reflexiva possibilite o desenvolvimento do educando, a metodologia integrará o fazer artístico, a apreciação da obra de arte e sua contextualização histórica nas artes plástica, musical, dramática e corporal.

 

Ao aprender e vivenciar a arte na escola, o aluno poderá integrar os múltiplos sentidos presentes na dimensão do concreto e do virtual, do sonho e da realidade. Tal integração é fundamental na construção da identidade e da consciência, que poderá assim compreender melhor sua inserção na sociedade, com ética, estética e respeito dentro de cada universo, relacionando com o contexto sócio-político cultural de cada um.

 

Os conteúdos de arte poderão ser desenvolvidos também através de trabalhos por projetos onde cada equipe (ou a turma toda) pode eleger referenciais a serem desenvolvidos em caráter multidisciplinar oferecendo uma aprendizagem significativa.

 

Além das formas tradicionais: pintura, escultura, desenho, gravura, artefato, desenho industrial e arquitetura, há modalidades resultantes dos avanços tecnológicos como artes gráficas, vídeo, computação, fotografia, televisão e performance. Cada visualidade é vista e utilizada de modo singular nas mais diversas possibilidades descobertas pelo ser humano.

 

Estar atento aos novos materiais, técnicas e artistas que aparecem continuamente e que fazem parte da vida das pessoas, possibilita o aumento da eficiência do trabalho do educador no cotidiano interando-o com as novas informações.

 

No fazer artístico o educador pode incentivar a elaboração inventiva com materiais (de modo especial o reciclável), técnicas e tecnologias disponíveis; a percepção e elaboração de idéias, de representações imaginativas com significados das e sobre as realidades da natureza e das culturas; expressões-sínteses de emoções e sentimentos colhidos da experiência com o mundo sociocultural; e, a produção a partir do seu próprio ponto de vista das técnicas utilizadas por artistas diversos.

 

A apreciação das obras de arte possibilita o desenvolvimento da imaginação e a reflexão sobre o modo como o homem utilizou as formas e os sons da natureza para o seu benefício.

 

As visitas aos museus, galerias de arte, apresentações musicais, assim como, as excursões para observação de como são construídos os prédios, como são organizados os jardins, as vitrines, permitem a ampliação da visão artística e dão novas idéias para criações individuais e coletivas e para a percepção das produções mundiais que fundamentam a nossa cultura.

 

Já a história da arte mostra como a "técnica" evoluiu com o passar do tempo. Permite a compreensão do artista e do povo da época, e é nesse momento que se percebe a importância da arte para conhecimento da história mundial, da literatura, etc.

 

Na sala de aula, a atitude do educador é muito importante para criar clima de atenção, concentração, prazer e inter-relacionamento entre a escola e a comunidade.

 

Cabe ao educador a observação das manifestações espontâneas do educando, para identificar gostos, preferências, conhecimento em arte, níveis expressivos, possibilidades individuais e coletivas. Tais observações tomar-se-ão importante referencial para que o professor se tome um criador de situações de aprendizagem.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

  1. 1.         Comunicação Visual / Confecção de Cartazes.
  2. 2.         Linha, ponto, cor, textura e formas.
  3. 3.         Produção musical (Paródia).
  4. 4.         Expressão corporal.
  5. 5.         Folclore Regional - Música e Costumes.
  6. 6.         Ilustração de texto - (Desenho e Colagem).
  7. 7.         Origami.
  8. 8.         Artistas Locais - Plásticas e Música.
  9. 9.         Releitura de obra de arte.

 

 

 

7º ANO

 

 

 

  1. 1.         Comunicação Visual / Confecção de Cartazes.
  2. 2.         Cor (terciária, neutra, quente, fria) - escala cromática.
  3. 3.         Folclore Brasileiro - diversidade de estilos.
  4. 4.         Perspectiva.
  5. 5.         Simetria e assimetria.
  6. 6.         Descobrindo sonoridade em materiais diversos (Ex.: marimba de garrafas - chinelofone).
  7. 7.         Ilustração de texto - Pintura e ou Origami.
  8. 8.         Artistas Locais - Cênicas e Escultura.
  9. 9.         Releitura de obra de arte.

 

 

 

8º ANO

 

 

 

  1. 1.         Comunicação Visual / Confecção de Cartazes.
  2. 2.         Articulação das partes com o todo.
  3. 3.         Folclore nas Américas - Norte - Central - Sul.
  4. 4.         Linguagem semiótica (foto, vídeo, cartaz, música, etc).
  5. 5.         Ilustração de texto - Colagem ou Origami.
  6. 6.         Artistas Locais - Plástica e Música.
  7. 7.         Releitura de obra de arte.
  8. 8.         Modelagem e escultura.

 

 

 

9º ANO

 

 

 

  1. 1.         Comunicação Visual / Confecção de Cartazes.
  2. 2.         Figura humana.
  3. 3.         Folclore Europeu e Oriental - Musical e Plasticidade.
  4. 4.         Análise formal.
  5. 5.         Artistas Locais - Musical e Plasticidade.
  6. 6.         Gêneros musicais.
  7. 7.         Dramatização.
  8. 8.         Ilustração de texto.

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Cada aluno é um cidadão criado a semelhança de Deus dotado com capacidades individuais, sendo por isso responsável por desenvolver as suas potencialidades. Nesse sentido, cabe ao professor ser sensível durante o processo de análise do fazer produtivo do educando.

 

A avaliação é um processo amplo que exige apreciação pessoal, gosto estético e análise de esforços empreendidos, por comparação baseada em referências estabelecidas entre objetivo, participação, interesse e realização.

 

O aluno deve interagir no processo de avaliação do contexto produtivo do grupo e de si mesmo, desenvolvendo assim a reflexão na construção do conhecimento.

 

O desenvolvimento do educando depende muito do modo como o educador direciona seu trabalho na sala de aula. Ao observar como os alunos chegaram na escola e como eles estão crescendo pedagogicamente em diferentes aspectos, como as metodologias usadas estão sendo aproveitadas e como as técnicas têm sido significativas ou não, o educador poderá perceber se houve progresso. É preciso refletir aqui que o excelente trabalho educativo ou a inadequação de um processo avaliativo pode trazer prejuízo ao desenvolvimento da criatividade do educando.

 

As anotações costumam ser instrumentos importantíssimos de avaliação, considerando a facilidade de buscar informações rápidas para perceber como o educando está em diferentes momentos. Há alguns que demonstram segurança em pouco tempo, outros, precisam do incentivo continuo do educador para superar seus próprios limites. Dessa forma, as estratégias não servirão apenas para avaliar o produto final, mas, o processo pelo qual o educando passou.

 

Ao observar, o educador irá perceber se o educando se ateve apenas às orientações dadas ou se procurou completar com algo novo, fazendo combinações daquilo que já sabia com as novidades que apareceram durante a aula: se durante o trabalho, novos materiais foram inseridos; e se houve aproveitamento de erros, por exemplo, se durante um desenho acabou fazendo um rabisco ou uma mancha, como aproveitou o erro transformando-o em algo criativo.

 

Além disso, o educador deverá estar sempre conversando com os educandos. Ao dizer como estão crescendo, seu ponto de vista, sugestões, aumenta a segurança do educando e possibilitam a busca do aperfeiçoamento.

 

Como o professor elaborou objetivos a serem alcançados, perceberá cada item trabalhado na apresentação do aluno. Caso ele não tenha conseguido todos os elementos, a explicação do modo como o fez poderá clarear e ambos poderão chegar a um consenso.

 

A auto-avaliação e a avaliação mútua permitem uma visão do todo, pois cada um tem um ponto de vista diferente que vale a pena considerar.

 

Durante esse processo, os educandos deverão ser aconselhados a valorizarem o trabalho do outro não apenas pela beleza, mas, pela criatividade e pelo trabalho dispensado. Após a avaliação, todos os trabalhos deverão ser expostos e não somente aqueles considerados "bonitos" ou "melhores".

 

EDUCAÇÃO FÍSICA

 

 

 

“O que quer que promova a saúde física, promoverá o desenvolvimento de um espírito robusto e um caráter bem equilibrado... Sem saúde ninguém pode compreender distintamente suas obrigações ou completamente cumpri?las para consigo mesmo, seus semelhantes, e seu Criador. Portanto, a saúde deve ser tão fielmente conservada como o caráter.” (WHITE, 1997, p. 195)

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade de discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal.

 

Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão.

 

Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir objetivos a que propôs.

 

Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate. Interessar?se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando?as como melhoria de suas aptidões físicas.

 

Desenvolver as noções conceituadas de reforço, intensidade e freqüência, aplicando?as em suas práticas corporais.

 

Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni?las e reinterpreta?las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades, procedimentos para a manutenção ou aquisição de saúde.

 

 

 

Contextualização sócio?cultural

 

Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagem e expressão.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

  1. 1.         Corpo e Movimento

 

Objetivos

 

Conhecer o próprio corpo percebendo a importância e alcance de suas responsabilidades na obtenção de níveis satisfatórios de saúde.

 

Compreender a relação da prática de atividades físicas e esportivas com a aquisição e o desenvolvimento de um estilo de vida saudável, valorizando?as como meio de prevenção, promoção e recuperação da saúde física, mental, social e espiritual.

 

Compreender os principais processos da nutrição no organismo humano.

 

Identificar as estruturas orgânicas envolvidas no desenvolvimento das qualidades do movimento e suas alterações durante e após a atividade física.

 

Agir com equilíbrio em situações de emergência.

 

Conhecer e respeitar as mudanças hormonais e físicas decorrentes da maturação sexual.

 

 

 

  1. 2.         Ritmo e Expressividade

 

Objetivos

 

Compreender e respeitar o ritmo biológico individual.

 

Reconhecer e valorizar as atividades rítmicas e expressivas como forma de transmitir idéias, sentimentos e visão de mundo.

 

Conhecer e respeitar as expressões culturais da comunidade tomando como parâmetro os princípios filosóficos, para realizar escolhas corretas.

 

 

 

  1. 3.         Esportes e Atividades Solidárias

 

Objetivos

 

Participar de diferentes atividades físicas, esportivas, Iúdicas e recreativas, adotando os princípios ético?cristãos.

 

Demonstrar autonomia e criatividade na prática de atividades esportivas.

 

Compreender as diferenças individuais, adotando uma postura não discriminatória.

 

Diferenciar o esporte escolar do esporte de alto rendimento.

 

Participar de atividades esportivas e valoriza?Ias, considerando os aspectos táticos, técnicos e estéticos, em bases históricas, políticas, culturais e sociais.

 

Agir com liderança, iniciativa, cooperação, amizade, empatia, autonomia, auto?estima.

 

Compreender a importância da justiça em todas as atividades físicas tendo em vista o crescimento espiritual e emocional.

 

Interessar?se pelo surgimento de novas práticas esportivas, reconhecendo?as como meios de comunicação e crescimento pessoal.

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Independentemente do nível, idade ou série em questão, alguns aspectos deverão ser observados pelos educadores de Educação Física, de modo a garantirem a coerência de sua prática com a filosofia desta instituição e a promoção de uma educação (física) efetivamente integral.

 

 

 

Limites e Individualidades

 

A "Educação Física propicia uma experiência de aprendizagem peculiar ao mobilizar os aspectos afetivos, sociais, éticos e de sexualidade de forma intensa e explícita, o que faz com que o professor de Educação Física tenha um conhecimento abrangente de seus educandos." (MEC 1997, PCN vol. 7 ? Ed. Física, p.24). Destarte, é imperativo que os educandos sejam auxiliados no conhecimento e desenvolvimento de sua personalidade, sobretudo dos aspectos que não se manifestam na sala de aula.

 

O educador não deve expor os educandos às fraquezas e dificuldades próprias, provocando muitas vezes, desmotivação às atividades físicas, afastando?os de uma vida ativa e saudável. De modo especial, deve considerar na avaliação mais o progresso do que o resultado momentâneo, ou seja, avaliar o educando em relação a ele próprio. Certamente cada um de nós possui características e virtudes positivas, semelhantes as do nosso Criador, que merecem ser valorizadas e enaltecidas. O fato de que muitas pessoas não possuem determinadas habilidades motrizes, ou não conseguem momentaneamente realizar algumas tarefas, não pode se constituir em motivo para a estereotipação ou discriminação. O trabalho de Educação Física pode e deve atuar no sentido de promover a auto?estima positiva impulsionando e motivando a aprendizagem e nunca à fuga aos desafios.

 

 

 

Higiene

 

Tem?se observado, ultimamente, que uma das conseqüências mais nefastas da dissolução da família em nossa sociedade é a falta de orientação adequada quanto aos hábitos pessoais de higiene. Crianças que negligenciam o banho diário, a escovação dentária, o corte das unhas e o simples lavar das mãos antes das refeições, têm sido uma triste realidade. Devemos fazer deste fenômeno, nosso objeto de trabalho e atenção, avaliando e estabelecendo objetivos precisos e diretos para isto; orientando e desenvolvendo nos educando a consciência de que a boa saúde depende de hábitos saudáveis.

 

 

 

Ritmo e Expressividade: Atributos Humanos Doados por Deus.

 

O trabalho com ritmo deve ser precedido por uma profunda pesquisa de fundamentação do conteúdo, abrangendo seus aspectos físicos, morais, psíquicos e, principalmente, espirituais. O trabalho com coreografias, músicas e grupos de expressão e ritmo nas aulas de Educação Física, se justifica pela necessidade de movimento, com que nosso Criador nos dotou e pela atitude de gratidão e louvor de Suas criaturas para com o Rei do Universo, constituindo?se assim, num verdadeiro e eficiente testemunho que comunica vida, graça e salvação.

 

 

 

Atletismo, Ginástica, Futsal, Vôlei, Basquete e Handebol.

 

De modo geral, estas atividades não podem, em hipótese alguma, representar um meio de especialização precoce nas aulas de Educação Física. As atividades solidárias, por serem mecanismos de movimentos específicos (habilidades motoras), devem ser as mais variadas possíveis, a fim de propiciar uma larga experiência de movimentos aos alunos, fornecendo?lhes rica vivência motora que será utilizada para o restante de sua vida. Para isto, os jogos pré?desportivos se mostram excepcionais para esta consecução, uma vez que se adaptam às necessidades e limitações das crianças.

 

 

 

Gincanas

 

As atividades conhecidas corno gincana são excelentes vias para o desenvolvimento de projetos sociais que afastam a idéia de competição vazia e sem utilidade prática que muitas vezes é atribuída a elas. As atividades em forma de gincana devem promover a cooperação, solidariedade, testemunho, serviço útil e abnegado e integração.

 

 

 

Competições (Olimpíadas, torneios, etc.)

 

Combater a violência, promover a integração, favorecer a amizade, oportunizar intercâmbio, valorizar o esforço dos outros competidores e reconhecer a importância da participação como meio de fazer o seu melhor, são metas básicas a serem atingidas pelas competições.

 

1)         Conscientização ? aqui os professores tratarão de orientar os educandos a respeito dos objetivos do evento e da importância de participar do mesmo sob a influência da regra áurea do viver cristão (Mateus. 22:36?40).

 

2)         Ação ? nela ocorre o evento propriamente dito: a olimpíada, o campeonato, o torneio, etc., com o maior envolvimento possível de pessoas (professores, diretores, administradores e servidores).

 

3)         Fechamento ? esta fase é imprescindível, como forma de avaliação de todos sobre o evento. Educandos e professores devem refletir a respeito do que aconteceu em sua vida durante os dias de competição e que benefícios puderam ser colhidos desta experiência. Fica, portanto, uma clara evidência do papel educativo destas atividades, se devidamente executadas. Finalmente. nos dias em que tais eventos estejam acontecendo, toda a escola deve estar de alguma forma envolvida, pois se trata de um interesse pluralista e multifacetal. Mas acima de tudo, eterno!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Postura e movimentos.

 

Avaliação cincantropométrica e postural.

 

Sistemas orgânicos, cardiovascular e respiratório.

 

Nutrição e produção de energia.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Contração e grupos musculares exigidos no movimento.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Alterações fisiológicas durante e após atividade física, indicadores da intensidade de esforço.

 

Resistência aeróbica e anaeróbia.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: velocidade, força e resistência.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Expressão corporal.

 

Coreografias.

 

Ginástica rítmica desportiva.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Ginástica local.

 

Ginásticas: solo.

 

Atletismo.

 

Jogos pré-desportivos.

 

Esportes individuais.

 

Esportes coletivos.

 

Gincanas solidárias.

 

Olimpíadas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

 

 

7º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Postura e movimentos.

 

Avaliação cincantropométrica e postural.

 

Sistemas orgânicos, cardiovascular e respiratório.

 

Nutrição e produção de energia.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Contração e grupos musculares exigidos no movimento.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Resistência aeróbica e anaeróbia.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: velocidade, força e resistência.

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Expressão corporal.

 

Coreografias.

 

Ginástica rítmica desportiva.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Ginástica local.

 

Ginásticas: solo.

 

Atletismo.

 

Jogos pré-desportivos.

 

Esportes individuais.

 

Esportes coletivos.

 

Gincanas solidárias.

 

Olimpíadas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

 

 

8º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Postura e movimentos.

 

Avaliação cincantropométrica e postural.

 

Sistemas orgânicos, cardiovascular e respiratório.

 

Nutrição e produção de energia.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Contração e grupos musculares exigidos no movimento.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Resistência aeróbica e anaeróbia.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: velocidade, força e resistência.

 

Educação Sexual.                                       

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Expressão corporal.

 

Coreografias.

 

Ginástica rítmica desportiva.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Ginástica local.

 

Ginásticas: solo.

 

Atletismo.

 

Esportes individuais.

 

Esportes coletivos.

 

Gincanas solidárias.

 

Olimpíadas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

 

 

9º ANO

 

 

 

Corpo e Movimento

 

Postura e movimentos.

 

Avaliação cincantropométrica e postural.

 

Sistemas orgânicos, cardiovascular e respiratório.

 

Nutrição e produção de energia.

 

Higiene.

 

Estruturas musculares e ósseas básicas, relaxamento e tensão.

 

Contração e grupos musculares exigidos no movimento.

 

Exercícios de alongamento e flexibilidade.

 

Resistência aeróbica e anaeróbia.

 

Qualidades do movimento: coordenação, agilidade e flexibilidade.

 

Qualidades do movimento: velocidade, força e resistência.

 

Educação Sexual.                                       

 

Ritmo e Expressividade

 

Ritmos internos e externos.

 

Expressão corporal.

 

Coreografias.

 

Ginástica rítmica desportiva.

 

Folclore.

 

Temas transversais.

 

Esporte e Atividades Solidárias

 

Ginástica local.

 

Ginásticas: solo.

 

Atletismo.

 

Esportes individuais.

 

Esportes coletivos.

 

Gincanas solidárias.

 

Olimpíadas solidárias.

 

Temas transversais.

 

Jogos recreativos.

 

Vivências esportivas.

 

Práticas Alternativas

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Sendo a Educação Física uma disciplina que tem por objetivo o desenvolvimento harmonioso das potencialidades bio?psico?sociais, visando uma vida mais feliz, pura e equilibrada, é necessário levar?se em conta na proposta de avaliação a participação coletiva e individual dos alunos.

 

É fundamental que as situações de ensino e aprendizado incluam instrumentos de registro, reflexão e discussão sobre as experiências corporais, individuais ou grupais, que a práticas da cultura corporal oferecem ao educando.

 

É necessário que o educando conheça a natureza e as características de cada situação de ação corporal, como são socialmente construídas e valorizadas, para que possam organizar e utilizar sua motricidade na expressão de sentimentos e emoções de forma adequada e significativa.

 

Dentro de uma mesma linguagem corporal, num jogo desportivo, por exemplo, é necessário saber discernir o caráter mais competitivo ou recreativo da situação, conhecer seu histórico, compreender minimamente regras e estratégias e saber adaptá?las. Por isso, é fundamental a participação em atividades de caráter recreativo, cooperativo, competitivo, para aprender a diferencia?Ias.

 

Pretende?se avaliar se o educando aceita as limitações impostas pelas situações de jogo, tanto no que se refere às regras quanto no que diz respeito a sua possibilidade de desempenho e interação com os outros. Espera?se que o educando tolere pequenas frustrações, seja capaz de colaborar com os colegas, mesmo que estes sejam menos habilidosos, participando das atividades com entusiasmo.

 

Pretende?se ainda, avaliar se o educando reconhece que os benefícios para a saúde decorrem da realização de atividades corporais regulares, possuindo critérios para avaliar seu próprio avanço decorrente da perseverança. 

 

MATEMÁTICA

 

 

 

OBJETIVOS GERAIS

 

 

 

Planejar ações e projetar soluções para problemas novos, que exigem iniciativa e criatividade.

 

Compreender e transmitir idéias matemáticas, por escrito ou oralmente, desenvolvendo a capacidade de argumentação.

 

Usar independentemente o raciocínio matemático para a compreensão do mundo que nos cerca.

 

Interpretar matematicamente situações do dia-a-dia ou do mundo tecnológico e científico.

 

Avaliar se os resultados obtidos na solução de situações-problema são ou não razoáveis.

 

Fazer estimativas mentais de resultados ou cálculos aproximados.

 

Desenvolver o pensamento aritmético, incluindo a aplicação de técnicas básicas, esquemas de combinação e contagem, regularidade das operações, etc.

 

Desenvolver o pensamento algébrico, incluindo o uso de gráficos, tabelas, fórmulas e equações.

 

Utilizar a noção de probabilidade para fazer previsões de eventos ou acontecimentos.

 

Estabelecer relações entre os conhecimentos algébricos, aritméticos e geométricos para resolver problemas, passando de um desses quadros para outro, a fim de enriquecer do problema, encarando-o sob vários pontos de vista.

 

A matemática tem como objetivo o desenvolvimento das estruturas de pensamento e do raciocínio lógico utilizando a linguagem oral e escrita como meio de entender os aspectos práticos da vida, concorrendo para a formação de uma consciência sólida, no que tange à observância das leis naturais e físicas desenvolvendo a consciência de que a ordem e precisão são qualidades do Criador.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e comunicação

 

Ler e interpretar textos matemáticos.

 

Ler, interpretar e utilizar representações matemáticas (tabelas, gráficos, expressões).

 

Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para linguagem simbólica utilizando representações matemáticas (equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas, etc.) e vice-versa.

 

Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem matemática, usando a terminologia correta.

 

Produzir textos matemáticos adequados.

 

Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de mediação e de desenho.

 

 

 

Investigação e compreensão

 

Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões, etc).

 

Procurar, selecionar e interpretar informações relativas ao problema.

 

Formular hipóteses e prever resultados.

 

Interpretar e criticar resultados numa situação concreta.

 

Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos.

 

Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos conhecidos, relações e propriedades.

 

Discutir idéias e produzir argumentos convincentes.

 

 

 

Contextualização sócio-cultural

 

Desenvolver a capacidade de utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real.

 

Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em especial e em outras áreas do conhecimento.

 

Relacionar etapas da história da matemática com a evolução da humanidade.

 

Utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas limitações e potencialidades.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Números e Operações

 

Espaço e Forma

 

Grandezas e Medidas

 

Tratamento da Informação

 

Matemática e Tecnologia

 

Teoria dos Gráficos

 

Geometria das Relações

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Um dos pontos de partida para esse processo é tratar como conteúdo matemático, científico e tecnológico os elementos do domínio vivencial dos educandos. Isso não deve delimitar o alcance do conhecimento tratado, mas sim dar significado ao aprendizado, desde o seu início, garantindo um diálogo efetivo. A partir disso é necessário e possível transcender a prática imediata e desenvolver conhecimentos de alcance mais universal. Muitas vezes, a vivência, tomada como ponto de partida, já se abre para questões matemáticas gerais quando, por exemplo, através dos meios de comunicação os alunos são sensibilizados para a problemática ambiental, global e questões econômicas continentais.

 

A prática pedagógica deve integrar todas as áreas do conhecimento. O conhecimento e a criatividade devem ser valorizados nos alunos, para transformá-los em cidadãos capazes de aprender continuamente exigindo uma formação geral e não apenas um treinamento específico.

 

O desenvolvimento do saber científico e tecnológico deve ser um grande objetivo da matemática, tornando o aluno um cidadão autônomo com capacidade de raciocinar, interpretar e interagir no mundo.

 

A pesquisa, a experimentação e a análise devem ser uma constante nas propostas de trabalho. O professor como estimulador auxiliará seus alunos na construção de conceitos e desenvolvimento de habilidades que serão aplicados no seu dia-a-dia.

 

No trabalho com operações, uma das maiores dificuldades do educando está em relacionar situações-problemas com a operação que permite obter a resposta. Por isso, as atividades devem possibilitar a ampliação do sentido numérico e a compreensão do significado das operações, ou seja, atividades que permitam estabelecer relações entre os diferentes tipos de números e entre as diferentes operações.

 

Os conhecimentos sobre números e álgebra não devem estar isolados de outros conceitos, nem separados dos problemas e da perspectiva sócio-histórica que está na origem destes temas. Estes conteúdos estão diretamente relacionados ao desenvolvimento de habilidades que dizem respeito à resolução de problemas, à apropriação da linguagem simbólica, à validação de argumentos, à descrição de modelos e à capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção do real.

 

O trabalho com números e operações pode também permitir que os alunos se apropriem da capacidade de estimativa, para que possam ter controle sobre a ordem de grandeza de resultados de cálculo ou medições e tratar com valores numéricos aproximados de acordo com a situação e o instrumental disponível.

 

Os conceitos geométricos constituem parte importante no currículo de matemática, porque através deles o aluno desenvolve um tipo especial de pensamento que lhe permite compreender, descrever e representar, de forma organizada o mundo em que vive.

 

A geometria possibilita trabalhar com situações-problema, contribui para a aprendizagem de números e medidas, favorece o desenvolvimento das habilidades de visualização, desenho, argumentação lógica e de aplicação na busca da solução de problemas. Estimula o educando a perceber semelhanças e diferenças, identificando irregularidades e vice-versa.

 

A prática deste trabalho possibilitará a exploração dos objetos do mundo físico, bem como obras de arte, permitindo ao educando estabelecer conexões entre a Matemática e as outras áreas do conhecimento. Perceber as relações entre as representações planas nos desenhos, mapas e na tela do computador com os objetos que lhe deram origem, conceber novas formas planas ou espaciais e suas propriedades a partir dessas representações são essenciais para a leitura do mundo através dos olhos das outras ciências.

 

As grandezas e medidas caracterizam-se por sua forte relevância social, com evidente caráter prático e utilitário. Na vida em sociedade elas estão presentes em quase todas as atividades realizadas. Desse modo, desempenham papel importante no currículo, pois mostram claramente ao aluno a utilidade do conhecimento matemático no cotidiano.

 

A comparação de grandezas de mesma natureza que dá origem à idéia de medida e o desenvolvimento de procedimentos para o uso adequado de instrumentos, tais como balança, fita métrica, metro, prumo, relógio, etc. conferem a este conteúdo um acentuado caráter prático.

 

O trabalho com medidas dá oportunidade para abordar aspectos históricos da construção do conhecimento, uma vez que, desde a antiguidade, praticamente em todas as civilizações, a atividade matemática se dedicou a comparação de grandezas.

 

O Sistema Internacional de Medidas fundamenta-se a partir de massa, comprimento, tempo, temperatura, intensidade elétrica, etc. É no contexto das experiências intuitivas e informais com a medição que o aluno constrói representações mentais que lhe permitem visualizar medidas e grandezas equivalentes.

 

Essas representações mentais favorecem as estimativas e o cálculo, evitam erros e permitem ao aluno o estabelecimento de relações entre as unidades usuais, ainda que não tenha a compreensão plena dos sistemas de medidas.

 

Resolvendo situações-problema, o aluno poderá notar a grandeza como uma propriedade de uma certa coleção de objetos, observará o aspecto da conservação de uma grandeza e reconhecerá também que a grandeza pode ser usada como um critério para ordenar uma determinada coleção de objetos.

 

O estabelecimento de relação entre a medida de uma certa grandeza e um número é um aspecto de fundamental importância, pois é também por meio dele que o aluno ampliará seu domínio numérico e compreenderá a necessidade de criação de números fracionários, racionais e relativos.

 

As habilidades de descrever e analisar um grande número de dados, realizar inferências e fazer predições com base numa amostra de população, aplicar as idéias de probabilidade e combinatória a fenômenos naturais e do  cotidiano são aplicações da matemática em questões do mundo real que tiveram um crescimento muito grande e se tornaram bastante complexas.

 

A construção de tabelas e gráficos sobre determinado fato ou fenômeno durante um período e o acompanhamento deste fato pelos meios de comunicação permite a possibilidade de se fazer algumas previsões. Pela observação da freqüência de ocorrência deste fato, e um número razoável de experiências, pode-se desenvolver algumas noções de probabilidade.

 

No tratamento desses temas, a mídia, as calculadoras e os computadores adquirem importância natural como recursos que permitem a abordagem de problemas com dados reais e requerem habilidades de seleção e análise de informações.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Sistemas de numeração

 

Operações em IN

 

Números decimais

 

Números fracionários

 

Expressões numéricas e literais

 

Espaço e Forma

 

Simetria

 

Obras de arte

 

Polígonos, poliedros e círculos

 

Triângulos

 

Grandezas e Medidas

 

Sistemas métricos, capacidade e massa

 

Áreas

 

Tratamento da Informação

 

Noções básicas de estatística

 

Matemática e Tecnologia

 

 

 

7º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Multiplicações e divisões

 

Critérios de divisibilidade

 

Números primos

 

Decomposição de fatores primos

 

Frações e m.m.c.

 

Operações com frações e decimais

 

Números racionais e irracionais em contagem e medidas

 

Números negativos e operações (conjunto Z)

 

Equações do 1º grau

 

Funções de 1º grau e representação cartesiana

 

Grandezas direta e indiretamente proporcionais

 

Porcentagem

 

Regra de três

 

Espaço e Forma

 

Figuras planas

 

Teorema de Euler

 

Sólidos geométricos

 

Escalas

 

Perspectiva

 

Simetrias associadas e isometrias

 

 

 

Grandezas e Medidas

 

Áreas e volumes

 

Tratamento da Informação

 

Noções básicas de estatística

 

Matemática e Tecnologia

 

 

 

8º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Expressões numéricas e literais

 

Equações, inequações e sistemas de equações

 

Binômios e trinômios

 

Proporção, razão e semelhanças

 

Porcentagem e juros simples

 

Grandezas e Medidas

 

Medidas de ângulos

 

Área e perímetro

 

Distância entre dois pontos

 

Cálculo de diagonais de um polígono

 

Espaço e Forma

 

Plano, reta e ponto

 

Polígonos regulares e poliedros

 

Interpretação geométrica de equações, inequações e sistemas de equações

 

Ângulo como mudança de direção de um segmento

 

Estudo da circunferência

 

Congruência

 

Lugar geométrico

 

Diagonais de um polígono

 

Diagonais, vértices e regiões

 

Teorema de Pitágoras

 

Teorema de Euler

 

Simetria e design

 

Tratamento da Informação

 

Verificação experimental das congruências

 

Probabilidade e amostragem

 

Matemática e Tecnologia

 

 

 

9º ANO

 

 

 

Números e Operações

 

Equações

 

Equações de 2º grau

 

Equações fracionárias e sistemas de equações de 2º grau

 

Problemas de 2º grau

 

Funções

 

Operações com racionais e irracionais

 

Números reais

 

Racionalização de denominadores

 

Número

 

Radiação e potência

 

Espaço e Forma

 

Poliedros de Platão

 

Polígonos escritos na circunferência

 

Interpretação geométrica de equações e sistemas de equações

 

Vetores e representação cartesiana

 

Noções de trigonometria

 

Grandezas e Medidas

 

Semelhanças de figuras

 

Distância entre pontos

 

Perímetro e área de polígonos

 

Apótema e lado de polígonos inscritos

 

Teorema de Tales

 

Área e perímetro do círculo

 

Relação métrica no triângulo retângulo

 

Teorema de Pitágoras

 

Triângulo qualquer

 

Relações métricas nos poliedros regulares

 

Tratamento da Informação

 

Amostragem e eventos

 

Probabilidades

 

Estatística

 

Notação científica

 

Porcentagem

 

Teoria dos Gráficos

 

Geometria das Relações

 

Matemática e Tecnologia

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

A avaliação do aprendizado em matemática deve ser feita a todo o momento. Isso porque a construção do conhecimento constitui um processo mais amplo do que a verificação por um único instrumento.

 

A aprendizagem da matemática visa não somente o produto e sim o processo com o seu desenvolvimento dentro de uma lógica, ligada diretamente ao conteúdo específico, favorecendo uma avaliação mais ampla, crítica, objetiva, não sendo fundamentada apenas em provas.

 

A avaliação será um permanente exercício permitindo ao educador a reorganização da atividade pedagógica. Os resultados expressos por diferentes instrumentos de avaliação constituem indícios de competências e como tais devem ser considerados.

 

Sendo assim, o aluno será avaliado de uma maneira contínua e interdisciplinar, com abrangência na oralidade, produção de textos, raciocínio lógico, aplicando a prática escolar em situações do cotidiano.

 

CIÊNCIAS

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Dominar procedimentos de pesquisa e de produção de texto, aprendendo a observar e colher informações de diferentes registros escritos, iconográficos, sonoros e materiais.

 

Investigação e Compreensão

 

Reconhecer a Deus como doador e mantenedor da vida e do Universo.

 

Identificar os seres vivos dentro das cadeias alimentares, posicionando-se crítica e responsavelmente perante a intervenção humana no equilíbrio ecológico.

 

Conhecer o funcionamento do próprio corpo e preservá-lo através de princípios de uma vida saudável.

 

Contextualização sócio-cultural

 

Compreender a função social e histórica das fontes de energia para o exercício da cidadania responsável.

 

Exercer a cidadania e ter atitudes responsáveis para com Deus, o semelhante e a natureza, tendo como base o conhecimento da matéria e dos diferentes produtos químicos.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Terra e Universo

 

Vida e Meio Ambiente

 

Ser Humano e Saúde

 

Tecnologia e Sociedade

 

Matéria e Energia: A vida em diversos ambientes

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

No ensino de ciências é fundamental que o educando compreenda de forma clara e sucinta a sua função no ecossistema, como cidadão consciente, incentivando-o a preservar e conservar o planeta terra.

 

A ciência deve trabalhar de forma a não centralizar o evolucionismo e nem o criacionismo, mas que o educando tenha a capacidade de discernir entre as duas teorias, tornando claros os conceitos básicos e fundamentais, utilizando os procedimentos que favoreçam a investigação da disciplina (fator, observação, hipótese, experiência, conclusão).

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • ·                      De que são feitas as coisas – Matéria e energia
  • ·                      Estudo da água: composição química
  • ·                      Fatores naturais: o estudo do ar atmosférico; o estudo do solo e o estudo dos vegetais

 

 

 

Vida e meio ambiente

 

  • ·                      Fatores presentes no ambiente: Biótico e abiótico
  • ·                      Aproveitamento econômico da água
  • ·                      Ciclo da água
  • ·                      Atmosfera terrestre: Ar e seres vivos
  • ·                      Solo e ecologia: recursos naturais renováveis e não renováveis
  • ·                      A perda de matéria orgânica com a erosão do solo
  • ·                      Botânica: os grupos e a classificação

 

 

 

Ser humano e Saúde

 

  • ·                      Níveis de organização da vida (átomo a organismos)
  • ·                      A importância da água para os seres vivos e o efeito da poluição sobre eles
  • ·                      Poluição do ar
  • ·                      Doenças transmissíveis
  • ·                      Poluição do solo, agrotóxicos e defensivos, aterros, etc.
  • ·                      Alimentação humana
  • ·                      Produtores de energia

 

 

 

Tecnologia e sociedade

 

  • ·                      Unidades de medida
  • ·                      Introdução ao estudo científico
  • ·                      Solução e solvente – Tratamento da água
  • ·                      Previsão do tempo
  • ·                      Princípio comum entre balão e geladeira
  • ·                      CFC e camada de ozônio
  • ·                      Uso racional do solo (habitacional); evolução das técnicas de manejo
  • ·                      Aproveitamento econômico

 

 

 

7º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • ·                      Criação e evolução
  • ·                      Ecologia
  • ·                      Estações do ano
  • ·                      Biodiversidade
  • ·                      Organizando a diversidade (linha histórica)
  • ·                      Ação dos fungos como decompositores

 

 

 

Vida e meio ambiente

 

  • ·                      De onde originaram os seres vivos
  • ·                      Hipóteses teoria e fato
  • ·                      Meio ambiente e biodiversidade
  • ·                      Cadeia alimentar
  • ·                      Relação entre os seres vivos
  • ·                      Adaptações
  • ·                      Taxonomia
  • ·                      Metazoa
  • ·                      Invertebrados
  • ·                      Vertebrados
  • ·                      Fungi
  • ·                      Protista
  • ·                      Monera
  • ·                      Vírus

 

 

 

Ser humano e Saúde

 

  • ·                      Importância de cada um como indivíduo
  • ·                      Nossa parte a desempenhar
  • ·                      A influência humana no ecossistema
  • ·                      Seleção natural (criação x evolução)
  • ·                      Cadeia alimentar
  • ·                      Influência do ser humano no ecossistema e desse no homem
  • ·                      Alimentação (uso indevido de certos animais)
  • ·                      Doenças: micoses, alergias
  • ·                      Decompositores
  • ·                      Noção de célula
  • ·                      Principais doenças
  • ·                      Doenças causadas
  • ·                      Benefícios
  • ·                      Uso indetermidado de antibióticos
  • ·                      Doenças virais

 

 

 

Tecnologia e sociedade

 

  • ·                      Introdução ao estudo científico
  • ·                      Os efeitos da industrialização no ecossistema
  • ·                      Metodologia de preservação do meio ambiente
  • ·                      Biotecnologia
  • ·                      Microscópio
  • ·                      Importância econômica
  • ·                      Aprendendo com os animais (ultra-som, eletricidade, etc...)
  • ·                      Remédios (antibióticos e penicilium)
  • ·                      Reciclagem
  • ·                      Microscópio
  • ·                      Guerra biológica
  • ·                      Indústrias de latícios
  • ·                      Bactericidas
  • ·                      Vacinas

 

 

 

8º ANO

 

 

 

Terra e meio ambiente

 

  • ·                      Criação x evolução
  • ·                      Formação do Universo
  • ·                      Pressão atmosférica
  • ·                      Terra: Planeta Água
  • ·                      Som e Luz (óptica)

 

 

 

Vida e meio ambiente

 

  • ·                      Origem do homem
  • ·                      Hipótese x teoria
  • ·                      Invasão Celular
  • ·                      Câncer
  • ·                      Endemias
  • ·                      Higiene = prevenção
  • ·                      Transplantes
  • ·                      Doações
  • ·                      Parada cardíaca
  • ·                      Estresse
  • ·                      Hemograma
  • ·                      AVC
  • ·                      Rejeição de órgãos
  • ·                      Doenças auto-imunes
  • ·                      Efeito da poluição
  • ·                      Embolia
  • ·                      Doenças do sistema digestório
  • ·                      Água (potável e não potável)
  • ·                      Diabetes
  • ·                      Obesidade
  • ·                      Efeito da pornografia
  • ·                      Planejamento familiar (exame DNA, teste de paternidade)
  • ·                      Próteses
  • ·                      Osteoporose
  • ·                      Esclerose múltipla
  • ·                      Exercícios físicos
  • ·                      Poluição: visual e sonora
  • ·                      Doenças (AVC e deficiência mental)
  • ·                      Drogas

 

 

 

Ser humano e Saúde

 

  • ·                      A importância de cada um como indivíduo
  • ·                      (Ecossistema)
  • ·                      Citologia
  • ·                      Histologia
  • ·                      Sistema Circulatório
  • ·                      Sistema Imunológico
  • ·                      Sistema Respiratório
  • ·                      Sistema Digestório
  • ·                      Sistema Excretor
  • ·                      Sistema Endócrino

 

 Endorfina x adrenalina

 

 Sistema Reprodutor

 

          Sexualidade

 

 Genética

 

          Grupos sanguíneos

 

  • ·                      Sistema Locomotor

 

Ossos

 

Músculos

 

Funções de relação

 

  • ·                      Visão
  • ·                      Audição
  • ·                      Tato
  • ·                      Gustação
  • ·                      Olfato
  • ·                      Fonação
  • ·                      Sistema Nervoso

 

 

 

Tecnologia e sociedade

 

  • ·                      Introdução do estudo científico
  • ·                      Investigação científica
  • ·                      Método científico
  • ·                      Microscópio
  • ·                      Técnicas dos centros de saúde
  • ·                      Equipamentos cirúrgicos
  • ·                      Doação de sangue
  • ·                      Tipos sanguíneos
  • ·                      Infecção hospitalar
  • ·                      Progresso x saúde
  • ·                      Alimentos transgênicos e industrializados
  • ·                      Hemodiálise
  • ·                      Anabolizantes
  • ·                      Anticoncepcionais
  • ·                      Clonagem
  • ·                      Doenças
  • ·                      Má formação
  • ·                      Transfusões
  • ·                      Deficiências
  • ·                      Correção visual, auditiva e da fala
  • ·                      Ressonância Magnética
  • ·                      Medicamentos controlados

 

 

 

9º ANO

 

 

 

Terra e Universo

 

  • ·                      Matéria
  • ·                      Estados físicos e mudanças de estados
  • ·                      Propriedades da matéria
  • ·                      Constituição da matéria (átomo, elemento químico)
  • ·                      Substâncias
  • ·                      Misturas
  • ·                      Tabela Periódica
  • ·                      Ligações Química
  • ·                      Funções Químicas
  • ·                      Eletricidade
  • ·                      Termologia (Escolas termométricas)
  • ·                      Movimento e forças (Velocidade, Força, Leis de Newton)

 

 

 

Vida e meio ambiente

 

  • ·                      Uso de recursos naturais
  • ·                      Fenômenos físicos e químicos nos ecossistemas
  • ·                      Ciclos biogeoquímicos
  • ·                      Substâncias tóxicas
  • ·                      Reações químicas
  • ·                      Geração de energia e seu impacto na natureza
  • ·                      Efeito estufa
  • ·                      Movimentos celestes (Noções de gravitação universal)

 

 

 

Ser humano e Saúde

 

  • ·                      Impacto da tecnologia na sociedade
  • ·                      Alimentação
  • ·                      Poluição
  • ·                      Drogas
  • ·                      Automediação
  • ·                      Domissanitários
  • ·                      Sistema nervoso
  • ·                      Manutenção da temperatura corporal
  • ·                      Desnaturação de proteínas (febre)
  • ·                      Quimioterapia
  • ·                      Sistema Locomotor

 

 

 

Tecnologia e sociedade

 

  • ·                      Instrumentos de medida
  • ·                      Linguagem da Química
  • ·                      Recursos renováveis e não renováveis
  • ·                      Reciclagem
  • ·                      Separação de misturas
  • ·                      Química no cotidiano
  • ·                      Geração de energia
  • ·                      Raios X alfa
  • ·                      Magnetismo
  • ·                      Energia nuclear
  • ·                      Fórmula 1
  • ·                      Máquinas

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Ao se construir o conhecimento é fundamental primar por uma avaliação sustentada pela prática, na qual a interação entre o educador e o educando seja uma constante, garantindo a assimilação do conhecimento de maneira efetiva.

 

Tendo em vista que a avaliação é um processo contínuo, a disciplina de ciências se propõe a trabalhar com metodologias e instrumentos de avaliações diversificadas.

 

Pretendemos que o educando demonstre o conhecimento adquirido, utilizando-se adequadamente das fontes de informações acerca dos textos trabalhados, das leituras e entendimentos coerentes, trabalhos de pesquisas, percebendo de forma crítica, intervindo no ambiente e na vida dos seres vivos.

 

 

 

HISTÓRIA

 

 

 

OBJETIVOS

 

 

 

Objetivos do 6º ano

 

Desenvolver as noções de tempo histórico (sucessão, simultaneidade e duração) a partir de comparações de situações históricas.

 

Reconhecer as principais origens étnicas da realidade sociocultural brasileira e sentir-se parte integrante dele.

 

Promover a consciência da não-discriminação aos grupos historicamente excluídos pelo processo de dominação/ exploração dos primeiros habitantes do espaço brasileiro e daqueles que vieram da África, bem como as sociedades provenientes dos mesmos, presentes em nossa realidade atual.

 

Compreender o conceito de trabalho e seu significado nos dias atuais, como também o processo de produção colonial baseado na mão-de-obra escrava e seus reflexos no contexto socioeconômico atual.

 

Reconhecer a importância do trabalho na vida do ser humano.

 

Objetivos do 7º ano

 

Compreender os conceitos ligados à política (cidadania, autonomia, democracia, participação, poder) na realidade brasileira, estabelecendo relações entre as instituições com que convive (família, escola, comunidades local e regional) e as realidades passadas percebendo semelhanças e/ou transformações.

 

Identificar as causas da violência no mundo atual, especificamente no caso brasileiro, a partir da análise do processo de industrialização e de urbanização, de exclusão social, da crise de valores, dos meios de comunicação de massa e suas ideologias.

 

Objetivos do 8º ano

 

Compreender como se constroem as teorias criacionistas e evolucionistas, a partir de fontes analisadas e métodos utilizados pelos pesquisadores.

 

Refletir sobre a complexidade da produção do conhecimento histórico, a objetividade e a subjetividade que o constituem, bem como a forma de se trabalhar com documentos históricos.

 

Refletir sobre as sociedades humanas e suas ligações com o sagrado e o sobrenatural em diversos tempos e espaços.

 

Identificar os diferentes aspectos das relações de trabalho e de produção econômica nas sociedades antigas e medievais em relação a alguns aspectos da economia contemporânea.

 

Objetivos do 9º ano

 

Compreender como se formou a cultura ocidental a partir da idade moderna e da contemporânea e das permanências dos movimentos culturais dessas épocas.

 

Analisar o processo de desenvolvimento da cidadania no Ocidente, a partir do iluminismo até os dias atuais.

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção.

 

Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a partir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico.

 

Investigação e Compreensão

 

Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas.

 

Estabelecer relações entre continuidade/ permanência e ruptura/ transformação nos processos históricos.

 

Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito e como produto dos mesmos.

 

Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo da crítica dos diversos “lugares de memória” socialmente instituídos.

 

Contextualização Sociocultural

 

Situar as diversas produções de cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos de sua constituição e significação.

 

Situar os momentos históricos nos diversos ritmos de produção e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade.

 

Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos.

 

Posicionar-se diante de fatos presentes a partir da interpretação de suas relações com o passado.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Identidade sociocultural

 

O trabalho

 

A política

 

A violência

 

Uma história controversa: evolucionismo e criacionismo

 

A religião

 

Aspectos da produção econômica

 

A formação da cultura ocidental

 

O mundo dos cidadãos

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

Os trabalhos temáticos, privilegiando assuntos que permeiam os interesses locais e globais relacionados, permitem entender o entorno socioeconômico e sociocultural de determinado grupo social próximo ou do próprio grupo. Estudar temas de interesse específico ao mundo próximo vivenciado, estabelecendo relações com os conteúdos históricos, ajudam a construção de competências necessárias à ação do indivíduo para o mundo do trabalho e para o convívio harmônico social, da cidadania, solidariedade, justiça social e autonomia.

 

Ao mesmo tempo em que há a preocupação com o desenvolvimento de trabalhos temáticos que privilegiem a construção do conhecimento histórico significativo, útil e necessário à vida, há também a necessidade de se pensar metodologicamente. Como atingir os pressupostos teóricos desta proposta curricular? Como eleger conteúdos realmente significativos? O educador deve oportunizar o aprendizado a partir da pesquisa, do questionamento, da problematização de temáticas.

 

A produção do conhecimento precisa ser realizada primeiramente pelo profissional que trabalha a história.

 

Assim, os planejamentos do processo de construção do conhecimento poderão alcançar resultados muito mais significativos tanto para o educador quanto para o educando. Sem o despertamento para essa metodologia, as transformações que se pretendem no cenário educacional ficam impossibilitadas.

 

A forma com que se aborda o problema é baseada especialmente na pesquisa. O educando, ao interagir com os documentos históricos, analisando, debatendo com os colegas, comparando com diversas situações históricas, terá mais subsídios para formular o conhecimento histórico, que só poderá surgir significativamente nesse contexto de trabalho.

 

Algumas estruturas dentro da escola também necessitam ser modificadas. Quando se pretende basear a construção do saber na pesquisa precisa-se de ampliar as estratégias de busca de fontes historiográficas.

 

Normalmente se tem o livro didático adotado, e esse passa a ser o único transmissor de informações. Nesse novo contexto metodológico, pretende-se utilizar diversos documentos e fontes históricas. O educando precisa dispor desse material em sala de aula ou em biblioteca para então poder estabelecer as discussões entre as versões dos textos lidos. Mais uma vez enfatiza-se a questão de que é no confronto de opiniões sobre a história e sobre situações históricas que se pode construir a própria opinião. É no exercício da análise de diversas visões de mundo que o educando aprende aos poucos a desenvolver a noção de que ele é um sujeito histórico, capaz de interagir e transformar os rumos da história de sua própria vida bem como da de outras pessoas. Ele passa a entender melhor seu entorno social e a utilizar os conhecimentos aprendidos em seu cotidiano, pois lhe fez sentido o que realizou na escola.

 

Constituem aspectos imprescindíveis na abordagem de temas específicos por série que contribuem para a formação do conhecimento histórico:

 

       As diversas fontes de documentação histórica:

 

Teorias da história – estudo das visões de mundo e ideologias diferenciadas de quem produz textos historiográficos em diversos tempos e espaços.

 

As várias concepções de tempo histórico – como as sociedades conceberam e concebem a medida de tempo, bem como a compreensão das relações de continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos.

 

Memória social (local e nacional) – onde se encontra instituída, como se constrói, qual sua importância de preservação junto aos grupos sociais.

 

 

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Identidade Sociocultural

 

1. Construção da identidade.

 

O educando e sua origem na família.

 

Outras famílias da sociedade brasileira: família indígena, estrutura familiar camponesa, famílias em diferentes regiões brasileiras, famílias em diferentes situações sócio-econômicas.

 

Outras famílias da sociedade brasileira no passado: família escrava e família patriarcal.

 

2. A formação da cultura brasileira.

 

O conflito de três mundos:

 

                                               A conquista e a colonização da América.

 

                                               Cultura Indígena.

 

                                               Cultura européia (portugueses, espanhóis, italianos, alemães, poloneses, etc).

 

                                               Cultura africana.

 

3. Contribuições culturais para a sociedade hoje:

 

                                               Os reflexos deixados pelo trabalho escravo e a colonização de exploração.

 

                                               Predomínio da cultura branca sobre as demais.

 

O Trabalho

 

1. O trabalho na atualidade:

 

Desemprego

 

Trabalho e automatização.

 

Qualidade total.

 

As relações entre trabalhador e patrão.

 

2. O trabalho na economia colonial.

 

Exploração do trabalho indígena.

 

Relações entre escravos e senhores.

 

Exploração do açúcar/ mineração: trabalho escravo.

 

3. Os significados do trabalho:

 

                                               Trabalho na revolução industrial.

 

Analisando o trabalho:

 

                                               Relações de denominação, exploração e submissão.

 

                                               Trabalho como promoção do ser humano.

 

 

 

7º ANO

 

 

 

A Política

 

1. A democracia no Brasil, uma história de contradições:

 

Significado da liberdade nas relações humanas – necessidade de limites e regras de convivência.

 

Significado da democracia.

 

A prática democrática brasileira.

 

2. A liberdade nos períodos autoritários da política brasileira do Século XX (Estado Novo e Ditadura Militar).

 

A estrutura política do Estado Novo.

 

Regime da ditadura militar.

 

3. Os regimes ditatoriais X a democracia no Brasil atual:

 

A carta constitucional de 1937, os Atos Institucionais e a constituição brasileira de 1988 (“Da organização dos poderes”, Das liberdades individuais”, etc).

 

Os atos institucionais e as medidas provisórias do Brasil atual.

 

4. Conflitos Políticos.

 

A luta pela terra:

 

                                               Reforma Agrária: uma disputa pelo poder (a propriedade da terra como elemento de poder)

 

A estrutura fundiária no Brasil: suas origens e situação atual.

 

A Guerra do Paraguai: Uma outra disputa pelo poder.

 

A luta pelo poder na América Latina:

 

                                               Os interesses paraguaios

 

                                               Os interesses brasileiros

 

                                               Os interesses da Inglaterra

 

A Violência

 

1. A violência hoje:

 

Um mundo violento.

 

Violência urbana.

 

Os meios de comunicação de massa e seus reflexos na sociedade.

 

As desigualdades sociais.

 

As condições de vida nas sociedades urbanas.

 

2. A violência nos centros urbanos:

 

A Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX e o processo de urbanização.

 

As inovações tecnológicas, o desemprego e a violência (manifestações trabalhistas, ludismo, sindicatos, greves, etc.).

 

Os centros urbano-industriais e a geração de violência.

 

A urbanização e a industrialização no Brasil na primeira metade do século XX.

 

3. A violência no Brasil rural do final do século XIX e no início do século XX.

 

O sistema elitista político-econômico brasileiro e a violência (coronelismo, voto de cabresto, miséria e falta de perspectiva dos trabalhadores rurais).

 

Movimentos messiânicos: Canudos, Contestado, movimentos regionais (cada estado elege os seus).

 

 

 

8º ANO

 

 

 

Uma história controversa: Evolucionismo e Criacionismo

 

As diversas fontes e a produção do conhecimento histórico.

 

Subjetividade e objetividade: a verdade e o conhecimento histórico.

 

A origem do homem.

 

A pesquisa arqueológica, as fontes documentais e a teoria evolucionista.

 

A teoria criacionista e suas fontes.

 

A simultaneidade e a diversidade das sociedades humanas.

 

As sociedades humanas não evoluem da mesma forma e ao mesmo tempo: sociedades urbanas.

 

A Religião

 

1. O homem e sua ligação com o sagrado.

 

O crescimento da religiosidade no momento histórico atual.

 

As religiões dos povos na Antigüidade: os egípcios, os hebreus, os gregos, os romanos e o cristianismo.

 

A diversidade dos fundamentos religiosos.

 

A origem dos vários fundamentos religiosos e suas relações de semelhança.

 

2. A reforma protestante.

 

Religião e poder.

 

Religião e economia.

 

As mudanças na religião.

 

Aspectos da produção econômica

 

1. As formas de produção econômica atual (internacionalização, capitalismo financeiro, indústria e tecnologia, etc).

 

2. Outras formas de produção econômica:

 

A produção econômica na Antigüidade.

 

Mundo feudal.

 

3. Formas de produção escravista, feudal e capitalista: diferenças e semelhanças.

 

 

 

9º ANO

 

 

 

A formação da cultura ocidental

 

1. A cultura e a mídia: a influência exercida pelos meios de comunicação de massa: o consumismo, a valorização do prazer e das emoções, o individualismo, etc.

 

2. Os meios de veiculação da cultura no cultura no mundo medieval e no mundo moderno: catedrais, a Inquisição, cerimoniais e rituais medievais, etc, a arte renascentista, as descobertas científicas, os valores burgueses.

 

3. Os reflexos das mudanças políticas e econômicas.

 

Uma cultura racional – o Iluminismo.

 

O racionalismo.

 

O individualismo.

 

4. A revolução industrial – uma nova lógica de ser humano:

 

Nova noção de tempo.

 

Imediatismo e consumismo.

 

O ser humano visto como máquina e como mercadoria.

 

5. A cultura do século XX: a cultura do passado e sua permanência no mundo atual.

 

 

 

O mundo dos cidadãos

 

1. A democracia no Brasil, uma história de contradições.

 

O significado da liberdade nas relações humanas – necessidade de limites e regras de convivência.

 

O significado da democracia.

 

A prática democrática brasileira.

 

2. Em busca da cidadania

 

O Iluminismo.

 

A Revolução Americana.

 

A Revolução Francesa.

 

O caminho de busca de cidadania na América Latina nos séculos XIX e XX.

 

Uma cidadania relativa: os excluídos do processo ontem e hoje.

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Torna-se importante, dentro desse contexto metodológico, alertar sobre o processo de avaliação. Entende-se por avaliação todo o processo de ensino e de aprendizagem em que se propõe construir conhecimento.

 

Ao se selecionarem problemáticas para pesquisa, a avaliação já está ocorrendo, porque está se levando em consideração o grupo de educandos que se tem suas próprias condições de aprendizagem e suas concepções prévias acerca do que se irá abordar.

 

No início dos trabalhos, os procedimentos precisam estar bem claros para o grupo de educandos. Durante as atividades, o educador deve tomar o cuidado de estar alerta para o que acontece diariamente nos grupos de trabalho, deve realizar relatórios sobre o ocorrido a cada aula, para então poder encaminhar novas orientações. Esse processo contínuo possibilita a construção do conhecimento, visto que o educando irá aos poucos avaliando o seu próprio “fazer” e também o dos colegas, bem como estará ciente do que está aprendendo. Ele poderá, dessa forma, apreender os conceitos em estudo, porque as suas opiniões e construções conceituais estarão evidentes em todo o processo. Não necessitará de memorizar dados para respondê-los em uma verificação, e, sim, dissertará constantemente sobre algo que está descobrindo aos poucos, conforme a pesquisa for se desenrolando.

 

As formas de se abordarem tematicamente os conteúdos permitem ao educador realizar junto com os educandos conclusões conscientes sobre os assuntos estudados, fruto de uma aprendizagem que ocorreu de forma interessante e significativa. As formas de expressão desses conhecimentos podem variar desde a produção de textos escritos, expressões artísticas, além de incentivar a oralidade dos alunos ao apresentarem ao grande grupo as opiniões construídas.

 

GEOGRAFIA

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Ler, analisar, interpretar, deduzir, inferir sobre os códigos específicos da Geografia, considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais.

 

Reconhecer e aplicar o uso das escalas cartográfica e geográfica como formas de organizar e conhecer a localização, a distribuição e a freqüência dos fenômenos naturais e humanos.

 

Investigação e Compreensão

 

Reconhecer os fenômenos espaciais a partir da seleção, comparação e interpretação, identificando as singularidades ou generalidades de cada lugar, paisagem ou território.

 

Selecionar e elaborar esquemas de investigação que desenvolvam a observação dos processos de formação e transformação dos territórios, tendo em vista as relações de trabalho, a incorporação de técnicas e tecnologias e o estabelecimento de redes sociais.

 

Analisar e comparar o processo de preservação e de degradação da vida no planeta, tendo em vista o conhecimento da sua dinâmica e a mundialização dos fenômenos culturais, econômicos, tecnológicos e políticos que incidem sobre a natureza, nas diferentes escalas – local, regional, nacional e global.

 

Contextualização Sócio-cultural

 

Reconhecer, na aparência das formas visíveis e concretas do espaço geográfico atual, a sua essência, ou seja, os processos históricos, construídos em diferentes tempos, e os processos contemporâneos, conjuntos de práticas dos diferentes agentes, que resultam em profundas mudanças na organização e no conteúdo do espaço.

 

Compreender e aplicar no cotidiano os conceitos básicos da Geografia.

 

Identificar, analisar e avaliar o impacto das transformações naturais, sociais, econômicas, culturais e políticas no seu “lugar-mundo”, comparando, analisando e sintetizando a densidade das relações e transformações que tornam concretas e vivida a realidade.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

Geografia: ciência dos lugares

 

As origens da terra

 

Cartografia

 

O homem e o relevo

 

A biosfera

 

Você, a natureza e o trabalho

 

Brasil, país de contrastes

 

Os Brasileiros e seu território

 

As cidades brasileiras

 

O espaço rural

 

O Brasil no mundo

 

O planeta onde moramos

 

A apropriação dos espaços

 

Os Continentes

 

A nova ordem mundial

 

A geografia dos conflitos e das culturas

 

Geopolítica dos recursos naturais

 

Os Circuitos Mundiais

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

 

 

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o papel da Geografia no Ensino Fundamental é alfabetizar o educando espacialmente em suas diferentes escalas e configurações, dando-lhe suficiente capacitação para manipular noções de paisagem, espaço, natureza, estado e sociedade. Tendo por pressuposto tal compreensão no desenvolvimento dos conteúdos, o educador trabalhará no sentido de constatar que a sociedade, ao ocupar um determinado espaço, de acordo com os seus interesses e necessidades, vai modificar esse espaço, provocando transformações na natureza. Nesse momento, analisa-se com o educando o estado de conservação e/ou degradação da superfície terrestre. Ao desenvolver essas reflexões, mostrará também quais as transformações que a natureza sofreu e qual o aproveitamento que a sociedade faz dela.

 

Trabalhando com as experiências de vida do educando, ou seja, com conhecimento não teorizado que ele possui sobre a relação homem-natureza, homem-homem e com os conhecimentos sistematizados apresentados pelo educador numa relação de comparação com fatos de outros lugares, o educando construirá cumulativamente os conhecimentos que o levarão à compreensão do espaço geográfico.

 

A prática pedagógica do educador de Geografia deve preocupar-se com a interpretação de fenômenos numa abordagem sócio-ambiental, estabelecendo a devida relação entre a Geografia humana e da física. O espaço deve ser estudado e analisado a partir de problemas nos quais se valoriza o educando como agente na construção desse espaço, favorecendo a compreensão da globalidade.

 

Procedimentos que favoreçam, a investigação, a pesquisa, a reflexão e a aprendizagem significativa devem estar presentes no fazer pedagógico do educador de Geografia, bem como as aulas práticas, utilizando a natureza e outros espaços como verdadeiro laboratório de aprendizagem, através dos quais, junto ao ambiente, o educando terá melhor compreensão do poder criador de Deus.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

Geografia: ciência dos lugares.

 

  1. 1.         O homem e a paisagem (ênfase na ação humana sobre a paisagem, colocar todas as paisagens como integradas à sociedade).
  2. 2.         O ambiente natural e o ambiente produzido (diferenciar ambiente natural e ambiente modificado pelo ser humano, integrar todas as paisagens aos interesses e às ações humanas, aos interesses políticos, militares, geopolíticos e econômicos).
  3. 3.         As várias formas de entender a natureza (diferentes apreensões da natureza nas diversas sociedades e épocas, visão dos ambientalistas, desenvolvimento sustentável, ênfase na visão adventista de natureza).
  4. 4.         Você e a natureza (questões ambientais, poluição, preservação da natureza, lixo, reservas ecológicas, projeto ambiental).

 

 

 

As origens da Terra.

 

  1. 1.         A criação.
  2. 2.         A evolução e o tempo geológico.
  3. 3.         A narrativa bíblica da criação e do dilúvio.

 

 

 

Cartografia.

 

  1. 1.         Orientação, pontos cardeais, noções de astronomia.
  2. 2.         A linguagem dos mapas, cartografia, símbolos e convenções.
  3. 3.         Coordenadas geográficas e fusos horários.

 

 

 

O homem e o Relevo.

 

  1. 1.         A litosfera.
  2. 2.         A formação do relevo (agentes internos e agentes externos, o dilúvio na formação do relevo).
  3. 3.         O homem e o relevo (aproveitamento econômico, transformação do relevo).
  4. 4.         Prática de observação do relevo.

 

 

 

A biosfera.

 

  1. 1.         Hidrosfera

 

1.1      O ciclo da água e a ação humana, a formação de desertos, a chuva ácida.

 

1.2      Os oceanos e mares; (características, poluição, legislação dos oceanos).

 

1.3      O ser humano e os rios. (poluição, desmatamento e assoreamento, características naturais, enchentes).

 

 

 

  1. 2.         A Atmosfera

 

2.1      Insolação, estações do ano, zonas climáticas.

 

2.2      Massas de ar, ventos, chuva, orvalho, neve, etc.

 

2.3      O homem e o clima, (chuva ácida, poluição atmosférica, efeito estufa, ilhas de calor, camada de ozônio, etc.)

 

 

 

  1. 3.         Cobertura vegetal

 

            A paisagem vegetal local.

 

            As grandes paisagens vegetais e seu aproveitamento econômico.

 

 

 

Você, a natureza e o trabalho.

 

  1. 1.         Recursos renováveis e não renováveis e a promoção de um desenvolvimento sustentável.
  2. 2.         Aproveitamento econômico dos recursos naturais.
  3. 3.         A divisão territorial do trabalho, (diferentes regiões de trabalho e suas características humanas e naturais).
  4. 4.         Qualidade de vida e cidadania.

 

 

 

7º ANO

 

 

 

Brasil, país de contrastes.

 

  1. 1.         Conceitos de paisagem, lugar, espaço geográfico.
  2. 2.         Diversidade sócio-cultural brasileira.
  3. 3.         Riqueza e variedade natural do país.

 

 

 

Os Brasileiros e seu território.

 

  1. 1.         A extensão territorial e as características naturais.
  2. 2.         Cartografia do Brasil e regional.
  3. 3.         As regiões brasileiras (divisão em cinco regiões e em três complexos regionais).
  4. 4.         A população brasileira (distribuição da população, o povo brasileiro, raças e etnias).

 

 

 

As cidades brasileiras.

 

  1. 1.         Problemas urbanos (moradia, transportes, violência, etc.).
  2. 2.         As redes urbanas nacionais (as metrópoles nacionais e regionais, as áreas metropolitanas, urbanização, etc.).
  3. 3.         Demografia (controle da natalidade, população ativa, inativa, trabalho no mundo moderno, crescimento demográfico, natalidade, mortalidade, etc.).
  4. 4.         O mercado de trabalho (desemprego estrutural e conjuntural, greves, novo perfil profissional).

 

 

 

O espaço rural.

 

  1. 1.         Atividades econômicas (agricultura, pecuária, destino da produção, tecnologia - transgênicos, agro-indústria).
  2. 2.         Estrutura fundiária (propriedade rural, MST, reforma agrária, etc.)
  3. 3.         O trabalho.
  4. 4.         A dinâmica campo-cidade.

 

 

 

O Brasil no mundo.

 

  1. 1.         O Brasil é um país de contrastes (dualidade brasileira, má distribuição de renda, pobreza, qualidade de vida, riquezas do país, força econômica e industrial).
  2. 2.         Um país dependente (a indústria "nacional", a dívida externa, o ranking mundial, a globalização).
  3. 3.         O Mercosul (surgimento, objetivos, geografia do Mercosul).

 

 

 

8º ANO

 

 

 

O planeta onde moramos.

 

  1. 1.         Cartografia (mapas, escala, formas de representação).
  2. 2.         Movimentos da Terra e fusos horários.
  3. 3.         Oceanos e continentes-terras emersas.
  4. 4.         As formas de relevo.
  5. 5.         A contribuição do dilúvio.
  6. 6.         Os climas.
  7. 7.         A cobertura vegetal.
  8. 8.         Impactos ambientais.

 

 

 

 

 

A apropriação dos espaços.

 

  1. 1.         O espaço natural.
  2. 2.         O homem e a transformação dos espaços.
  3. 3.         O espaço no tempo (as diferentes formas de transformação e organização do espaço nos diversos tempos).

 

            As sociedades agro-pastoris;

 

            As sociedades nômades;

 

            As sociedades urbanas;

 

            As sociedades industriais;

 

 

 

  1. 4.         Diferentes espaços culturais e econômicos;

 

            Países ricos e pobres;

 

            Diferentes regiões religiosas;

 

            Espaços tecnológicos;

 

            Capitalismo e socialismo;

 

 

 

  1. 5.         Os diferentes espaços políticos;

 

            Países, continentes e suas particularidades.

 

            País: O lugar geográfico do Estado.

 

            Fronteiras, território, estado, nação e poder.

 

            Globalização e fronteiras.

 

 

 

Os Continentes.

 

  1. 1.         A América

 

            As fronteiras americanas: naturais e culturais.

 

            A diversidade natural e os povos americanos.

 

            A ocupação européia:

 

A conquista;

 

A organização dos espaços a partir dos interesses europeus;

 

As marcas do passado (características culturais, econômicas, políticas, etc.)

 

  1. 2.         A Europa

 

            As mais antigas e as mais novas fronteiras (países novos e antigos, mudanças no mapa);

 

            As fronteiras naturais;

 

            Os espaços culturais da Europa;

 

            Os espaços econômicos;

 

            A riqueza da Europa;

 

            União Européia.

 

  1. 3.         A África

 

            As fronteiras coloniais e as fronteiras da independência;

 

            A situação geográfica e natural;

 

            As fronteiras humanas da África;

 

  1. 4.         A Ásia

 

            Os extremos da Terra (diversidade natural, cultural e econômica da Ásia);

 

            Oriente Médio;

 

            China;

 

            Japão;

 

            Tigres Asiáticos;

 

  1. 5.         A Oceania

 

            Características naturais;

 

            Diversidade cultural;

 

            Austrália e Nova Zelândia;

 

  1. 6.         A Antártida

 

            Diferente significado de suas fronteiras, indefinição política, o Tratado da Antártida;

 

            O quadro natural e o ambiental;

 

            A potencialidade econômica.

 

 

 

9º ANO

 

 

 

A nova ordem mundial.

 

  1. 1.         O nascimento das superpotências.
  2. 2.         A Guerra Fria.
  3. 3.         A Organização das Nações Unidas.
  4. 4.         A descolonização e o conflito Norte-Sul.
  5. 5.         Países ricos e países pobres.
  6. 6.         Blocos econômicos regionais.
  7. 7.         3a Revolução Industrial A Revolução Tecnológica.

 

 

 

A geografia dos conflitos e das culturas.

 

  1. 1.         O mundo islâmico
  2. 2.         Israel e a questão palestina
  3. 3.         A Índia e o Paquistão
  4. 4.         A implosão da Iugoslávia
  5. 5.         Outros conflitos atuais

 

 

 

Geopolítica dos recursos naturais.

 

A questão ambiental

 

1.1      Meio ambiente e cidadania

 

1.2      Economia e conservação ambiental

 

1.3      Poluição e conservação ambiental

 

1.4      Os tratados internacionais sobre o ambiente

 

A conquista dos mares

 

2.1      O direito internacional marítimo (águas internacionais, mar territorial)

 

2.2      Exploração econômica e ecologia marinha

 

2.3      Extração de petróleo: impactos ambientais

 

 

 

Os Circuitos Mundiais

 

  1. 1.         As sociedades de consumo.
  2. 2.         O turismo internacional e a produção da riqueza.
  3. 3.         A Divisão Internacional do Trabalho.
  4. 4.         A geografia urbana (cidades mundiais, megacidades, megalópoles).
  5. 5.         A Geografia do Crime (integração entre o local e o global).

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Sendo a Geografia uma matéria dinâmica e que sofre transformações diárias, é necessária uma avaliação que proporcione ao educando reflexão do conhecimento em construção e sua contribuição para o exercício da cidadania.

 

Essa deve ser realizada de maneira contínua e sistemática, priorizando a qualidade do conhecimento construído.

 

Para tanto, o educador poderá utilizar diversos procedimentos, como: relatórios de aulas práticas, observações de campo, relatórios de vídeos, produção e interpretação de mapas, cartas topográficas, fotografias e imagens de satélites, análise de gráficos estatísticos, demográficos, econômicos, climogramas, seminários e debates, experiências vividas, avaliações escritas, pesquisas orientadas, etc. Apresentamos aqui algumas ferramentas sugestivas que poderão ser utilizadas, não devendo, entretanto, limitar a capacidade criativa de cada educador.

 

ENSINO RELIGIOSO

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Desenvolver o pensamento cristão.

 

Lidar de maneira construtiva com as diferenças, de tal forma a atuar em equipe, construir, realizar e avaliar projetos de ação escolar.

 

Conhecer a Bíblia, sua origem e versões e, reconhecê-la como fonte de Verdade.

 

Investigação e Compreensão

 

Incentivar a observação, a pesquisa e a reflexão sobre as sociedades e os fenômenos religiosos.

 

Compreender a religião como uma religação ao Criador.

 

Compreender as diferentes manifestações religiosas como expressão de fé.

 

Estabelecer relações entre o conhecimento teórico e a prática religiosa.

 

Contextualização Sócio-cultural

 

Desenvolver o compromisso cristão exercitando sua cidadania.

 

Perceber os direitos (e respectivos deveres) do cidadão como parte de uma construção social.

 

Observar nas práticas sociais o respeito/desrespeito, conhecimento/desconhecimento dos direitos e deveres no exercício da cidadania.

 

Identificar os direitos (e respectivos deveres) emergentes cuja necessidade de institucionalização é reivindicada socialmente.

 

Analisar fenômenos da mídia, servindo-se de conhecimentos sociológicos e religiosos.

 

 

 

EIXOS TEMÁTICOS

 

Fazer escolhas

 

Conflito entre o bem e o mal

 

Tornar-se mais semelhante a Cristo

 

 

 

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

 

O caráter do homem é o ingrediente básico de todos os problemas humanos, cuja solução está condicionada a uma mudança drástica da natureza humana. Contudo, uma mudança de tal ordem só pode ser equacionada pela educação e, assim mesmo, se estabelecida em bases corretas.

 

O Ensino Religioso se propõe a ensinar o cristianismo prático, pelo qual o educando reflete, questiona, analisa temas relevantes do seu dia-a-dia à luz da Bíblia para considerar sua tomada de posição como ser social e sua responsabilidade frente às decisões da vida. É também o ponto de partida para se estabelecer a compreensão de nosso lugar no mundo e onde se define a escolha do estilo de vida de cada um.

 

A disciplina de Ensino Religioso procura criar situações para que todos os educandos adquiram conhecimentos, habilidades, valores, atitudes e sentimentos, tendo como referência o Livro Sagrado. O estudo da Bíblia melhora a habilidade individual de pensar por si mesmo e fortalece o próprio caráter. Desenvolve valores de honestidade, respeito, veracidade, sacrifício próprio, integridade, confiança, amor à família e a Deus.

 

Segundo o modelo de Cristo, devemos propiciar o desejo de conhecer a Deus e Seu propósito para o homem; despertar o interesse pelas pessoas e a necessidade de conviver bem com os outros.

 

O trabalho de levar aos outros a mensagem de Deus não deve ser feito no improviso, antes, deve ser muito bem planejado para que possa alcançar o sucesso.

 

A partir do interesse e da necessidade do educando, podemos atraí-lo para encontrar as respostas e as verdades que estão na Bíblia e ver a aplicação das verdades em sua vida prática.

 

O estudo da Bíblia deve ser feito através da comparação de um texto com outros textos, respeitando seu contexto, tanto no Velho como no Novo Testamento. Podemos enriquecer esse estudo se, além da pesquisa, utilizarmos diferentes traduções e versões da Bíblia, bem como comentários e livros explicativos sobre o contexto: costumes da época, linguagens utilizadas, etc..

 

Fazer uso de diferentes estratégias contribuirá para que o educando tenha oportunidade de refletir e expor suas idéias a respeito do assunto estudado. Pesquisa bíblica e histórica, dramatização, solução de problemas, projetos de estudo e comunitários, exposição de material coletado e pesquisado, confecção de painéis e cartazes, entrevistas, simulações, pesquisa de campo e música. A utilização de ilustrações como: mapas, vídeos, fotos, material em “pelon” muito contribuirá para uma melhor aprendizagem.

 

Basicamente, a educação cristã prima por qualidade, e está engajada na busca da excelência e, se genuína, pode contribuir com soluções para os angustiantes problemas humanos. Lembramos que, em se tratando de educação cristã, excelência é o mínimo desejável.

 

 

 

CONTEÚDOS

 

 

 

6º ANO

 

 

 

  1. 1.             Escolha de Jesus.
  2. 2.             Escolhas de Deus.
  3. 3.             Escolhas dos Anjos e de Adão e Eva.
  4. 4.             Biografia de pessoas e suas escolhas: Caim, Noé, Abraão, Jacó, José, Moisés, Raabe, Gideão, Sansão, Rute, Samuel, Saul, Davi, Salomão, Elias, Eliseu, Ezequias, Ester.

 

 

 

7º ANO

 

 

 

  1. 1.             Quem é Jesus. Nascimento, infância e juventude.
  2. 2.             O Mestre dos mestres. Segredos para a felicidade.
  3. 3.             Lições de amor. O amor de Deus.
  4. 4.             Encontros e desencontros com o Pai.
  5. 5.             Milagres de Jesus.
  6. 6.             Cumprimento da promessa de um Salvador.

 

 

 

8º ANO

 

 

 

  1. 1.             O conflito no céu.
  2. 2.             A solução de Deus para os conflitos do homem.
  3. 3.             Estratégias de Deus para se revelar ao homem.
  4. 4.             Porta-vozes de Deus para auxiliar os homens.
  5. 5.             O papel do Filho de Deus no conflito entre o bem e o mal.
  6. 6.             A participação do homem na restauração da verdade.
  7. 7.             Como se dará o desfecho do conflito.

 

 

 

9º ANO

 

 

 

  1. 1.             Uma vida semelhante a Jesus resulta em mudanças internas.
  2. 2.             Biografia de pessoas semelhantes a Jesus.
  3. 3.             A vida cristã na prática.
  4. 4.             Nossa missão de divulgar a mensagem.
  5. 5.             Nossas relações interpessoais.
  6. 6.             O propósito da vida.

 

 

 

AVALIAÇÃO

 

 

 

Por ser o Ensino Religioso uma disciplina que possibilita uma relação significativa e pessoal com Deus, favorecendo um processo de identificação, avaliação e aplicação dos valores cristãos, é necessário se desenvolver um projeto de avaliação que situe o educando, não como um receptor de informações bíblicas, mas como um agente a serviço da comunidade e que compartilha suas experiências cristãs.

 

A avaliação deve-se efetivar da observação e de relatos do educador, do educando e dos colegas das diferentes propostas de atividades elaboradas, dando ênfase ao saber lidar com suas emoções, agir de acordo com os princípios cristãos e responsabilizar-se por seus atos, para um convívio feliz com o outro e a esperança da eternidade.

 

INGLÊS

 

 

 

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

 

 

 

Representação e Comunicação

 

Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocabulário que melhor reflita a idéia que pretende comunicar.